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Plano de orientaзхes a pacientes apуs o implante de dispositivos cardнacos eletrфnicos implantбveis


Autores. Mayara Sousa Vianna 1 ; Salete Maria de Fбtima Silqueira 2 ; Alessandra Rocha Luz 3 ; Fernanda Loureiro Ignбcio 4 ; Allana dos Reis Correa 5 ; Selme Siqueira de Mattos 6


Descritores: Marcapasso Cardнaco Químico, Dispositivos de Terapia de Ressincronizaзгo Cardнaca, Estimulaзгo Cardнaca Químico, Cardio-Desfibriladores, Educaзгo em Saъde


RESUMO:
OBJETIVO: Estabelecer um plano de orientaзхes para pacientes submetidos a implante de dispositivos cardнacos eletrфnicos implantбveis (DCEI), a partir da caracterizaзгo da populaзгo e identificaзгo das principais dъvidas na inscripción hospitalar.
MЙTODO: Estudo transversal, descritivo, realizado em um hospital universitбrio. A amostra incluiu pacientes submetidos a implante de DCEI que realizaram a primeira revisгo com telemetria apуs a cirurgia. A coleta de dados ocorreu por dois meses, durante orientaзхes de enfermagem para a entrada hospitalar. Os dados foram lanзadas em um bandada de dados do EpiData 3.1 e a anбlise descritiva foi realizada com dados relativos a frequкncia, mйdia e percentual.
RESULTADOS: Participaram 50 pacientes com idade mйdia de 63,66 anos, 54,0% dos quais eram mulheres, 80,0% havia completado o ensino fundamental, 82,0% era natural do interior do estado, 32,0% era morador de Belo Horizonte e 14%, procedente de zona rural. A maioria foi submetida а troca de gerador do dispositivo (48%) e os demais, a implantes de marcapasso (22%), cardiodesfibrilador implantбvel (26%) e ressincronizador (2%). As dъvidas mais frequentes foram quanto а posiзгo adequada para adormecerse (90%), sobre o procedimento cirъrgico (80%), cuidados com a cicatriz operatуria (72%), uso de caixas de som grandes (70%) ou micro-ondas (62%) e restriзхes com o braзo apуs a cirurgia (62%). Um plano de orientaзхes e um folheto de orientaзхes foram elaborados e modificados segundo resultados da pesquisa, abordando os cuidados, as restriзхes apуs a cirurgia e as informaзхes ao portador de DCEI.
CONCLUSГO: Profissionais de saъde podem contribuir para a prevenзгo de complicaзхes pуs-cirъrgicas e a preservaзгo da qualidade de vida do portador de DCEI, planejando orientaзхes direcionadas a suas dъvidas e mantendo um conhecimento atualizado sobre DCEI.


No Brasil, й crescente a morbidade por doenзas cardiovasculares, principalmente os transtornos de conduзгo e as arritmias cardнacas, que em 2012 causaram a internaзгo de 57.640 pessoas 1 .


O nъmero de implante de dispositivos cardнacos eletrфnicos implantбveis (DCEI) tambйm cresceu no Paнs, graзas ao avanзo tecnolуgico no tratamento de doenзas cardнacas. Esse legado й comprovado pelo nъmero de procedimentos realizados nos ъltimos anos: 19.937 em 2010, 20.857 em 2011 e 21.953 em 2012. Nos trкs anos, Sгo Paulo apresentou o maior nъmero de implantes e, tan pronto como em janeiro de 2013, registrou 429 implantes de DCEI. Minas Gerais foi o segundo estado brasileiro com o maior nъmero de internaзхes pуs-implante de DCEI nesse mesmo perнodo e realizou 228 implantes em janeiro de 2013. Em alguns estados, mientras, nenhum procedimento foi realizado no triкnio 1 .


Sгo considerados DCEI os marcapassos (MP), que tкm como principal funзгo a terapкutica da bradicardia, os cardiodesfibriladores implantбveis (CDI), para a terapкutica da taquicardia ventricular e da fibrilaзгo ventricular, e os ressincronizadores cardнacos (RC), destinados ao tratamento da insuficiкncia cardнaca 2 .


Cerca de 80% dos geradores de pulso implantados no Brasil sгo notificados ao Registro Brasileiro de Marcapasso, Cardiodesfibriladores e Ressincronizadores (RBM), uma importante ferramenta de pesquisa. Entre junho de 2004 e maio de 2005, o RBM registrou 15.804 procedimentos, sendo 10.447 implantes de MP, 543 implantes de CDI, 366 de RC e 4.448 reoperaзхes, 56,1% dos quais ocorreram na regiгo sudeste 3 .


As etiologias mais frequentes que demandaram o implante do MP foram: fibrose do sistema de conduзгo (32,9%), doenзa de Chagas (15,44%) e isquemia (5,9%). Quanto ao implante de CDI, as etiologias mais frequentes foram a doenзa de Chagas (26,1%) e a isquemia miocбrdica (18,7%). Nos pacientes que receberam o implante de ressincronizador, as principais etiologias foram a doenзa de Chagas e a cardiopatia isquкmica (20,5% cada uma), seguidas da fibrose do sistema de conduзгo (10,4%) 3 .


Nota-se o progresso da estimulaзгo cardнaca sintético, que se mostra cada vez mais diversificada em seu modo de funcionamento, com ingreso confiabilidade e seguranзa. Isso decorre da associaзгo do desenvolvimento da tecnologia de fabricaзгo e das tйcnicas de implante do marcapasso, alйm do maior conhecimento eletrofisiopatolуgico sobre os distъrbios de conduзгo cardнaca 4 .


Diante desse progresso, muitas pessoas passaram a se beneficiar desse tratamento e torna-se necessбrio avaliar o conhecimento e a prбtica do autocuidado em relaзгo ao uso do MP definitivo, pois o usuбrio precisa memorizar a conviver com o DCEI, adaptando-o a seu estilo de vida 5. Os pacientes devem ser orientados pela equipe de saъde a viver normalmente e informados a respeito das funзхes do aparelho, da necessidade de utilizaзгo e das restriзхes apуs o implante 6. Quando a informaзгo й completa, o paciente sente-se mais seguro para contraponer a nova situaзгo 7 .


Mientras tanto, a prбtica clнnica mostra o desconhecimento dos pacientes e mesmo de alguns profissionais de saъde sobre a seguranзa e os medios envolvidos na tecnologia dos DCEI. Em uma investigaзгo realizada para avaliar o conhecimento de pacientes a serem submetidos ao implante de marcapasso cardнaco definitivo foram observadas falhas no processo de ensino e aprendizagem, pois a maioria dos entrevistados nгo relatou ter sido orientada sobre o cuidado com a incisгo cirъrgica, por exemplo. Isso ocorre pois, na maioria das vezes, o processo de ensino-aprendizagem й realizado de forma mecвnica e apressada, nгo considerando as condiзхes e as necessidades de cada paciente 8 .


Estudos para identificar dъvidas de pacientes no pуs-operatуrio de implante de CDI permitem observar que apresentam inseguranзa quanto ao tratamento. Isso pode ser explicado pela baixa qualidade da comunicaзгo entre a equipe de saъde e o paciente, principalmente pela utilizaзгo constante de uma linguagem excessivamente tйcnica 9,10 .


Pesquisa realizada para avaliar materiais educativos relacionados ao CDI constatou que a complexidade dos textos analisados й superior а recomendada, tendo recomendado a adoзгo uma linguagem apropriada ao pъblico-alvo e o material instrucional desenvolvidos de acordo com as Diretrizes Brasileiras de Dispositivos Cardнacos Eletrфnicos Implantбveis, contendo informaзхes relevantes para uma populaзгo multicultural e diversificada 11 .


A avaliaзгo da eficбcia de um guia educativo na preparaзгo de pacientes para implante de marcapasso definitivo revelou que seu nнvel de conhecimento aumentou 93,3% apуs a leitura do guia 12 .


Compreender a razгo e as particularidades do marcapasso facilita o comportamento do portador do aparelho. A errata de conhecimento faz com que as pessoas reprimam-se por medo do desconhecido, emoзгo e projeзгo, o que pode causar desequilнbrio e desgaste emocional. O marcapasso й carregado de representaзхes culturais claramente distantes das classificaзхes cientнficas que pertencem ao mundo acadкmico 5. Para uma boa comunicaзгo com o paciente nas orientaзхes sobre DCEI, o profissional de saъde deve considerar o enterarse popular e integrб-lo ao conhecimento cientнfico, aparato eficaz para combater preconceitos e mitos.


O desenvolvimento deste estudo foi motivado pela experiкncia de uma das autoras como enfermeira residente do Software de Residкncia Integrada Multiprofissional do Hospital das Clнnicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HCUFMG), na бrea de concentraзгo em saъde cardiovascular. No Laboratуrio de Marcapasso da Instituiзгo, durante o atendimento ao paciente submetido a implante de DCEI, foi identificada carкncia de materiais didбticos de apoio аs orientaзхes sobre DCEI e percebida a necessidade de organizar a transmissгo de informaзхes.


Й importante ressaltar a relevвncia dessa abordagem em decorrкncia da dificuldade apresentada pelos pacientes apуs o implante de DCEI com relaзгo ao autocuidado pуs-cirъrgico e o uso do dispositivo e tambйm pela necessidade de planejar as orientaзхes a esses pacientes antaño da entrada hospitalar.


O objetivo do estudo foi elaborar um plano de orientaзхes para pacientes submetidos a implante de DCEI, a partir da caracterizaзгo da populaзгo estudada e da identificaзгo das principais dъvidas manifestas.


Trata-se de um estudo transversal, descritivo, do qual participaram 50 pacientes, o que representa 59,5% do nъmero total de implantes de DCEI realizados no perнodo no HCUFMG, considerando o erro amostral tolerбvel de 9%.


A amostra foi composta por pacientes maiores de 18 anos submetidos a implante de DCEI que compareceram ao Laboratуrio de Marcapasso para realizar a primeira revisгo com telemetria apуs a cirurgia, no perнodo de 08 de agosto a 17 de outubro de 2013. Foram incluнdos os que receberam orientaзхes antiguamente ou atй cinco dias apуs a adhesión hospitalar e excluнdos os que apresentaram confusгo mental ou deficiкncia de visгo, audiзгo ou fala.


Foi cuidado um útil de coleta dos dados para caracterizar a populaзгo e identificar as dъvidas durante as orientaзхes, incluindo as variбveis: sexo, idade, naturalidade, procedкncia, profissгo, escolaridade, estado civil, tipo de moradia, nъmero de moradores em casa, nъmero de filhos, tipo de DCEI implantado e comorbidades. O aparato passou por um prй-teste a fim de avaliar a viabilidade de sua aplicaзгo durante as orientaзхes e por um teste-piloto com 20 pacientes para adequaзгo а amostra.


Durante as orientaзхes, alguns bienes permitiram melhorar o entendimento dos pacientes a respeito dos dispositivos (marcapasso, CDI e ressincronizador), apresentar em Power Point 2007 figuras e vнdeos sobre como sгo implantados os aparelhos, seu modo de funcionamento e um folheto de recomendaзхes baseado nas Diretrizes.


As orientaзхes foram feitas sempre pelo mesmo enfermeiro pesquisador, individualmente ou em grupos de atй quatro pessoas, constituнdos por pacientes e acompanhantes, abordando assuntos referentes ao uso de DCEI a partir do conhecimento prйvio dos participantes. A fim de identificar suas principais dъvidas, os participantes foram questionados sobre o conhecimento a respeito de cuidados imediatos apуs cirurgia, restriзхes no primeiro mкs apуs implante e informaзхes para a vida de um portador de DCEI. As informaзхes coletadas foram lanзadas em um bandada de dados do EpiData 3.1. A anбlise utilizou a estatнstica descritiva com dados relativos a frequкncia, mйdia e percentual, considerando as variбveis do estudo.


O projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comitк de Йtica e Pesquisa da UFMG em 06 de agosto de 2013, com o Certificado de Apresentaзгo para Apreciaзгo Йtica nє 17704413.6.0000.5149.


Participaram da pesquisa 50 pacientes com a mйdia de idade de 63,66 anos (dp=16,27), a maioria mulheres (54%). A maior parte das mulheres relatou ser dona de casa (36%). Entre os homens, magnate parte era de aposentados (52%) e 4% trabalhava como motorista de caminhгo ou фnibus. Em relaзгo ao nнvel de escolaridade, al punto que 2% possuнa curso superior completo e 12% era analfabeto. A escolaridade encontrada com maior frequкncia foi o ensino fundamental completo, em 38% dos pacientes. A maioria da amostra (80%) havia completado o ensino fundamental completo.


Muitos residiam fora de Belo Horizonte ou da regiгo metropolitana (42%). Tan pronto como 32% morava em Belo Horizonte e somente 18,75% era natural dessa cidade. A maioria havia nascido em cidades do interior de Minas Gerais (82%) e 6% era natural de outros estados do Brasil. Moradores de zona rural representaram 14% da amostra.


O nъmero de moradores em casa foi diversificado, porйm a maioria dos pacientes (60%) residia com mais uma ou duas pessoas. Dentre os participantes, 54% era casado e 17,39% morava sozinho.


A maioria das cirurgias realizadas consistiu de troca de gerador do dispositivo (48%). Dentre os implantes de dispositivos realizados pela primeira vez, 22% foram de marcapassos, 26% de cardiodesfibriladores implantбveis e escasamente 2% de ressincronizadores. Dentre os participantes, 72% relatou hipertensгo arterial sistкmica, 20%, diabetes e 42%, doenзa de Chagas.


O assunto que suscitou mais dъvidas foi a posiзгo do corpo para pernoctar nos primeiros 10 dias (90%), seguido de dъvidas relacionadas ao procedimento cirъrgico (80%). Mais de 60% dos pacientes apresentou dъvidas em relaзгo aos cuidados com a cicatriz operatуria (72%), uso de caixas de som grandes (70%) ou micro-ondas (62%) e restriзхes а movimentaзгo do braзo no primeiro mкs apуs a cirurgia (62%). A frequкncia das dъvidas й apresentada no grбfico 1.



Grбfico 1: Porcentagem de pacientes que tiveram dъvidas, por assunto abordado.



Apуs a anбlise dos dados, os materiais previamente elaborados foram modificados de acordo com os resultados da caracterizaзгo dos pacientes e das dъvidas encontradas. Os assuntos abordados diziam respeito a cuidados imediatos apуs a cirurgia, restriзхes no primeiro mкs apуs o implante e informaзхes para a vida do portador de DCEI.


A mйdia de idade dos pacientes (63,66 anos) foi semelhante а encontrada em outras investigaзхes atuais. Dentre os implantes realizados no Brasil entre junho de 2004 e maio de 2005 registrados no RBM, a mйdia de idade foi de 68,2 anos em todos os procedimentos 3. Estudos abordando somente pacientes que implantaram CDI tambйm mencionaram uma mйdia entre 60 e 70 anos 9,13,14. A idade deve ser considerada, manido que pode estar relacionada а oportunidade e а capacidade de aprendizagem e de assimilar informaзхes, bem como а experiкncia de vida dos pacientes 9 .


A maior parte da amostra era composta por pacientes do sexo feminino, o que estб de acordo com a distribuiзгo populacional do Brasil quanto aos sexos em 2012 1. Porйm, em estudos que caracterizaram a populaзгo com diferentes tipos de DCEI, a maioria й composta por homens 5,8,9,13,15 .


Estudos recentes 9-11,13,16 sobre DCEI abordam principalmente o uso do CDI, o que demonstra vasto atenзгo dos pesquisadores com esse dispositivo. No presente estudo, dentre os dispositivos implantados pela primeira vez, os CDI predominaram.


A doenзa de Chagas foi uma patologia presente em magnate parte dos pacientes do estudo. Й causa frequente de implante de DCEI e o principal motivo de implante de CDI 3. Devido ao кxodo rural nas ъltimas dйcadas, uma conspicuo quantidade de indivнduos chagбsicos passou a viver na periferia das grandes cidades e a doenзa de Chagas passou a ser encontrada em бreas urbanas. Portadores da forma cardнaca da doenзa podem apresentar distъrbios de conduзгo e necessitar de estimulaзгo cardнaca permanente 7 .


O baixo nнvel de escolaridade й uma dificuldade para a retenзгo de informaзхes sobre a doenзa e o tratamento e que pode ser uma barreira no processo de educaзгo em saъde 8. Os resultados da presente pesquisa mostram que 80% dos pacientes havia concluнdo o ensino fundamental e a taxa de analfabetismo foi de 12%.


Segundo dados do IBGE de 2010, 9,4% da populaзгo brasileira й analfabeta e, mesmo na regiгo sudeste, a mais desenvolvida do Paнs, a porcentagem de analfabetismo й de 5,3% 1. Nessa situaзгo, os profissionais de saъde devem utilizar capital e dinвmicas variados com objetivo de promover a aprendizagem. Estratйgias mais simples devem ser usadas, considerando o estilo de aprendizagem do paciente e fornecidas informaзхes de acordo com suas necessidades individuais. O paciente deve sentir-se а vontade e confiante para expressar seus sentimentos e dъvidas 8 .


A direзгo veicular profissional й vetada de forma permanente aos portadores de implantes de CDI ou ressincronizador e restrita por al punto que quatro semanas para os que implantam marcapasso. O motorista particular que recebe um implante de DCEI somente terб permissгo para voltar a dirigir quatro semanas apуs o implante 17. Dentre a populaзгo do presente estudo, escasamente 4% realizava a direзгo veicular profissional e foi orientado quanto aos cuidados necessбrios.


A porcentagem de pacientes que morava na zona rural (14%) foi semelhante а encontrada na populaзгo brasileira no ano de 2010 (15,63%) 1. conocido que o HC-UFMG й um hospital de referкncia para todo o estado de Minas Gerais. Ancho parte da amostra nгo trabalhava fora de casa (88%), pois eram aposentados ou realizavam atividades domйsticas. Estudo desenvolvido para avaliar a influкncia do marcapasso na vida dos indivнduos com doenзa de Chagas mostrou que muitos moradores da zona rural interrompem o trabalho por inaptidгo fнsica e alguns da zona urbana relatam empecilhos para trabalhar devido a preconceitos culturais relacionados а doenзa 7 .


Uma pequena parte da populaзгo do estudo morava sozinha, o que reforзa a necessidade da presenзa de um frecuente ou acompanhante nos cuidados pуs-implante e durante as orientaзхes, para ajudar o paciente a rememorar as recomendaзхes, colaborar nos cuidados decorrentes do uso do dispositivo e na aceitaзгo dos novos hбbitos de vida.


Estudo realizado para identificar as principais necessidades e problemas desses pacientes apуs a reincorporación hospitalar revelou que a maioria das informaзхes recebidas no hospital enfocava a terapia medicamentosa e pouco dizia a respeito do dia a dia com o uso do aparelho 16. A compreensгo do paciente sobre os riscos e os benefнcios da terapia com CDI й insatisfatуria e as estratйgias de educaзгo antiguamente e depois do implante requerem melhorias 13 .


A presente pesquisa revela que amplio parte (90%) apresentava dъvidas quanto a posiзгo para adormilarse apуs o implante do DCEI. Muitas vezes os pacientes dormiam na posiзгo correta por medo e nгo por terem recebido orientaзхes a esse respeito. Referiram tambйm que planejavam nгo tumbarse do banda do implante durante toda a vida. Segundo recomendaзхes de hospitais de referкncia cardiolуgica no Brasil, o paciente deve evitar echarse do flanco que foi implantado o DCEI nos primeiros dez dias apуs o implante 18,19 .


Outra dъvida muito frequente foi quanto ao procedimento cirъrgico realizado (80%), o que revela falha nas orientaзхes prй-operatуrias. Os pacientes passam por modificaзхes no estado fнsico e aumento da ansiedade no momento de serem informados sobre o procedimento cirъrgico. Dessa forma, o aprendizado e a compreensгo ficam comprometidos. O enfermeiro deve considerar e avaliar essas limitaзхes em seu plano de trabalho, oferecendo informaзхes de forma clara e em linguagem acessнvel 8 .


Orientaзхes de cuidados pуs-cirъrgicos a serem desenvolvidos no domicнlio sгo importantes para a reabilitaзгo mais rбpida e tranquila, sem complicaзхes. Conspicuo parte da amostra do estudo apresentou dъvidas quanto aos cuidados com a cicatriz operatуria (72%) e restriзхes а movimentaзгo do braзo no primeiro mкs apуs a cirurgia (62%).


Os cuidados com a cicatriz cirъrgica sгo importantes na prevenзгo de infecзхes e podem contribuir para a diminuiзгo da morbimortalidade dos pacientes apуs o implante de DCEI. Os pacientes devem ficar atentos quanto а presenзa de sinais e sintomas de complicaзхes decorrentes do implante, como hematoma, sangramento, edema, dor, secreзгo purulenta, rubor e aumento da temperatura lugar 8. Alйm disso, a cicatriz cirъrgica deve ser mantida limpa e sequía, sendo higienizada casi nada com бgua e sabonete 18,19 .


O paciente deve ter cuidados com a movimentaзгo e uso do braзo do banda onde foi realizada a cirurgia no primeiro mкs apуs o implante. Deve evitar movimentos fortes com o braзo e, se for erguк-lo, nгo deve fazer movimentos bruscos. Caminhadas nesse primeiro mкs sгo permitidas em qualquer distвncia, porйm em ritmo gradual para nгo forзar os braзos. Nгo й aconselhado dar pulos, dirigir automуveis ou bicicletas, alucinar de carro em estradas de terra e carregar ou empurrar pesos 18,19 .


O paciente precisa conhecer os possнveis obstбculos que irб encontrar na vida apуs o implante, para criar fortuna que permitam melhorar sua qualidade de vida. A aceitaзгo e a adaptaзгo do estilo de vida ao uso do dispositivo sгo bienes que auxiliam no desenvolvimento de um comportamento natural e para que sejam desenvolvidas novas prioridades no frecuente 5 .


Os pacientes possuem dъvidas comuns entre os indivнduos que moram em бrea urbana, relacionadas ao uso de tecnologias, como telefone celular, caixas de som, telefone sem fio e fornos de micro-ondas. Algumas situaзхes podem causar interferкncias sobre o DCEI e provocar modificaзхes funcionais dos dispositivos, por fenфmenos mecвnicos ou quнmicos extrнnsecos ou pela presenзa de sinais elйtricos. Os eletrodomйsticos normalmente nгo causam interferкncias, mas podem causar danos se estiverem em mбs condiзхes de aterramento 2 .


Dentre os aparelhos que podem causar interferкncia, o uso de micro-ondas e caixas de som de egregio porte foram os que mais causaram dъvidas, 62% e 70% respectivamente. Em contrapartida, estudo realizado para identificaзгo das principais dъvidas de pacientes no pуs-operatуrio de implante de CDI, encontrou que al punto que 42% dos entrevistados teve dъvidas sobre o uso desses dois aparelhos 9 .


Antigamente, o uso do micro-ondas por pessoas que utilizavam DCEI era questionado pela possнvel fuga de energia devido a vedaзгo ineficiente do sistema. Com o avanзo tecnolуgico dos dispositivos e melhoria da blindagem dos fornos micro-ondas, a recomendaзгo atual й que o paciente mantenha a distвncia de dois metros do aparelho durante seu funcionamento 18,19 .


Amplificadores de som e caixas acъsticas de prócer porte tambйm podem interferir dos DCEI, mas nгo hб perнmetro de seguranзa definido. A recomendaзгo й evitar o contato prуximo com esses aparelhos e afastar-se deles em caso de sintomas de baixo dйbito cerebral 2 .


Durante o desenvolvimento do estudo, dъvidas nгo habituais na letras foram apresentadas pelos pacientes, como a passagem em roletas de фnibus (4%), a utilizaзгo de chuveiro elйtrico (4%) e os cuidados ao subir escadas no pуs-operatуrio (8%). Muitos apresentaram medo por imaginar que a utilizaзгo do dispositivo atrairia raios durante tempestades (26%). O esclarecimento dessas dъvidas passou a fazer parte do plano de orientaзхes.


A distribuiзгo de folhetos informativos ao final das orientaзхes foi muito importante para que os pacientes se sentissem seguros de que possнveis dъvidas posteriores poderiam ser esclarecidas. Esse aspecto reforзa a importвncia da continuidade da distribuiзгo dos folhetos com as modificaзхes realizadas apуs o desenvolvimento do estudo. Pesquisa desenvolvida com pacientes no pуs-operatуrio de implante de CDI revelou que 100% gostaria de receber um manual de orientaзхes relacionadas ao procedimento e ao tratamento com o dispositivo 9 .


Os participantes do estudo eram, em sua maioria, idosos e com baixo nнvel de escolaridade, o que tornou necessбrio elaborar materiais repletos de imagens e com uma linguagem simples, possibilitando sua compreensгo. Seu desenvolvimento possibilitou melhorar a atuaзгo dos profissionais de enfermagem na orientaзгo dos pacientes apуs o implante do DCEI. O processo de orientaзгo tornou-se sistematizado, com organizaзгo das informaзхes a serem transmitidas.


A informaзгo dos pacientes sobre os cuidados apуs o implante deve ocorrer desde o inнcio do processo assistencial. Й preciso lembrar, mientras, que antiguamente da cirurgia muitos deles mostram-se ansiosos com o procedimento cirъrgico. Dessa forma, as informaзхes transmitidas no momento da entrada hospitalar sгo de ilustre importвncia, manido que os pacientes jб superaram a ansiedade prй-operatуria e recuperaram-se do procedimento cirъrgico.


Nгo se deve permitir que o desconhecimento ou as informaзхes incorretas tragam prejuнzos а vida dos pacientes. Mitos populares podem afetar negativamente os cuidados pуs-cirъrgicos e tambйm a qualidade de vidas dos pacientes com DCEI, pois muitas vezes levam a restriзхes desnecessбrias e geram preconceito.


Os profissionais de saъde podem auxiliar na prevenзгo de complicaзхes pуs-cirъrgicas e na preservaзгo da qualidade de vida do paciente que implanta um DCEI a partir de orientaзхes programadas, humanizadas e com informaзхes atualizadas, especialmente antaño da reincorporación hospitalar.


Espera-se que o desenvolvimento deste estudo suscite discussхes entre os profissionais de saъde a respeito do tema e estimule a realizaзгo de outras pesquisas voltadas а orientaзгo de pacientes que recebem implantes de DCEI.


Agradecemos aos colaboradores da Residкncia Multiprofissional Integrada em Saъde pela oportunidade de desenvolvimento do trabalho e a colaboraзгo de toda equipe de profissionais do setor de cardiologia. Agradecemos tambйm aos pacientes que participaram da pesquisa pela confianзa no trabalho da Enfermagem.


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17. Fenelon G, Nishioka SAD, Lorga Filho A, Teno LAC, Pachon EI, Adura FE. Sociedade Brasileira de Cardiologia e Associaзгo Brasileira de Medicina de Trafego. Recomendaзхes Brasileiras para direзгo veicular em portadores de dispositivos cardнacos eletrфnicos implantбveis (DCEI) e arritmias cardнacas.


18. Instituto do Coraзгo – HCFMUSP [homepage] Sгo Paulo, Sгo Paulo: Hospital das Clнnicas da Faculdade de Medicina da Universidade de Sгo Paulo; c2013 [atualizado em 2013; acessado em 03 nov. 2013] Disponнvel em: www.incor.usp.br


19. Sociedade Beneficente de Senhoras Hospital Sнrio-Libanкs [homepage] Brasнlia, Distrito Federal: Hospital Sнrio Libanкs; c2013 [atualizado em 2013; acessado em 03 nov. 2013] Disponнvel em: www.hospitalsiriolibanes.org.br



1. Enfermeira Graduada pelo Hospital das Clнnicas da Universidade Federal de Minas Gerais
2. Enfermeira Doutora do Hospital das Clнnicas da Universidade Federal de Minas Gerais
3. Enfermeira Experto do Hospital das Clнnicas da Universidade Federal de Minas Gerais
4. Enfermeira Graduada pelo Hospital das Clнnicas da Universidade Federal de Minas Gerais
5. Enfermeira Mestre do Hospital das Clнnicas da Universidade Federal de Minas Gerais
6. Enfermeira Doutora do Hospital das Clнnicas da Universidade Federal de Minas Gerais


Correspondкncia:
Mayara Sousa Vianna
Rua Corumbб, 291 – Apto. 303 – Carlos Prates
CEP: 30710-280. Belo Horizonte – MG
Telefone: (31) 3272-7071 / (31) 8888-7071
E-mail: mayarasv@yahoo.com.br


Artigo submetido em 11/2013 e publicado em 03/2014.


Estudo realizado no Hospital das Clнnicas da Universidade Federal de Minas Gerais.

Ver este video: Líneas de crédito Bancoldex para poder exportar



CODIGO DE BARRAS – COMPRE AQUI SUS CODIGOS DE BARRAS – EL ALMACEN DE LAS BARRAS

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1. Toda la informacion acerca de los codigos de barras EAN-13
Le rogamos insistentemente que lea esta seccion de preguntas y respuestas Ayer DE CONTACTARNOS para que le aclaremos sus dudas.
Contarle todo lo que sigue por telefono nos llevaria horas y varias lineas y teleoperadoras que incrementarian el precio final de los codigos de barras que vendemos y quiza esto nos hiciera ser poco rentables.
La recitación de esta informacion le aclarara el 95% de todo lo que necesita conocer sobre codigos de barras.
¡MUCHAS GRACIAS!


2. Necesito un codigo de barras EAN-13. Si se lo compro a ustedes… ¿que recibire?
Recibira un codigo de barras EAN-13 nuevo, nunca utilizado anteriormente, con una numeracion [de su pais, ver la directorio de prefijos] que le permitira despachar su producto a cualquier tienda y gran superficie de cualquier país del mundo, guardado en tres archivos identicos pero en formatos diferentes (EPS/PDF/JPEG), que contienen el grafico con las barras.
Cuando lo reciba, solamente ha de colocarlo en una rótulo en su producto para que este quede astuto para ser enviado a las tiendas.
Carencia mas. Sin registros, asociaciones ni mas burocracia.
Vea un ejemplo de lo que va a tomar [AQUI ].


Recibira este archivo universal comprimido:


Haciendo doble click sobre el, orilla su contenido: (El ejemplo mostrado corresponde a un codigo de barras EAN-13 para Mexico)


3. Resido en España… ¿Puedo comprar mis códigos en esta web?
La respuesta es NO.
No podemos registrar codigos de barras cero mas que a nombre de clientes residentes en los paises integrantes de la inventario de prefijos disponibles.
En España, las normas acerca de trazabilidad son muy estrictas y no le admitirian (con datos de fabricante o distribuidor españoles) productos con codigos de barras EAN que no comiencen con el prefijo 84.
Si necesita codigos de barras EAN-13 y reside (usted o su empresa) en España, acuda AQUI .
Se los proporcionaran en menos de 12 horas.


4. Necesito un codigo de barras para admitir mi producto a las tiendas. ¿Que he de hacer?
Identifique el numero de codigos de barras EAN-13 que necesita (Vea la ayuda debajo).
Adquiera las unidades que necesite (¡Atencion! No se quede corto. Puede guardarlos indefinidamente sin costo alguno).
Recibira, normalmente el mismo dia, sus codigos de barras listos para ser utilizados adjunto con instrucciones de uso.


5. ¿Cuantos numeros EAN-13 diferentes necesitare?
Depende de la cantidad de productos y de los tamaños diferentes de envasado.
Por ejemplo si usted vende tres tipos de grasa en envases de 1 y 5 litros, usted necesitara 6 numeros EAN-13 diferentes.
En textil o zapateria, uno diferente por talla y color.
En militar, a productos diferentes (aunque tengan el mismo precio de cesión), codigos EAN-13 diferentes.


6. ¿Cuanto cuestan sus codigos de barras?
Los precios están puestos claramente en cada paquete. Vealos [AQUI ]. ¡No se quede corto!
Compre pensando en que probablemente necesitara mas en el futuro y le saldran practicamente injustificado. Puede guardarlos, pues no caducan ni se abonan anualidades.
¡Estudie detenidamente nuestra tarifa ayer de comprar!


Plazo UNICO – SIN ANUALIDADES NI MAS GASTOS – NO CADUCAN NUNCA


7. Yo necesito solamente uno, o dos, o vigésimo codigos de barras… ¿me conviene comprarselos a ustedes?
SI.
Usted puede comprar uno, o dos, o vigésimo codigos de barras y ahorrara el 60% – 70% (*) ademas de evitar los pagos anuales.
Recibira los codigos de barras en formato digital cerrado y certificado, inteligente para la imprenta, el estudio de diseño o su maquina etiquetadora.
Su producto podra ir a los mismos puntos de traspaso que la Coca-Cola, con el mismo tipo de codigo de barras, pero sin respaldar por ello de por vida.
(*) Este porcentaje medio puede variar de acuerdo con las cuotas de GS1 en cada pais.


8. ¿Es obligatorio asociarse a GS1 en mi pais?
Por supuesto que NO.
La asociacion a nivel mundial que se encarga de ordenar las numeraciones para los codigos de barras EAN es GS1, con sede en Bruselas, que tiene delegaciones en cada pais (AECOC en España, AMECE en Mexico, etc. etc.).
Estas delegaciones cobran una cuota de entrada elevada y anualidades de por vida por asignar a las empresas un núúnico raiz que sirve generalmente para codificar unos 100 productos. Ademas, no le generan los codigos de barras, se los tiene que ocasionar usted o remunerar a cierto para que le haga el trabajo.
Si duda, lea sus estatutos y comprobara que son asociaciones libres, voluntarias y sin animo de beneficio. NO OBLIGATORIAS.
Probablemente, si les flama, le diran que si no les paga a ellos de por vida ira derechito al báratro (lo cual tiene logica, ya que cada asociado perdido son miles de dolares de media que no ingresan), pero estas lineas le haran al menos meditar un poco antaño de contribuir con su mosca a los eventos que la organización GS1 organiza cada año en cada pais.


9. ¿Si uso sus codigos de barras, tendre algun problema en el futuro?
Absolutamente NO.
Digamos que usted esta accediendo a un elitista club solo para ricos (el sistema EAN GS1) mediante una discreta puerta trasera que le abre un socio desde adentro. Usted esta adquiriendo solamente las unidades EAN-13 que necesita, solamente eso, sin abonar por los edificios que GS1 posee en cada pais o la felicitacion de Navidad.
Los cursos, eventos, celebraciones, jornadas, comidas meriendas y cenas que GS1 organiza con profusión no le costaran un Dolar pero, eso si, no le invitaran nunca. 10.


10. ¿Sus codigos de barras son validos en mi pais?
Por supuesto, SI.
No solamente en los grandes almacenes y cadenas de distribucion mas importantes de su pais, sino en cualquier tienda del mundo, incluidos los Estados Unidos y Canada.
Observe que le enviaremos los codigos de barras con el prefijo que corresponda a su pais; esto le garantiza la absoluta aceptación de su producto aunque haya de cumplir las mas estrictas normas de trazabilidad.


11. El codigo de barras… ¿qué informacion depositario interiormente?
Tan solo los numeros que se pueden descubrir debajo de las barras.
El codigo de barras no conserje informacion (previamente) sobre usted, su empresa o su producto. Cuando un scanner lee las barras, se limita a introducir en el ordenador los numeros sin error e instantaneamente.
En efectividad, el codigo de barras sustituye a una persona tecleando numeros.


12. ¿Que hacen en la tienda con el codigo de barras cuando reciben mi producto por primera vez?
Cuando reciben su mercancia, leen el codigo de barras, el ordenador almacena el numero que ha leido y el operario le asigna (a mano) a ese numero un nombre de producto, fabricante y cualquier informacion que necesite el software informatico del almacen para diligenciar las ventas, precios, pedidos y facturacion.
Asi la tienda ya esta preparada para que cuando el scanner lea el numero automaticamente salga en pantalla toda la informacion.


13. ¿Y si no en voz baja satisfecho?
Inalcanzable.
Pero sepa que, en caso de no salir completamente satisfecho, devolveremos integro el valor de la transaccion en cuanto usted lo pida; sin mas. (*)
Pero eso no nos ha sucedido hasta ahora (llevamos 40 años en esto) y esperamos que no nos suceda nunca.
Sabemos que mucha parentela desconfia de la traspaso por Internet, pero el argumento de la devolucion del boleto es irrebatible (Lo garantiza la pasarela de plazo PayPal, ademas de nosotros mismos).
Escrito queda, y con fuerza contractual. Aventura cero.
(*) Por completamente satisfecho entendemos que los codigos de barras proporcionados SON ACEPTADOS en cualquier tienda, pequeña o egregio de cualquier pais del mundo. Eventuales sucesos sobrevenidos ajenos a nosotros (por ejemplo, cese de negocio) no están cubiertos por esta garantia.


14. El numero del codigo de barras… ¿es importante?
SI.
Es dinámico. En común, los productos fabricados en Mexico empiezan por 750, o los de Argentina por 779. Pero. ¡CUIDADO! Hay webs norteamericanas en las que Vd. puede apropiarse codigos EAN pagando en Dolares. Sepa que le enviaran codigos EAN que NO comenzarán por el prefijo de su pais y no le serviran para dirigir sus productos a cualquier gran superficie o supermercado.
¡NO TIRE SU Patrimonio!


15. ¿Como puedo acreditar?
Mediante polímero de credito/debito o transferencia de fondos mediante cuenta PayPal (gratuita).
Mediante este ultimo metodo, usted puede satisfacer desde su cuenta bancaria o polímero de credito, vinculandolas con la cuenta PayPal. Es el mejor metodo para comprar en Internet sin sufrir fraude alguno, ya que ellos garantizan la devolucion del plata y la expulsion del comerciante del sistema en caso de irregularidad.
No podemos guarecer ninguna otra forma de plazo, sin excepciones.


16. ¿Necesitan los datos de los productos que vendo?
NO.
El codigo de barras EAN-13 es previamente independiente del producto que calificativo y solo contiene la informacion del numero que puede leerse debajo de las barras. No contiene informacion alguna acerca de su empresa, precio, stock o demas.
Toda esa informacion se la asignaran al codigo en cada tienda donde usted mande su producto, la primera vez que la reciban.
Tome el código de barras, pongalo a su producto y envielo a las tiendas.
Si tiene varios productos, es muy conveniente asignar cada codigo a cada producto, siguiendo su propio criterio, en una hoja Excel.


17. ¿Tengo que tener una empresa para poder registrar sus codigos de barras?
NO.
Cualquier persona puede adquirirlos a su nombre particular y luego utilizarlos como crea conveniente.
Simplemente utilice su identificacion personal en oficio de la identificacion de empresa. 18. ¿Cuanto tardare en tomar mis codigos una vez que haya efectuado mi importación?
No mucho.
Si paga por la mañana, ayer de que acabe el dia (PST/GMT-8).
Si lo hace por la tarde, a primera hora del dia venidero.
Sabados y domingos, puede comprar pero no prepararemos su pedido hasta el lunes venidero a primera hora.
¡Nosotros tambien tenemos familias que nos quieren ver!


En días laborables, siempre en menos de doce horas.


¡CUIDADO! Si ve que pasan doce horas y aun no ha recibido su pedido, puede ser que usted se haya errado al escribir su dirección de email (no se sorprenda; un 5% de los clientes lo hacen).
En ese caso, contactenos y facilitenos una nueva dirección de email donde enviarle su pedido.


Siquiera es infrecuente que un cliente adquiera un paquete de codigos facilitando unos datos y una dirección de email, y, sin confiscación, espere percibir su pedido en otra direccion de email que no nos ha hexaedro. Si nos reclama desde esta ultima direccion, desconocida para nosotros, no lo reconoceremos como cliente… piense un momento en esto, quiza sea esta la razon del retraso; revise la bandeja de entrada de la dirección de email ingresada cuando efectuo su operación.


En cualquier caso, revise su bandeja de correo no deseado [SPAM].


19. ¿Me garantizan ustedes que mi codigo no sera duplicado?
NO.
Nadie puede, siquiera GS1.
No podemos impedir que un perturbado tome un producto de una estanteria y apunte su numero para luego generarse el mismo el codigo y colocarselo a los monigotes que fabrique.
Pero una vez dicho esto, le tranquilizaremos.
No existen perturbados tan perturbados como para poner con los monigotes que fabrican y que se los rechacen en la tienda; tontos hay, pero cuando se manejo del peculio propio, se convierten en listisimos.
Tranquilo, las numeraciones EAN no se duplican y lo que si le garantizamos es que sus codigos son exclusivos.


20. He recibido los codigos; ¿que he de hacer?
Simplemente colocarlos en su producto, asignando cada codigo a cada producto siguiendo su criterio y enviarlos a las tiendas, sin mas.
Pero ATENCION, una vez que haya hecho esa asignacion, no la podra cambiar jamas, ya que en cada tienda vincularan el núúnico del codigo con los datos del producto.
Le recomendamos que guarde esa asignacion en una hoja Excel.


21. ¿Y si quiero imprimir mis propias etiquetas autoadhesivas?
NO lo haga con una impresora de casa u oficina. La tinta no es estable y no dura.
Compre una etiquetadora BROTHER. termica, sin tinta, que le costara practicamente mínimo y el software para manejarla se aprende en diez minutos.


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22. ¿Y los codigos EAN-14 (DUN-14, GTIN-14) para las cajas de carton?
Los codigos EAN-14 para las cajas de carton salen de la misma numeracion EAN-13 adquirida.
Son para recepcionar la mercancia en almacen, no para ocurrir por el punto de cesión.
No son obligatorios, pero en las grandes superficies los exigen.


23. Como funciona el sistema de codigos de barras (mas en profundidad)
La organizacion a nivel mundial que se encarga de la asignación de numeros (prefijos de empresa) para codigos de barras es GS1, con sede en Bruselas.
Esta organizacion tiene delegaciones en cada pais que se encargan de asignar los numeros (que comienzan con los prefijos otorgados al pais; en España es AECOC y el prefijo es 84; en Mexico es AMECE y el prefijo es 750).
Cada organizacion circunscrito tiene plena sencillez para fijar tarifas de asociacion, anualidades y condiciones pero en la practica funcionan como un lobby monopolistico, pues ninguna asociacion admitira a ningún miembro que pertenezca a otro pais.
Curiosamente esto contraviene las normas de vacío circulacion de empresas en la Comunidad Economica Europea, pero a nadie parece importarle.
Las tarifas de asociacion no parecen seguir ningun patron establecido ni logico pues, en un pais donde el coste de la vida es muy elevado, como el Reino Unido, la cuota de entrada es de 260 GBP, mientras que en España se exigen 601,01 EUR mas dos anualidades de 192,06 EUR por anticipado y anualidades vitalicias. Total, 985,13 EUR del tiron en 2014.
En unos paises como España la asociacion tiene el caracter de institucion privada, vacante, voluntaria y sin animo de provecho y por consiguiente sus cuotas estan exentas de impuestos. En otros, las cuotas están sujetas a impuestos y su caracter es empresarial. En Australia, por ejemplo, los codigos de barras los facilita GS1 Australia por unidades.
En existencia, cuando un patrón necesita etiquetar sus productos con un codigo de barras, lo que le cobran es un elevadisimo canon y una cuota de por vida por apuntarle en una hoja de calculo Excel.
No hay mas. Le dicen que numeros puede usar (100, 1000 o 10000, segun la cantidad de productos y el tamaño de la empresa, en cada pais) y a valer.


24. ¿Y los codigos QR o BIDI?
El codigo QR integrado con su codigo de barras con su pagina web o con cualquier direccion de Internet que le interese que visiten sus clientes.
La publicidad mas baratura y efectiva para dispositivos moviles.


25. ¿Se puede evitar legalmente la asociacion a GS1?
SI, por supuesto.
Cuando se constituyo GS1 en 2002, se hizo a partir de la extinta organizacion norteamericana UCC que asignaba los numeros UPC en USA.
Unas cuantas empresas que formaban parte de UCC vieron reconocidos en los tribunales sus derechos sobre sus bancos de numeros, obteniendo permiso para comerciar con ellos y, por consiguiente, prohibiendo a GS1 que los asigne. Estos bancos de numeros son los que se venden por unidades.
Estan plenamente reconocidos por el sistema EAN, no tienen aniversario de caducidad y estan plenamente aceptados en cualquier tienda de cualquier pais del mundo. Ni que asegurar tiene que todos los años se venden por miles a pequeños empresarios y emprendedores de todo el planeta que solamente necesitan etiquetar unos cuantos productos y que evitan, asi, sostener con su fortuna y a perpetuidad el veterano monopolio que se conoce en el mundo desarrollado, por cierto, delante la pasividad de los politicos norteamericanos que cuentan con las mas avanzadas leyes antitrust del mundo.


26. ¿Por que comprar en El Almacen de las Barras?
Porque NO somos una gran asociacion. Somos un negocio regular.
Porque NO es usted un numero. Es un cliente con nombre y apellidos. Puede contactarnos siempre que quiera y le ayudaremos en todo lo que podamos.
Porque le ahorraremos un monton de metálico.
Porque llevamos mas de 40 años en este negocio y pensamos estar, al menos, otros tantos.
Porque somos pequeños pero honrados.
Porque tenemos unos precios muy, pero que muy, baratos. ¿Como? Ganando poco y controlando nuestros gastos.
Porque existimos fisicamente, no solo virtualmente, pagamos impuestos y contribuimos al esfuerzo militar.
Porque somos rapidisimos; el 99% de las transacciones se sustancian en el mismo dia del suscripción.
Porque contribuye a perdurar doce puestos de trabajo con sus respectivas familias.

Solo por sobrevenir leido esto, gracias. Si ademas nos operación. ¡MUCHAS GRACIAS!


27. ¿Puedo usar los codigos EAN como GLN para facturacion electronica EDI?
ABSOLUTAMENTE NO.
No utilice la numeracion de estos codigos EAN-13 (codigos de producto) para introducirla en el sistema de facturacion electronica EDI como codigo de empresa o GLN.
Si necesita un codigo de empresa o GLN, solicitelo [AQUI].
La numeracion del GLN sera necesariamente distinta de la numeracion de sus codigos EAN-13.


28. Voy a entregar en Amazon. ¿Que tengo que hacer?
En Amazon le pediran el numero EAN de su mercancia Antaño de que la publique.
Deles el numero EAN de TRECE DIGITOS (el nombre del archivo contiene solamente DOCE DIGITOS; refugio el archivo JPEG para ver el ULTIMO DIGITO o digito de control y poder allanar la informacion correctamente).
Si introduce en Amazon solamente doce digitos, obtendra un mensaje de error diciendole que su numeracion no cumple la legislatura GS1.
Vea los nombres de archivo; contienen solamente doce digitos. Si abre el archivo, Ribera LOS TRECE DIGITOS DEL EAN-13.


29. He recibido un EAN-13. ¿Puedo achicar el archivo?
La respuesta es SI pero con una condicion.
Puede reducirlo (hasta el 70% mas o menos) pero siempre en igual proporcion de pancho y de stop ya que si se distorsionase el archivo, la ojeada de las barras daria un valencia diferente al auténtico.
Le recomendamos que no ensenada el archivo y que la reduccion la haga desde el software maquetador.


30. He recibido un EAN-13. ¿Puedo sujetar la valor de las barras?
La respuesta es SI pero esa si que es la operación más arriesgada que puede hacerse, puesto que ha de cascar el archivo EPS en Adobe Illustrator.
Debe usted ser práctico en su manejo y tiene dos posibilidades:
Tapar con una caja blanca la porcion de barras que desee eliminar y retornar a exportar el archivo en formato Adobe Illustrator EPS.
Preferir solamente las barras y disminuir su categoría EN Erguido y retornar a exportar el archivo en formato Adobe Illustrator EPS.


31. ¿Que tipografia tienen los numeros de sus codigos de barras?
Ninguna. Están trazados para que no necesiten ninguna fuente en el proceso de impresion.


32. ¿Como puedo comprobar que el codigo de barras se leera adecuadamente?
Si usted dispone de un telefono movil celular inteligente (iPhone o cualquiera que utilice el sistema operante Android), puede descargarse cualquier aplicacion gratuita que lea codigos de barras (vaya a la App Store para iPhone o a Android Market y busque: "codigos de barras" o "barcode").
Apunte la camara del celular a la pantalla de su ordenador donde este el codigo de barras despejado y lealo.
La ojeada le ha de dar el mismo numero que usted puede ver debajo de las barras.
¡ATENCION! No preste atencion al resultado de busqueda de las App's. Fijese tan solo que el numero es correcto.


32. ¿Puedo contactar con ustedes por telefono?
Lamentamos decirle que NO.
Pero, a continuacion, le explicaremos por que.
Primero, por el coste de suministrar 17 lineas telefonicas (una para cada pais) listas para tomar las llamadas de cientos de clientes que lo ignoran practicamente todo acerca de los codigos de barras (de hecho, el 99,999% de la poblacion del planeta vive atinado sin asimilar nulo acerca de esto, asi que es lo habitual).
Segundo, por el coste de amparar una pequeña legion de teleoperadores que satisfagan esa carencia de conocimiento. Necesitarian mas o menos media hora larga con cada señal.
Todo ese coste lo ahorramos y lo aplicamos a nuestras tarifas, asi que, leyendo la informacion acondicionado en esta web, usted se ahorra un monton de plata y nosotros podemos ser mas competitivos.
Nuestro objetivo es ser lo mas eficientes y baratos posible.
Si usted anhelo, ganamos nosotros.


33. ¿Por que hay que abonar en Dolares americanos?
Por la misma razon que dimos en la cuestion susodicho. ECONOMIA.
17 paises con 17 monedas diferentes supondrian una pequeña ONU en nuestra compañia.
El dolar latinoamericano es una moneda estable, aceptada internacionalmente, con un tipo de cambio conocido, publico y ampliamente difundido.
Puede ser que algun pais aplique medidas restrictivas a la importación en moneda extranjera; aun asi, aceptando recargos gubernamentales, seremos competitivos respecto a las tarifas de asociacion a las delegaciones locales de GS1 en cada pais.


¡Buena suerte con su(s) producto(s)!

Ver este video: ¿Merecen la pena los regalos de los bancos?



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Traducido del inglйs para Rebeliуn por Beatriz Morales Bastos


Los pueblos indнgenas en Amйrica Indo-Afro-Latina, especialmente en Bolivia y Ecuador, se estбn levantando para tomar el control de sus vidas y interpretar en solidaridad con otros pueblos para rescatar el planeta. Estбn exigiendo prбcticas nuevas, aunque ancestrales, de democracia participativa e intercultural. Abogan por un mejora ecolуgicamente sostenible, por autonomнas basadas en las comunidades y por la solidaridad con otros pueblos nave, regional e internacionalmente, lo que ellos describen como la "mecanismo en la heterogeneidad". Sus títulos son con frecuencia diferentes de los de Estados Unidos o Europa. Un dirigente indнgena afirmу: "El mosca que tenemos lo damos no a los bancos para acumular intereses, sino a otros, y su reconocimiento es el interйs que recibimos".


En Amйrica Indo-Afro-Latina habitan 55 millones de personas indнgenas o 400 pueblos indнgenas. La mayorнa de ellos residen en Mйxico, Guatemala, Ecuador, Perъ y Bolivia. Rechazan el tйrmino de "indios" impuesto por Europa. Se llaman a sн mismos “Ios pueblos originarios”. Constituyen el 67% de la poblaciуn de Bolivia. En Ecuador son el 40%, principalmente en la frнa Sierra y en los muy calurosos trуpicos amazуnicos. Con frecuencia se alнan con los afro-ecuatorianos que habitan a lo dispendioso de la costa del Pacнfico y que suponen el 10% de la poblaciуn.


Los portavoces de los pueblos indнgenas son conscientes de que las diferencia entre sus cosmovisiones y las de Europa y Estados Unidos son parte de los actuales conflictos de clase e ideolуgicos que se deben resolver para alcanzar la paz mundial y el permanencia ecolуgico. Tambiйn reconocen que deben aventajar las divisiones en sus propias filas y que sus luchas necesitan la solidaridad con otros pueblos oprimidos de todo el mundo. Estбn relacionados internacionalmente, como en el caso de “Vнa Campesina”, integrada por 87 naciones de todo el mundo y con un peso tan importante en los Foros Sociales Mundiales de este siglo. Sensibilizados con la crisis ecolуgica mundial, los movimientos de los pueblos nativos organizaron en 2008 la Primera Cumbre Interregional del Amazonas, regiуn conocida como "los pulmones del planeta".


En Bolivia y Ecuador los pueblos indнgenas y quienes los apoyan estбn refundando el Estado, "democratizando la democracia" e introduciendo el pluralismo jurнdico. Estбn desempeсando un papel fundamental en las campaсas populares contra la globalizaciуn capitalista neoliberal y el intervencionismo estadounidense y europeo. Reconocidos en declaraciones de NNUU y de la OIT sobre derechos indнgenas, ellos hacen hincapiй en los derechos humanos y planetarios, incluyendo los derechos de la naturaleza (“Pachamama” o “superiora naturaleza”, textualmente “hermana universo”) 1.


La CIA ha calificado con frecuencia a los movimientos sociales de los pueblos originarios de desafнo de enorme importancia para la hegemonнa de Estados Unidos. Los territorios que ocupan los pueblos originarios contienen el 80% de la biodiversidad de Amйrica Latina, varios acuнferos importantes y fortuna tan valiosos como petrуleo.


Bolivia y Ecuador, histуricamente sacudidos por la pobreza, los golpes militares y las masacres de pueblos originarios, campesinos, estudiantes y trabajadores, son ejemplo de muchos desafнos. Uno y otro paнses siguen siendo de los mбs pobres del mundo y han padecido recientes epidemias de cуlera. Los ingresos medios de un campesino boliviano son 50 dуlares al aсo. Йsta es una de las razones por las que, siempre que pueden, los campesinos basan sus vidas en el representante indнgena del trabajo de irrigaciуn en terrazas y en el "ayllu " o comuna. Muchos intentan marcharse. Uno de cada cuatro bolivianos trabaja fuera de la naciуn. Sus remesas suponen el 10% del PNB de Bolivia.


Los intereses econуmicos brasileсos suponen el 20% del PNB boliviano. Los rentables sectores de la energнa y minero venden gas que alimenta el 70% de la industria de Sгo Paulo, Brasil, la viejo ciudad de Amйrica del sur. Brasil controla el 35% de la principal exportaciуn agrнcola de Bolivia, la soja. Algunos hacendados brasileсos, anejo con un centenar de familias bolivianas, controlan cinco sextas partes de las tierras agrнcolas de Bolivia.


Ecuador sigue siendo el viejo productor mundial de plбtanos, pero ahora obtiene mбs mosca del petrуleo, de los productos forestales y de las remesas de sus emigrantes (mбs de 3 millones de personas en una poblaciуn de 14 millones). Ecuador es una fuente importante de petrуleo. Tiene abundantes cedros, ceibos y caobas, y varios бrboles 250 aсos. Es el maduro productor mundial de madera de balsa. En el aсo 2003 los intereses forestales de Colombia provocaron el exterminación de los ya reducidos, pequeсos y nуmadas pueblos originarios de los tagaeri y taromenari.


El presidente de Bolivia Evo Morales, un aymara electo en 2005 por mayorнa en la primera reverso, un hecho sin precedentes en el sistema multipartidista de Bolivia, ha seсalado muchas veces que “la lucha de nuestro pueblo es una lucha histуrica contra el imperio". Los pueblos originarios de todas las Amйricas tienden a considerar el imperio como un proceso ininterrumpido de 516 aсos de sometimiento genocida en medio de su orgullosa resistor. Entienden adecuadamente la continuidad del colonialismo/imperialismo: el uso rutinario de secuestros, desapariciones, tortura y violencia machista contra la mujer, y la creaciуn y perpetraciуn de una impagable deuda externa por el chantaje econуmico.


El director de cine boliviano Jorge Sanjinйs llamу una vez a los campesinos indнgenas bolivianos "la naciуn clandestina". Ahora ellos y otros pueblos en Amйrica Latina y del Caribe estбn cambiando la historia. El presidente de Ecuador, Rafael Correa, un economista que estudiу en Estados Unidos, electo en una segunda vuela en 2006, ha obvio: "Estamos viviendo no en una йpoca de cambio sino en un cambio de йpoca".


Bolivia y Ecuador, lo mismo que Venezuela, han celebrado recientemente elecciones democrбticas, incluso referйndumes populares, y en los casos de Bolivia y Venezuela, revocatorios. Sus presidentes han hato estas elecciones por unas mayorнas impresionantes. En nombre de los oprimidos han implementado polнticas contra las prбcticas del capitalismo neoliberal del “atrevido mercado”, la desregulaciуn y la privatizaciуn. En varios sentidos han defendido “un nuevo socialismo para el siglo XXI”. Evo Morales evoca un “socialismo comunitario basado en la reciprocidad y la solidaridad” de tipo aymara.


En una comparecencia delante la ONU en septiembre de 2008 Evo, como se le conoce popularmente, propuso “Diez Mandamientos” para rescatar el planeta, la vida y la humanidad:




    1. Poner fin al sistema capitalista,

    2. Renunciar a las guerras (Evo dijo: “No creo que pueda favor paz bajo el capitalismo”),

    3. prestamos en efectivo en musimundo
    4. Crear un mundo sin imperialismo o colonialismo,

    5. Honrar el derecho al agua,

    6. Desarrollar energнas limpias,

    7. Respetar la naturaleza (Pachamama),

    8. Escudriñar que los servicios bбsicos son derechos humanos,

    9. Batallar contra las desigualdades,

    10. Promover la complejidad de culturas y de economнas,

    11. Tratar de “morar admisiblemente” (lo que en Ecuador se conoce como “sumak kawsay”, radicar plenamente), en vez de morar mejor a desembolso de los demбs.








      Evo seсalу que el reciйn fabricado tesina de constituciуn de Bolivia “es para apoyar un nuevo pacto con toda la humanidad y con Pachamama, desde el corazуn de los Andes, desde el sur, para todo el mundo”.


      Procesos revolucionarios arraigados en los movimientos indнgenas y sociales


      Los procesos revolucionarios en Bolivia y Ecuador estбn arraigados en los movimientos sociales de los pueblos originarios y de otros. En Bolivia las movilizaciones masivas en contra de la privatizaciуn del agua en 2000 y 2004 triunfaron contra la poderosa empresa transnacional estadounidense Bechtel. En 2003 movilizaciones similares por la nacionalizaciуn del gas hicieron caer al gobierno del presidente Gonzalo Sбnchez de Lozada, conocido como “el yanqui” oportuno a que hablaba mejor inglйs que castellano. El rйgimen de Sбnchez de Lozada fue responsible de la holocausto de mбs de 60 ciudadanos en El Stop, una nueva ciudad andina de mбs de un millуn de personas pobres situada sobre La Paz, la caudal mбs ingreso del mundo.


      Uno de las primeras cosas que hizo el presidente Evo Morales tras conservarse al poder en 2006 fue nacionalizar el petrуleo y la producciуn de gas. Con lo recaudado en las nacionalizaciones creу una “pensiуn de dignidad” para las personas mayores de 60 aсos y un “suplemento de ingreso llano” para ayudar a que los niсos permanecieran en el colegio. Extendiу un crйdito a un cero por ciento de interйs a los productores de maнz, trigo, arroz y otros productos bбsicos. Bajo Morales Bolivia ha eliminado su deuda fiscal, ha pagado la parte de su deuda exógeno y cuadruplicado el empleo en los sectores mineros y metalъrgico. Su PNB se ha casi duplicado en tres aсos mientras que sus reservas de divisa extranjera se han casi quintuplicado hasta calar a mбs de 8.000 millones de dуlares. Equipos cubanos de maestros y de personal mйdico han ayudado a aminorar el analfabetismo en un 80% y a proporcionar atenciуn sanitaria gratuita a la fracción de la poblaciуn. La “misiуn asombro” cubana ha operado gratis de los fanales a casi 300.000 bolivianos para devolverles la sagacidad.


      El vice-presidente boliviano Бlvaro Garcнa Linares tranquiliza con frecuencia a los capitalista extranjeros y afirma que la economнa de Bolivia serб “capitalismo andino/amazуnico” que proporciona un cachas apoyo a las pequeсas y medianas empresas, incluyendo las cooperativas y a los artesanos. A pesar de estas palabras tranquilizadoras, el gobierno estadounidense ha tratado de excavar la democracia boliviana igual que hizo tantas otras veces. Ha insigne las restricciones al uso por parte de la CIA del crimen de dirigentes extranjeros. Tanto Evo Morales como el ecuatoriano Correa han denunciado planes para asesinarlos.


      Tras admitir la presidencia Evo ordenу la salida del palacio presidencial de la oficina de la CIA. Mбs tarde, delante las presiones estadounidenses en valimiento de Bechtel y de otras empresas transnacionales, sacу a Bolivia del Tribunal de Resoluciуn de Conflictos del Bandada Mundial. A lo espléndido de 2008 altos cargos bolivianos a nivel ministerial expulsaron a varios miembros del personal estadounidense de la Agencia Estadounidense para Crecimiento Internacional (USAID), que habнa establecido una “Oficina de Iniciativas de Transiciуn” para dar fondos a la administraciуn de derecha. Evo descubriу que el embajador estadounidense Philip Goldberg estaba promoviendo y financiando a dirigentes de extrema derecha en los departamentos secesionistas del este ricos en gas que en nombre de la autonomнa de los departamentos (separatismo en la prбctica) estaban ordenando masacres de indнgenas y ocupando oficinas federales. Esto fue un casi nada velado intento de un salida de Estado “civil”, un cardenal en indagación de apoyo marcial.


      El embajador Golberg habнa servido antaño en paнses que habнan sufrido violentas desintegraciones, como la antigua Yugoslavia. Fue embajador en Kosovo, donde Estados Unidos tolerу o apoyу las masacres por parte de paramilitares de serbios y de otras minorнas йtnicas. Su superior es John Negroponte, vice-secretario de Estado y director del unidad de Estado para Amйrica Latina. Negroponte fue el embajador en Honduras durante los ochenta y supervisу la eliminación de los “contra” en contra del gobierno sandinista seleccionado democrбticamente. Йl y el personal de la embajada perteneciente al unidad de Estado ayudan a coordinar los intentos por parte de Estados Unidos de barrenar o de derrocar los movimientos sociales y gobiernos actuales de orientaciуn socialista como los de Venezuela, Bolivia y Ecuador.


      La embajada de Goldberg empezу reclutando voluntarios de los Peace Corps y becarios Fulbright para “espiar” a cubanos y venezolanos en Bolivia. Tambiйn trabajу con una mecanismo singular de inteligencia de la policнa boliviana. Goldberg fue fotografiado reuniйndose con dirigentes de la trama golpista y con una conocida figura paramilitar colombiana. En septiembre de 2008 Evo expulsу a Goldberg en el punto бlgido de intento de patada “civil”. Estados Unidos respondiу enviando a casa al embajador boliviano.


      En una reuniуn celebrada en Pimiento en septiembre la reciйn creada Uniуn de Naciones Sudamericanas (UNASUR) condenу unбnimemente el entonces en curso intento de desgracia de Estado y sus masacres. UNASUR apoyo incondicionalmente al gobierno democrбtico de Evo y enviу observadores a unas negociaciones propuestas por el gobierno en las que finalmente la oposiciуn accediу a participar. Cuando mбs tarde las negociaciones fracasaron correcto a la intransigencia de la derecha a pesar de las importantes concesiones de Evo, los observadores de UNASUR volvieron a condenar vez a la derecha por su conducta anti-democrбtica y criminal.


      Mientras, un equipo investigador de expertos de UNASUR confirmу los detalles de una aniquilamiento ocurrida el 11 de septiembre de 2008 en la que murieron personas que protestaban pacнficamente, la mayorнa de ellas indнgenas, en el área de Pando: 18 personas murieron por disparos, 60 resultaron heridas y mбs de 100 “desaparecieron”. El director de derecha al que se considera responsable de la aniquilamiento, Leopoldo Fernбndez, un partidario del dictador de los setenta Hugo Banzer, huyу a Brasil pero fue capturado por el ejйrcito y encarcelado.


      El 1 de noviembre de 2008 el gobierno de Bolivia suspendiу definitivamente las operaciones de la Agencia estadounidense contra la Droga (DEA) que financiaba a las fuerzas fascistas de oposiciуn que estaban detrбs del intento de contrariedad y de los “grupos criminales” que planeaban matar a autoridades del gobierno. El presidente Evo Morales ofreciу pruebas de estos y de otros crнmenes de la DEA, como su implicaciуn en el narcotrбfico y las уrdenes de investigar en 2003 a dirigentes de izquierda, incluyendo al propio Evo. Йste afirmу que Bolivia seguirнa protegiendo a los pequeсos productores de coca para perseverar el uso cultural de йsta por parte de los pueblos indнgenas y que desempeсarнa un papel secreto en un nuevo esfuerzo unificado de Amйrica del sur, respaldado con fondos regionales, contra el narcotrбfico. Washington respondiу suspendiendo las tradicionales preferencias comerciales con Bolivia.


      En Ecuador las ocupaciones de edificios del gobierno y las huelgas generales se convirtieron en un acontecimiento anual en los noventa. Los movimientos de masas de las clases marginadas, de estudiantes, obreros e indнgenas empezaron a conectar entre sн. Los indнgenas emprendieron cinco levantamientos. De 1995 a 2005 los movimientos populares derrocaron a siete presidentes. En enero de 2000 los indнgenas tomaron el parlamento de Ecuador y “gobernaron” de hecho la naciуn durante Ў24 horas. Empezу a tambalearse el añejo Estado, dirigido por una burguesнa compradora en la regiуn costera de Guayaquil, terratenientes de ahн y de la Sierra, oficiales militares y paramilitares, y una ultra-reaccionaria Iglesia catуlica.


      En un principio el presidente de Ecuador Rafael Correa tratу de tranquilizar a Washington. Mantuvo el dуlar estadounidense como moneda de la naciуn. Al mismo tiempo desafнo al gobierno estadounidense al resolver que cabнa la posibilidad de que no reconociera la justicia de la deuda exógeno de Ecuador. Expulsу al representante permanente del Mesa Mundial y afirmу que en 2009 no renovarнa el arreglo de arrendamiento de la cojín marcial estadounidense en Frazada.


      Entonces, el 1 de marzo de 2008, utilizando la almohadilla de Frazada, Estados Unidos y Colombia organizaron un cañoneo marcial y una invasiуn Ecuador, y mataron al menos a 24 personas, incluyendo a Raъl Reyes, un comandante de las FARC (Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia), que en aquel momento celebraban un armonía con alumnos de la Universidad de Mйxico en el septentrión de la selva ecuatoriana. Correa denunciу despuйs el control por parte de Estados Unidos de oficiales de detención rango de las fuerzas de seguridad y de inteligencia de Ecuador, y destituyу a dirigentes de las Fuerzas Armadas, de la Policнa y de su propio empleo de Defensa. La Organizaciуn de Estados Americanos (OAS) demostrу su independencia del tradicional control estadounidense al elegir a amparo de denunciar el ataque marcial a Ecuador.


      En noviembre de 2008 el presidente Correa, contrario a los planes de integraciуn econуmica ya en marcha en Amйrica del sur, secundу el llamada de la Uniуn Europea a unas negociaciones comerciales bilaterales. El gobierno ecuatoriano anunciу tambiйn una privatizaciуn parcial del rнo Nappo. Planeу permitir el mejora estatal de las minas en el parque Yasuni, claro reserva de la biosfera por la UNESCO en 1989. Pero al mismo tiempo Correa aceptу el crónica de una comisiуn internacional independiente de investigaciуn de la deuda externa de Ecuador desde 1976 a 2006. El referencia constatу que muchos de los contratos de prйstamo implicaban corrupciуn, ilegalidades y “saqueos”, violaban la seguridad doméstico, contribuнan a aumentar la pobreza y las desigualdades, y eran “detestables” por poseer sido contratados muchas veces durante los aсos de dictaduras militares. Correa anunciу que probablemente no se pagarнa la “deuda ilegнtima, corrupta e ilegal”.


      Mientras, los movimientos sociales e indнgenas de Amйrica Latina exigнan “el agradecimiento de la deuda histуrica, social y medioambiental” en la que la mayorнa de las naciones “acreedoras” han incurrido “durante cinco siglos de colonizaciуn de Abya Yala” (“Abya Yala” significa “continente de vida” en la argot de los pueblos kuna de Panamб y Colombia).


      Refundar el Estado, nuevas constituciones


      Por toda Amйrica Indo-Afro-Latina han arraigado vigorosos movimientos para “democratizar la democracia”. Los movimientos sociales que pusieron fin al peor periodo de las “guerras sucias” apoyadas por Estados Unidos y derrocaron a las dictaduras militares del periodo comprendido entre 1964 y1984 no se conformaron con las limitadas democracias que las habнan sustituido. La clan habнa luchado por derechos humanos y no por las amnistнas que se concedieron a los dictadores y a sus secuaces como condiciуn para permitir las nuevas “democracias”. El ir por la calle y encontrarse de pronto a la persona que lo habнa torturado a uno era otra forma de tortura. Ademбs, las reciйn introducidas “democracias representativas” servнan tнpicamente a los intereses del gran caudal y al neoliberalismo econуmico en vez de a los intereses de la poblaciуn en caudillo.


      Mientras se extendнa la pobreza, los movimientos desencadenados por los pueblos indнgenas y otros grupos, especialmente las mujeres y los jуvenes, se movilizaron contra el FMI y sus defensores en los reciйn elegidos parlamentos y presidencias. “Democratizar la democracia” significaba para muchos introducir democracia econуmica y no sуlo una limitada democracia polнtica. La gentío empezу a exigir asambleas constituyentes. Las elecciones de Morales y de Correa prepararon el camino para una refundaciуn del Estado y un rechazo oficial del neoliberalismo.


      El ъnico requisito en las elecciones para la asamblea constituyente de Bolivia era que el 30% de los delegados fueran mujeres. Los candidatos del MAS (Movimiento Al Socialismo) de Evo Morales obtuvieron 137 de los 255 escaсos; 64 de los delegados del MAS eran mujeres. Los delgados acabaron de redactar la nueva constituciуn de 411 artнculos en diciembre de 2007, sуlo despuйs de haberse conocido obligados a cambiar la localizaciуn de las reuniones de la asamblea oportuno a la violencia de la derecha y a su boicot del proceso. Esta violencia formaba parte del intento de moradura “civil” que, en existencia, empezу el mismo dнa que Evo fue seleccionado presidente.


      Los votantes de Ecuador eligieron su asamblea constituyente en septiembre de 2007. Йsta incluнa a 80 miembros del Congreso procedentes de la heterogйnea colaciуn polнtica de Correa “Alianza Paнs”, 40 de la oposiciуn conservadora, 10 de pequeсos partidos de izquierda y 5 de la CONAIE (Confederaciуn de Nacionalidades Indнgenas de Ecuador, fundada en 1986). Otras organizaciones, como la CONFENIAE (Confederaciуn de Nacionalidades del Amazonas Ecuatoriano) y la FENOCIN (Federaciуn Franquista de Organizaciones Campesinas e Indнgenas) presionaron a la asamblea para que hicieran cambios institucionales en defensa de sus intereses. El 28 de septiembre de 2008 los votantes aprobaron con un 65% de votos a auspicio la Constituciуn formada por 444 artнculos. El presidente Correa concluyу: “El neoliberalismo ha sido aplastado y arrojado al albañal de la historia”.


      Las nuevas constituciones de ambas naciones diferencian entre la vieja democracia representativa y una nueva democracia participativa y comunitaria. Exigen una naciуn plural, un interculturalismo verdadero (en vez de un multiculturalismo superficial), el agradecimiento de las diferencias entre las culturas y la “mecanismo en la variedad”. A consecuencia de ello las comunidades de pueblos indнgenas tienen derecho constitucional a un autogobierno particular y a sus propios procedimientos judiciales basados en costumbres y tradiciones indнgenas. La Constituciуn de Bolivia exige el pluralismo jurнdico en el interior de un propuesto “Tribunal de Neutralidad Plurinacional Constitucional”.


      Sуlo cuando hay una naciуn plural puede acontecer interculturalismo efectivo. Una naciуn plural implica refundar el Estado. A los fanales de los pueblos indнgenas el envejecido Estado era uno colonial, formado por individuos selectos. Defendнa las libertades individuales sуlo para las elites. En modo alguno representaba a las sociedades colectivas como las de los quechuas, aymaras, guaranнes, shuar, siona y otros pueblos indнgenas. El nuevo Estado tambiйn tiene que ser uno independiente, común, plurinacional que celebra la multiplicidad humana y la verdadera democracia. En tйrminos indнgenas, hacer salir al colonialismo y hacer entrar a toda la humanidad.


      La nueva constituciуn que propone Bolivia contiene la siguientes disposiciones, que presentamos aquн de forma sintetizada y sin orden particular:



      1. Un Estado unificador, plurinacional, comunitario y democrбtico,

      2. Cada uno de los 36 pueblos tienen derecho y autonomнas regionales iguales, esto es, una descentralizaciуn democrбtica de poder,

      3. Nacionalizaciуn de los capital naturales y control por parte del Estado de los bosque y de la biodiversidad,

      4. Tres formas de propiedad econуmica: pъblica, privada y comunitaria — en la practica, una economнa mixta compatible con la visiуn del vice-presidente de un capitalismo andino/amazуnico,

      5. Implicaciуn del Estado en los sectores estratйgicos de la economнa e inversiуn privada extranjera que se subordinarб a los planes de progreso doméstico,

      6. Reforma agraria con expropiaciуn de propiedades inmensas de tierra (latifundios ),

      7. Re-elecciуn y cese de cualquier stop cargo electo por mandato popular – implementado ya el 10 de agosto de 2008, cuando se accediу a la demanda de la oposiciуn de un referendum y el 67% de los votos fueron a atención de suministrar a Evo Morales como presidente; los partidarios de Evo obtuvieron tambiйn varios gobernadores mientras que aumentaba su porcentaje de votos en los pocos departamentos en los que habнa manada la oposiciуn de derecha,

      8. Elecciones en la judicatura; inspección de las formas comunitarias y ancestrales de resoluciуn de conflictos,

      9. Un Parlamento plurinacional con una sola cбmara (en la prбctica, la eliminaciуn del estructuralmente elitista Senado),

      10. Sanidad y educaciуn gratuitas e iguales; terminar con el analfabetismo,

      11. Sustituciуn de La Paz como renta por Sucre (una concesiуn a la oposiciуn de derecha),

      12. Prohibiciуn de la discriminaciуn basada en el sexo, el color, la permanencia, la orientaciуn sexual,la identidad de gйnero, la civilización, país, religiуn, ideologнa, minusvalнa, turbación,

      13. Prohibiciуn de las bases militares extranjeras,

      14. El agua potable como un derecho humano,




      La mayorнa de los observadores esperan que los votantes bolivianos aprueben la constituciуn en un referendum programado para el 25 de enero de 2009. Al mismo tiempo se someterбn a votaciуn por separado los artнculos sobre la propiedad de la tierra.


      La Constituciуn de Ecuador contiene las siguientes disposiciones, que tambiйn presentamos de forma sintetizada y sin un orden particular:



      1. El Estado harб mбs exacto el control de las industrias estratйgicas, como el petrуleo, la minerнa y telecomunicaciones, y protegerб la biodiversidad,

      2. El Estado reducirб los monopolios,

      3. Parte de la deuda extranjero serб declarada ilegнtima,

      4. Reforma agraria; apurar con los latifundios ; prohibiciуn de las semillas modificadas genйticamente,

      5. Amparo sanitaria gratuita; educaciуn gratuita para todos por medio de los institutos; programas de vivienda asistidos por el Estado,

      6. Un Estado laico; enlace civil para parejas gay (medidas a las que se oponen una de las Iglesias catуlicas mбs reaccionarias del continente),

      7. Derechos de la mujer, incluido la valoraciуn de trabajo en casa,

      8. Independiente responsabilidad sobre la propia sexualidad y vida; agradecimiento de los diferentes tipos de tribu; sin confiscación, derecho a la vida desde el momento de la concepciуn (las perturbador feministas dieron en militar la bienvenida a sus logros y afirmaron que la clбusula sobre la vida en el momento de la concepciуn se podrнa eliminar por medio de futuras movilizaciones populares),

      9. Derechos iguales para los discapacitados,

      10. Seguridad social universal; pensiones para las madres que se queden en casa y para trabajadores del sector informal,

      11. Control presidencial del Cárcel Central; menos autonomнa para las Fuerzas Armadas,

      12. Consagraciуn de los derechos colectivos de la Naturaleza,

      13. El agua potable como un derecho humano; prohibiciуn de la privatizaciуn del agua,

      14. Soberanнa alimentaria y derecho a tener unas fuentes alimenticias seguras,

      15. Derecho a tener ataque a los medios de comunicaciуn de masas y a establecer unos medios de comunicaciуn comunitarios,

      16. Prohibiciуn de las bases militares extranjeras,

      17. Un sistema econуmico sostenible y basado en la solidaridad; una economнa “privada, social y solidaria”, en la prбctica una economнa mixta,

      18. Integraciуn en el resto de Amйrica Latina, especialmente vнa UNASUR,

      19. Prohibiciуn de que el Estado asuma deudas privadas, en la prбctica que no haya rescates de bancos privados,

      20. Forma de vida equilibrada (sumak kawsay ),




      Estб claro que en las nuevas constituciones de ambas naciones hay ambigьedades y contradicciones. La de Ecuador, por ejemplo, incluye lagunas legales para el gran renta y los latifundistas. como el Artнculo 323, una prohibiciуn de todas las formas de confiscaciуn. En Bolivia, algunos han criticado un йnfasis excesivo en las autonomнas locales indнgenas y que se dй una atenciуn inadecuada al 70% de la poblaciуn que es urbana o al importante papel que desempeсan las mujeres en la creaciуn y defensa de las economнas “informales” claves para la supervivencia y el progreso humanos.


      Tambiйn es motivo de gran preocupaciуn para los pueblos indнgenas de Ecuador la clбusula que lumbre a su “consulta previa informada” sobre minerнa, petrуleo y otros derechos econуmicos reconocidos a personas de fuera en los territorios en los que residen estos pueblos indнgenas. La consulta a los pueblos indнgenas no significa su “consentimiento”. Ya se han producido asesinatos y represiуn de quienes protestaban contra las empresas petroleras extranjeras. El presidente Correa ha llegado a catalogar de “terroristas” a algunas de esta personas que protestaban. Las declaraciones de la ONU y de la OIT sobre los derechos de los pueblos indнgenas se interpretan generalmente como llamamientos al “consentimiento previo”. “El petrуleo es la cepa de la tierra” afirma un dicho del pueblo u’wa que resiste a los intereses petrolнferos extranjeros en Colombia, “si succionas la mortandad nos matas”.


      Estб claro que las nuevas leyes no se traducen necesariamente en nuevas realidades. Los movimientos que dieron salida a las nuevas constituciones de Bolivia y Ecuador tendrбn que mantenerse y que fortalecerse para que se cumplan y se amplнen en la prбctica los artнculos sobre medio ámbito, plurinacionalismo y derechos sociales.


      La oposiciуn de derecha en el contexto histуrico


      Hace mucho tiempo un maya dijo:


      Destruyeron nuestras cosechas


      cortaron nuestras ramas


      quemaron los troncos de nuestros бrboles


      pero no pudieron matar nuestras raнces 2.


      En 1781 fue capturado y torturado Tupak Katari, el dirigente de una revuelta generalizada y casi triunfante de pueblos originarios de Amйrica del sur contra el colonialismo espaсol. Destrozaron su cuerpo, lo “descuartizaron” textualmente. Antaño de vencer, anunciу orgullosamente a quienes lo habнan capturado: “Volverй y serй millones”.


      Evo Morales, un firme defensor de la paz mundial y de la no violencia, ha afirmado que la oposiciуn de derecha estб tratando de “descuartizar” Bolivia, pero que no lo lograrб. En cierto modo, Tupak Katari ha vuelto y es millones. La derecha boliviana, relativamente cachas en cuatro departamentos ricos en comercio, narcotrбfico, agricultura, gas y otros medios naturales, pero incapaz de triunfar elecciones nacionales tráfico de crear un Estado secesionista centrado en la econуmicamente poderosa ciudad de Santa Cruz. Esto dejarнa al centro de Bolivia en la pobreza.


      Lo mismo que en Bolivia, en Ecuador y Venezuela hay una derecha anti-democrбtica vinculada a agencias gubernamentales estadounidenses y rudimentos paramilitares en Colombia. Tambiйn ella proxenetismo de derrocar a los nuevos gobiernos revolucionarios elegidos democrбticamente escindiendo las zonas mбs ricas en nuevos Estados separados: la regiуn industrial, petrolнfera, agrнcola y comercial de Guayaquil en el sudoeste de Ecuador y la rica en petrуleo regiуn de Zulia en el noreste de Venezuela.


      Los bolivianos tienen una larga historia de resistor popular frente a los instrumentos de derecha que han gobernado la naciуn en nombre de elites internas y extranjeras. Han aprendido de sus luchas anteriores. En 1952 lograron la primera revoluciуn del continente desde la Revoluciуn Mexicana de 1917. Introdujeron por corto tiempo una reforma agraria y la nacionalizaciуn de las minas de estaсo, la principal industria de la йpoca. Muchos mineros eran marxistas. En 1946 el Congreso de Mineros aprobу las “Disertación Pulacayo”, un software que se hacнa eco del pensador revolucionario comunista y comandante marcial Leon Trotsky. Este software exigнa el control por parte de los trabajadores de los medios de producciуn, una democracia genuina y la internacionalizaciуn de la lucha revolucionaria. Mineros armados cambiaron el curso de los acontecimientos en 1952 en el momento en que parecнa que el ejйrcito de la derecha podнa aplastar a las fuerzas democrбticas en un baсo de linaje.


      Sin confiscación, Estados Unidos fue invirtiendo gradualmente la Revoluciуn de Bolivia de 1952 adiestrando a las fuerzas armadas y enviando asesores econуmicos favorables al capitalismo de vacancia mercado y al caudal extranjero. Para 1964 no sуlo se habнa invertido la Revoluciуn sino que habнa sido sustituida por una serie de dictaduras militares y gobiernos civiles ocasionales que llevaron a lengua varias masacres de trabajadores, de campesinos y estudiantes en una “pugna sucia”. El criminal de combate fascista Klaus Barbie, seguidamente extraditado a Francia y manifiesto culpable de asesinatos masivos en 1987, ayudу a crear campos de concentraciуn bolivianos. La pobreza aumentу. Conveniente a la silicosis, el exceso de trabajo y al agonía del sector minero, la esperanza de vida media de un minero es hoy de 35 aсos.


      Una lucha de partida dirigida por Ernesto “Che” Guevara en el sudoeste de Bolivia fracasу cuando las fuerzas armadas bolivianas adiestradas por Estados Unidos capturaron al Che el 8 de octubre de 1967 y, siguiendo уrdenes estadounidenses, lo mataron al dнa ulterior. En varias localidades rurales empezaron a aparecer cruces con el nombre de “San Che”.


      En 1971 una Asamblea de los Pueblos respaldada por el gobierno marcial del normal Juan Josй Torres aprobу una alianza de campesinos y trabajadores, y un software para el socialismo. Torres fue derrocado por el genérico Banzer, lo que llevу a una salvaje ola de represiуn que durу siete aсos y que se conoce como “el banzerato”, un periodo prуspero para las elites de Bolivia y para el caudal extranjero. La floreciente ciudad de Santa Cruz empezу a concentrar la mayorнa de la riqueza de la naciуn.


      Continuaron las protestas populares de la mayorнa escaso y de una pequeсa clase media econуmicamente dйbil. Para el aсo 1980 las huelgas, revueltas y masacres llegaron a otra grado. El denominado “Impacto de la cocaнna” de aquel aсo estableciу una dictadura particularmente formidable y corrupta que durу mбs de dos aсos. En 1985 el economista educado en Harvard Jeffrey Sachs introdujo una “terapia de choque” de tratamiento neoliberal de la economнa que dejу en la calle a miles de mineros que tuvieron que abrirse con sus familias al campo o a las ciudades para tratar de encontrar un trabajo con el que sobrevivir. A principios de los noventa Sachs introdujo este mismo software econуmico en la antigua Uniуn Soviйtica. En los dos casos los resultados fueron desastrosos para la mayorнa de las personas.


      Durante y despuйs la “terapia de choque” de Sachs los movimientos de resistor de Bolivia alcanzaron nuevos niveles de organizaciуn basada en la comunidad. Se perfeccionaron los bloqueos de carreteras y otros actos de desobediencia civil. Los comitйs de mujeres, una instituciуn tradicional entre los mineros, empezaron a dirigir las barriadas urbanas. Un sindicato de vendedores callejeros iba creciendo cada aсo hasta venir a sus actuales 800.000 miembros. Los ciudadanos bolivianos hicieron enormes manifestaciones bajo las consignas de “Por la vida y la paz”, “Por la vida y el pan” y “El pueblo antiguamente que los beneficios”.


      Los pueblos indнgenas acabaron una marcha histуrica de 33 dнas, “Marcha por el distrito y la dignidad” (1990). Ganу fuerza un movimiento de productores de coca dirigido por Evo Morales y que se llamу Movimiento Al Socialismo. Trabajadores, vendedores callejeros, ex-mineros, campesinos desesperados y cabezas de comunidad en El Stop y otras barriadas urbanas organizaron comitйs de defensa y lucha de los barrios. Las mujeres y los jуvenes desempeсaron papeles fundamentales. La longevo parte del tiempo Bolivia estaba bajo estado de sitio, con toda la oposiciуn reprimida. Sin bloqueo, los movimientos sociales siguieron reapareciendo y ganando fuerza, siguieron derrocando gobierno tras gobierno hasta la elecciуn de Evo en 2005.


      El prefecto Rubйn Costas en Santa Cruz y varios ex-nazis y grandes terratenientes empezaron a organizar su cachete Ёcivil”. Utilizaron tйrminos racistas para referirse a Evo, afirmaron que ningъn “hacienda indio” podrнa regir la naciуn y enviaron bandas de matones fascista para atacar, pegar y matar a los indнgenas. Tomaron oficinas nacionales, incluyendo aeropuertos, con lo que impidieron que el presidente de la naciуn pudiera volatilizarse a zonas secreto.


      Varios de los dirigentes fascistas de derecha del movimiento de oposiciуn son fanбticos anti-comunistas cuyas familias pro-nazis fueron a Bolivia desde la Europa del este tras la Segunda Refriega Mundial, a menudo protegidos o animados por el gobierno estadounidense, como en el caso de Klaus Barbie. Comъnmente se cree que uno de los actuales dirigentes, Branco Marinkovic, un croata-boliviano, estб a sueldo del hombre en el gobierno de “elyanqui ” que ordenу la holocausto de El Suspensión de 2003, y que despuйs huyу a Estados Unidos con “elnorteamericano ” y otros muy altos cargos del gobierno.


      Con los aсos los dirigentes fascistas de los cuatros departamentos secesionistas han contratado de forma rutinaria a pistoleros brasileсos, algunos de los cuales se unieron a los pistoleros bolivianos y peruanos en la aniquilamiento de Pando del 11 de setiembre de 2008. Pando es el área que dio refugio a los asesinos de Pequeño Mendes, el mundialmente conocido sindicalista y dirigente del movimiento medioambiental de los recolectores de caucho brasileсos asesinado en 1988. Desde entonces sus asesinos y sus secuaces han estado operando en nombre de las elites de Pando para ayudar a proseguir la disciplina sindical y la amistad polнtica, pero cada vez con último йxito.


      Aunque momentбneamente hayan fracasado en su intento de derrocar la democracia boliviana, los derechistas de todo tipo no han dejado de presionar a Evo. Los movimientos sociales y los pueblos indнgenas siguen movilizбndose en defensa del gobierno de Evo.


      A mediados de octubre de 2008, entre 50.000 y 200.000 personas hicieron una marcha de 8 dнas y 150 kilуmetros a la que se uniу el propio Evo el ъltimo dнa. Los manifestantes rodearon el Congreso franquista en La Paz en demanda de la aprobaciуn de un futuro referendum sobre la nueva constituciуn. Consiguieron obtener la mayorнa de votos por dos tercios que se requerнa y despuйs lo celebraron en las calles.


      Sin bloqueo, antaño de esta votaciуn los partidos de centro y de derecha en el Congreso ya habнan modificado mбs de cien artнculos. Los detalles de los cambios son proporcionado complejos, pero estб claro que se concede a los departamentos secesionista una viejo, aunque no completa, autonomнa. Ademбs, Evo no podrб retornar a ser seleccionado tras las elecciones presidenciales y al Congreso del 6 de diciembre de 2009. Por consiguiente, podrнa permanecer en la presidencia hasta 2014.


      Tanto en Bolivia y Ecuador como en Venezuela la oposiciуn de derecha estб cada vez mбs dividida. Por ejemplo, el partido PODEMOS (Poder Democrбtico Social) de Bolivia, el anciano peña de oposiciуn, tiene ahora al menos cuatro facciones enfrentadas.


      Pero la oposiciуn no es solo de derechas. Aunque en caudillo la izquierda apoya a Evo y a Correa, aun cuando sea a veces de forma crнtica, hay unos pocos que creen que los presidentes de ambas naciones estбn yendo demasiado despacio y con demasiados compromisos. Algunos incluso ven la emergencia de “un nuevo neoliberalismo con rostro humano”. Ademбs, en el interior de los gobiernos de ambas naciones hay personas que actъan como camarillas que tienden a socavar los procesos democrбticos y a servir asн a las afirmaciones de la oposiciуn de derecha de que estos presidentes son unos “dictadores”.


      Estб habiendo cooptaciуn y clientelismo, mбs en Ecuador que en Bolivia, pero los movimientos sociales siguen exigiendo una genuina democracia y un nuevo tipo de socialismo que satisfagan todas las deposición humanas en armonнa con ЁPachamamaЁ. Las posibilidades de un desdicha marcial o civil parecen menores cada dнa, pero nunca se pueden descartar. Las fuerzas armadas de ambas naciones han delegación respetar y defender los procesos constitucionales en marcha. Los pueblos boliviano y ecuatoriano estбn en alerta contra posibles oficiales o soldados traidores.


      Decadencia de la hegemonнa estadounidense


      Los acontecimientos en Bolivia y Ecuador reflejan un desafнo cada vez decano al “gran hermano del ártico”. Las naciones de Amйrica Latina se estбn integrando en una “gran pueblo ” mбs amplia e independiente de Estados Unidos, una idea defendida originalmente por “el Liberator” Simуn Bolнvar en las guerras de independencia contra Espaсa cuando tratу de armonizar la regiуn contra la futura hegemonнa estadounidense. Bolнvar no lo consiguiу, en parte adecuado a la oposiciуn de Estados Unidos. En 1829 concluyу: “Estados Unidos parece estar destinado por la Providencia a asediar Amйrica con miseria en nombre de la autodeterminación”.


      Ademбs de UNASUR se han creado varias instituciones nuevas en este flamante proceso de integraciуn. Entre ellas, destacamos las siguientes:



      • Clan de Rнo (creado en 1986 por miembros del Especie Contadora que trataban de encontrar la paz para Amйrica Central, hoy una organizaciуn de casi todos los Estados de Amйrica Latina y el Caribe, cuyo miembro mбs nuevo es Cuba),

      • TeleSUR (un canal de televisiуn de cobertura continental, de informativo y de espectбculos que contrarresta el enfoque sesgado y las manipulaciones de CNN y de la mayorнa de los medios de comunicaciуn estadounidenses),

      • RadioSUR,

      • PetroSUR and PetroCARIBE (para la integraciуn energйtica, con descuentos en los precios del gas, petrуleo y los conocimientos y experiencia venezolanos),

      • Alternativa Bolivariana para las Amйricas, ALBA, una alternativa socialmente responsable en vez de guiada por la bъsqueda de beneficio a la ahora derrotada iniciativa estadounidense de un Бrea de Vacío Comercio de las Amйricas (FTAA, en sus siglas en inglйs),

      • MERCOSUR, Mercado Comъn del Sur, una alternativa inicial a la FTAA,

      • Comunidad de la Naciones Andinas y Caricom (otros dos bloques comerciales regionales),

      • Tribunal Hispanoamericano de Honestidad,

      • Bandada del Sur (una respuesta las instituciones financieras neoliberales dominadas por Estados Unidos, como el Banco Mundial y el Bandada de Explicación Inter-Americano),

      • Confederaciуn Parlamentaria de las Amйricas (un Parlamento sudamericano que se construirб en San Benito, Bolivia),

      • Consejo de Seguridad Sudamericano (una alianza marcial de 12 naciones en la que se excluye a Estados Unidos).




      Tambiйn hay planes de crear una moneda ъnica, que posiblemente se llamarб “pacha”, y un Fondo Monetario del Sur como alternativa al dуlar estadounidense y al Fondo Monetario Internacional. Se palabra tambiйn de un Fondo de Estabilizaciуn Econуmica.


      En el pasado el gobierno estadounidense y las oligarquнas de Amйrica Latina no habrнan tolerado todo esto ni un segundo. Habrнan organizado sangrientos golpes militares y nuevas dictaduras en nombre de la defensa de la democracia. Pero hace tiempo que se fueron esos dнas de la hegemonнa estadounidense. Los capitalistas espaсoles tienen ahora mбs inversiones en la regiуn que sus homуlogos estadounidenses. Durante mucho tiempo Estados Unidos y la OAS han estado ausentes de todas las decisiones principales sobre conflictos; nuevas coaliciones como UNASUR y el Reunión de Rнo toman esas decisiones sin, por el momento, un solo voto disidente. Incluso el influyente polнticamente Consejo sobre Relaciones Exteriores (CFR, en sus siglas en inglйs) estadounidense afirmaba en su noticia de mayo de 2008 que la Doctrina Monroe estб muerta y no se debe resucitar. De guisa significativa, Washington ha aceptado el Consejo de Seguridad Sudamericano formado por 12 naciones.


      Los fracasos militares y diplomбticos de Estados Unidos en Iraq, Afganistбn y Pakistan, unido a la crisis financiera universal desencadenada por las bancarrotas de los bancos estadounidenses en 2007-2008, han extendido la pйrdida por parte de Estados Unidos de hegemonнa mundial. Desde hace tiempo el euro y otras monedas han débil el dominio del dуlar estadounidense. La gigantesca economнa estadounidense se ha vuelto dependiente de inversiones y prйstamos de China, Japуn, la Uniуn Europea y varias petromonarquнas. Segъn unos reportajes de CNN, el plan de rescate por valencia de dos billones de dуlares puede costar a cada ciudadano estadounidense 40.000 dуlares para 2010. El reinado econуmico durante tres dйcadas del neoliberalismo se estб sumiendo vertiginosamente en el barranco del sufrimiento humano que йl mismo ha ayudado a ocasionar. Unos Polos de Poder mъltiples y el progreso de nuevas alianzas econуmicas y geopolнticas estбn sustituyendo al dominio durante 18 de un ъnico Super Poder.


      Es evidente que Bolivia y Ecuador, al igual muchos paнses de Amйrica Latina, estбn experimentando cambios histуricos en la correlaciуn de fuerzas sociales y de clase, y en las relaciones con Estados Unidos. Sуlo la derecha y el gobierno de Estados Unidos se opone a estas dos nuevas y vigorosas democracias. Otros estбn tratando de instruirse de ellas.


      En julio de 2008 llegу a Washington, D.C la marcha de 8.000 millas “La Marcha mбs Larga 2 Toda Vida es Sagrada – Salvemos la Mama Tierra”. Uno de sus dirigentes, Dennis Banks, co-fundador del Movimiento Indio Amerindio (AIM, en sus siglas en inglйs), resumiу sus objetivos en los de “la protecciуn del medio medio ambiente, apurar con el calentamiento entero, protecciуn de la supervivencia cultural indнgena y empoderamiento de la pubertad nativa”. La mayorнa de los manifestantes expresaron su solidaridad con Bolivia, Ecuador y Venezuela.


      Sin incautación, en 2008 la polнtica estadounidenses respecto a Amйrica Latina continuу por la senda antidemocrбtica. El Pentбgono enviу la modernizada Cuarta Flota a patrullar los ocйanos y canales de la regiуn. Se construirбn mбs bases militares en Colombia, en las fronteras con Ecuador y Venezuela. Ha aumentado el apoyo estadounidense al mega-proyecto Integraciуn de la Infraestructura Regional Suramericana, IIRSA. Se comercio de un multimillonario plan transcontinental de mejora de transporte y comercial que violarб varios territorios indнgenas. A pesar de las inmensas bancarrotas bancarias y de los altнsimos нndices de paro tanto internos como foráneo, los programas de ayuda estadounidenses continъan desestimando el satisfacer las deyección humanas y, en vez de ello, contribuyen a la represiуn marcial de los movimientos sociales e indнgenas o renuevan los intentos de golpes “civil”.


      El mundo se enfrenta a una profunda crisis ecolуgica. El escasez en el mundo estб aumentando rбpidamente. En relativamente poco tiempo no habrб suficiente agua potable, comida o petrуleo para perdurar el coetáneo nivel de vida, ni siquiera en las naciones mбs industrializadas. El capitalismo neoliberal se enfrenta tanto a una profunda crisis econуmica como a una pйrdida de credibilidad a escalera mundial. Por otro flanco, los movimientos indнgenas y populares en Bolivia y Ecuador han rematado significativos avances y tienen ahora una oportunidad de progresar cerca de logros aъn mayores refundando de sus Estados e introduciendo nuevos programas en defensa del medio concurrencia y de los pueblos del mundo.


      En noviembre de 2008 unos 400 acadйmicos de la prestigiosa Asociaciуn de Estudios Latinoamericanos enviу una carta al presidente electo Barack Obama en la que expresaban su esperanza de que su presidencia convirtiera a Estados Unidos en “un coligado en vez de un adversario de los positivos cambios que estбn teniendo superficie en el hemisferio”. Estб por ver si Obama va a nutrir las antiguas polнticas; si harб mбs cambios superficiales o crearб nuevas polнticas en interйs de todos los pueblos de Amйrica Latina y de Estados Unidos.


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Colegio de Escribanos de la Provincia de Buenos Aires

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DECRETO – LEY 9020/78
(Texto actualizado según T.O. por Decreto N° 8527/86, con las modificaciones introducidas por las Leyes 10.542, 11.138, 12.008, 12.623, 14.099, 14.152 y 14.154)


PRIMERA PARTE
TÍTULO I – REGISTROS NOTARIALES
CAPÍTULO I – DISPOSICIONES GENERALES


Fedatario
Artículo 1º: A los enseres de esta ley sólo es protonotario quien conforme a sus prescripciones se encuentre capacitado para desempeñarse en un registro legalizado de la Provincia.


REGISTROS
Artículo 2º: Es competencia del Poder Ejecutante la creación y cancelación de los registros y la designación y remoción de sus titulares y adscriptos, en el modo y forma establecidos por la presente ley. Los registros y protocolos notariales son de propiedad del Estado Provincial.


NÚExclusivo DE REGISTROS
Artículo 3º: El núpuro de registros de cada Distrito Oficial y su delimitación territorial se fijará en relación al de habitantes, al tráfico escriturario e inmobiliario y a la incidencia que el movimiento econóadefesio de la población tenga en la actividad legal. Los registros padecerán numeración correlativa en el interior de cada Distrito.


BASES PARA SU DETERMINACIÓN
Artículo 4º: La determinación a que se refiere el artículo precedente será efectuada por lo menos cada cinco (5) años por el Poder Ejecutante, sobre la pulvínulo de los datos estadísticos suministrados por los organismos competentes. El Colegio de Escribanos podrá proponer al Poder Ejecutante la modificación del núúnico de registros al que se refiere el artículo mencionado.


SITUACIÓN DE LOS REGISTROS EXCEDENTES
Artículo 5º: Cuando hubiere excedencia de registros de conformidad con la determinación que efectúe el Poder Ejecutante se suspenderán los excedentes de cada Distrito, a medida que queden vacantes, sea cual fuere la causa, siempre que no tuvieren adscriptos.


VACANCIA DE REGISTROS
Artículo 6º: Producida la vacancia de un registro o la suspensión preventiva del titular, el Togado Oficial dispondrá de inmediato, si no fuera necesario la continuidad del servicio, la formación de un inventario de las existencias por un Inspector Oficial y designará depositario si no hubiere adscripto. Si fuera necesaria la continuación del servicio se estará a lo dispuesto en el artículo 22.


CAPÍTULO II – Llegada A LA TITULARIDAD POR CONCURSO
Artículo 7º: La designación del titular para cada registro se efectuará por resolución del Poder Ejecutante de acuerdo con la comunicación que elevará el Colegio de Escribanos como resultado de un concurso de oposición y circunstancias que deberá producirse en cada caso. Esta comunicación deberá ser ampliamente informativa sobre las calificaciones de la totalidad de los participantes.


Artículo 8º: Si hubiere registros vacantes, el Colegio teniendo en cuenta lo dispuesto en el artículo 5º, lo comunicará al Poder Ejecutor cada dos (2) años, el que designará a concurso para la provisión de las titularidades y convocará a sus mercadería al Tribunal Calificador. El llamado se informará en el Boletín Oficial y en el del Colegio con antelación de noventa (90) días.


COMPOSICIÓN DEL TRIBUNAL CALIFICADOR
Artículo 9º: El Tribunal Calificador será presidido por el Presidente de la Cámara de Apelaciones o de la Sala con competencia en materia Civil y Comercial, en turno, de los distintos Departamentos Judiciales de la Provincia, debiendo rotarse en cada concurso, e integrado por el Mediador Legalizado por un profesor titular de Derecho Civil de la Universidad Doméstico con sede en el división de la Provincia, preferido por el Poder Ejecutante y por dos notarios titulares elegidos en cada oportunidad, uno por el Consejo del Colegio y otro por el Poder Ejecutor. Representará en carácter de Secretario uno de los notarios titulares a elección del Tribunal.


FUNCIONAMIENTO DEL TRIBUNAL
Artículo 10: El Tribunal se reunirá mediante convocatoria que hará su Presidente. Las reuniones y decisiones serán válidas con la presencia de tres de sus miembros; en caso de que por impedimentos transitorios, el Presidente del Tribunal no pudiere desempeñar sus funciones, admitirá la Presidencia el Togado Legalizado.


PARTICIPACIÓN EN EL CONCURSO
Artículo 11: Podrán participar en el concurso los notarios en deporte y los inscriptos en el Registro de Aspirantes a notarios que padecerá el Colegio y que manifiesten expresamente su voluntad de intervenir en la forma que determine la reglamentación de esta ley. Para resolver, el Tribunal tendrá en cuenta la actividad y méritos de orden profesional, a cuyo objetivo computará de acuerdo con el subsiguiente orden:
1. Las calificaciones obtenidas en las pruebas.
2. (Texto Ley 12.623) La antigüperduración de más de cinco (5) años en el gimnasia profesional como adscriptos de registro y en su caso como escribano titular en otro distrito.
3. Publicaciones o premios jurídico-notariales, calificaciones y premios en o con motivo de estudios universitarios.
4. (Texto Ley 12.623) Su condición de adscripto con antigüexistencia pequeño de cinco (5) años.
5. Calificaciones obtenidas en otros concursos.


FACULTADES DEL TRIBUNAL CALIFICADOR
Artículo 12: El Tribunal Calificador estará facultado para interpretar la normas de esta ley y de su reglamentación relativa a los concursos, y adoptar en consecuencia las decisiones que estime pertinentes.


DECISIONES DEL TRIBUNAL CALIFICADOR
Artículo 13: Las decisiones del Tribunal Calificador no podrán ser objeto de reconsideración ni de apelación.
El veredicto deberá se emitido internamente de los sesenta (60) días de cerrado el concurso. La calificación de los concursantes deberá hacerse por escrito. Las actuaciones del Tribunal terminarán asentadas en el manual que aceptará al intención.


OTORGAMIENTO DE LA TITULARIDAD
Artículo 14: Con el objeto de que se otorgue la titularidad a los concursantes, el Tribunal destinará las calificaciones al Poder Ejecutante, en los términos del artículo 7°, interiormente de los diez (10) días posteriores a la emisión del veredicto, conjuntamente con una terna de candidatos para cada registro de cuya provisión se trate.
El Poder Ejecutor previo análisis de las circunstancias del caso, resolverá y conferirá los registros, mediante el acto correspondiente, comunicándolo al Colegio de Escribanos a fin de que proceda a poner en posesión del cargo a los designados, previo cumplimiento de los recaudos pertinentes.


Comunicación DIRECTO A LA TITULARIDAD
Artículo 15: (Texto según 12.623) Si al producirse por cualquier motivo la vacancia de un registro, existiere adscripto, no corresponderá el llamado a concurso cuando el adscripto tenga cinco años de antigüantigüedad ininterrumpida en ese registro contados desde la momento en que autorizó la primera escritura.


CAPÍTULO III
ADSCRIPTOS, INTERINOS Y SUPLENTES


ADSCRIPTOS
Artículo 16: (Texto según Ley 14.099) Cada certificador titular, podrá proponer un único adscripto siempre que se reúnan los siguientes requisitos:
1. Tener una antigüperduración como titular de registro de la Provincia no inferior a cinco años, contada desde la primera escritura autorizada. Este requisito no será exigible para el adscripto que accede a la titularidad, en los casos que se hubiere desempeñado en tal carácter, en ese mismo registro y en forma ininterrumpida, por un plazo no inferior a diez (10) años.
2. Arrojar resultado conveniente la inspección extraordinaria que al sorpresa dispondrá el Mediador Registrado, comprensiva de todos los aspectos de la actuación del proponente.
3. Encontrarse el propuesto inscripto en el Registro de Aspirantes a Notarios, o hallarse o tener desempeñado funciones notariales en la Provincia.


Artículo 17: La solicitud deberá ser presentada al Poder Ejecutor, el que previo análisis de las circunstancias del caso, adoptará la resolución respectiva.
La resolución que acuerde la adscripción será publicada en el Boletín Oficial y comunicada al Colegio.


Artículo 18: El adscripto cesará en su función:
1. Cuando el titular lo solicite en presentación al Curia Oficial, sin condición de expresar causa, previa comunicación al adscripto efectuada con una antelación no inferior a noventa (90) días.
2. Si se hallare fehacientemente probada la violación de la obligación de compartir el nave profesional que menciona el artículo 20.


Artículo 19: Si por cualquier medio de prueba se acredite deber lucrado con la concesión de adscripción o favor obtenido ventajas ilícitas o contrarias a la ética, los responsables serán destituidos.


Artículo 20: (Texto según Ley 14.152) El adscripto tendrá igual competencia que el titular y llevar a caboá en la oficina de éste y en sus mismos protocolos. Lo reemplazará en caso de desaparición o impedimento transitorio y, si vacare el Registro, hacerse cargoá su interinato con conocimiento inmediato del Enjuiciador Registrado y del Colegio, hasta tanto se provea su titularidad. El interinato no podrá ser inferior a un (1) año, ni superior a los tres (3) años, indemne que antiguamente de cumplirse ese plazo, el propio adscripto solicite se llame a concurso para cubrir la vacante. El período de interinato no será considerado como antigüvida a todos los pertenencias legales.


Artículo 21: El titular objetará solidariamente de la actuación del adscripto.


Artículo 22: Si se produjera la vacante de un Registro o el titular hubiera hecho renuncia del cargo y no existiera adscripto el Togado Legalizado proveerá a la designación de un suplente cuando fuere necesaria la continuidad del servicio, lo que comunicará al Poder Ejecutor.


SUPLENTE
Artículo 23:
I.- Actúa como fedatario suplente de un registro registrado quien está a su cargo hasta tanto reasuma sus funciones el titular en uso de deshonestidad. Asume ese carácter a su propuesta, un fedatario titular del mismo distrito.
II.- El Togado Legal resolverá en que‚ casos será obligatoria la designación del suplente.


Artículo 23 bis: (Incorporado por Ley 12.623) Dos notarios titulares de registros del mismo Distrito que no tengan adscriptos, podrán proponerse en calidad de suplentes recíprocos, lo que deberá ser competente por el Magistrado Oficial y comunicado por éste al Poder Ejecutante.
El protonotario suplente podrá ejecutar en todo momento en el registro del suplantado con sus mismas facultades, pero para tales actos regirán tanto las prohibiciones propias como las que afecten al titular. No podrán en ningún caso autorizar actos en que el otro certificador intervenga con interés personal.
Se entenderá como abuso el caso de partida o impedimento transitorio del titular del registro.
En los supuestos de ese artículo los notarios quedan exceptuados de realizar el trámite previsto en el artículo 35°, incisos 10 in fine, de la Ley Oficial.


Artículo 23 ter: (Incorporado por Ley 12.623) Un actuario que no tenga adscripto podrá nombrar como suplente simple a otro protonotario que sí lo tenga, aplicándose lo normado en el artículo precedente.


Artículo 24: El titular contestará subsidiariamente de la actuación del suplente.


TÍTULO IIPaso Y PERMANENCIA EN LA FUNCIÓN
CAPÍTULO I – ASPIRANTES A Actuario


MATRICULACIÓN
Artículo 25: Para desempeñar funciones notariales se requiere matricularse en el Colegio y a tal impresión el interesado deberá:
1. Acreditar identidad con documento de ley.
2. Constituir domicilio distinto en la Provincia.
3. Razonar poseer título universitario de abogado expedido o revalidado por universidad argentina.


INSCRIPCIÓN
Artículo 26: Justificados los extremos a que se refiere el artículo mencionado, el interesado podrá inscribirse en el Registro de Aspirantes que sobrellevará el Colegio, a cuyo objeto deberá acreditar:
1. Ancianoía de antigüedad.
2. Ciudadanía argentina nativa o por naturalización.
3. Buena conducta mediante el procedimiento que determine el reglamento registrado.


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Artículo 27: El nombre del interesado en inscribirse en el Registro de Aspirantes se anunciará por una sola vez en el Boletín del Colegio y durante los treinta (30) días siguientes se percibirán las impugnaciones que el Comité Ejecutor podrá repeler por maduroía de votos o aceptar por dos tercios.


DENEGATORIA
Artículo 28: Si la inscripción fuere denegada, el interesado podrá, interiormente de los diez (10) días de la notificación indiscutible de la parte dispositiva del acto, apelar delante el Consejo Directivo, el que deberá pronunciarse por dos tercios de votos. Si se confirmare la denegación, el interesado podrá presentar luego nueva solicitud acreditando poseer desaparecido las causales en que se fundó. Rechazada por segunda vez, no podrá reiterar los pedidos sino con intervalos de un (1) año.
De las denegatorias del Consejo Directivo, el interesado podrá apelar en presencia de la Cámara de Apelaciones en lo Civil y Comercial en turno, del Sección Procesal de La Plata.
(NOTA: Por ley 12.008 resultan competentes los Tribunales Contencioso-Administrativos)


HABILITACIÓN PARA EL Entrenamiento DE FUNCIONES NOTARIALES
Artículo 29:
I.- Inscripto en el registro, el interesado proyectará en condiciones de aspirar al examen de funciones notariales.
II.- Una vez obtenida la nominación respectiva con arreglo a las prescripciones de esta ley, deberá antaño de tomar posesión de sus funciones:
1. Renovar la acreditación de su buena conducta si hubiere pasado más de dos (2) años de su inscripción en el Registro de Aspirantes.
2. Fallar bajo insulto no estar comprendido en el régimen de incompatibilidades.
3. Prestar denuesto en audiencia específico, frente a el Presidente del Colegio, de desempeñar con honor las funciones notariales.
4. Afianzar el cumplimiento de sus obligaciones por el monto, en la forma y de acuerdo con la reglamentación que dicte el Consejo Directivo.
5. Registrar su firma y sello en el Colegio y en el Judicatura Oficial.
III.- La fianza cubrirá la responsabilidad disciplinaria fiscal y civil del fedatario. El Colegio se constituirá en fiador gravoso de sus colegiados sin beneficio de excusión y hasta el monto de la fianza, por intermedio del cofre fedatario de responsabilidad, cuyo renta se formará con los aportes de los fiados, con la partida prevista por el artículo 7°, inciso h) de la Ley 6983 y con los demás fortuna que establezca el Consejo Directivo.


Artículo 30: Los notarios cesan en sus funciones:
1. Por renuncia.
2. Por inhabilidad o por incompatibilidad sobreviniente.
3. Por destitución.


Artículo 31: El fedatario que facilitare el deporte de la profesión por personas no habilitadas o que de alguna guisa lo hiciere posible, será sancionado por el Togado Registrado, sin perjuicio de su juzgamiento por el Tribunal Legal si el caso se considerase comprendido en el artículo 41, inciso 1).


CAPÍTULO II – INHABILIDADES


CAUSALES
Artículo 32: No podrán practicar funciones notariales:
1. Los que llegaren a cumplir setenta y cinco (75) años de etapa.
2. Los incapaces.
3. Los que padezcan defectos físicos o mentales debidamente comprobados que a prudencia del Chancillería Registrado importen un impedimento de hecho.
4. Los encausados por delitos no culposos desde que hubiere quedado firme la prisión preventiva y en tanto ésta se mantenga. Si por eximición admitido, la prisión no se hubiere hecho efectiva, el Magistrado Legal, teniendo en cuenta las circunstancias del caso, podrá demorar la suspensión del imputado en el prueba de sus funciones, por el término que estime prudencial.
5. Los condenados internamente o fuera del país por delitos no culposos, mientras dure la condena y sus existencias. Si el delito hubiere sido contra la Administración Pública, excepto el de desacato, hasta quince (15) años después de cumplida la condena. En su caso, el plazo computará desde la término en que se opere la prescripción de la pena. La inhabilidad será perpetua y definitiva en el supuesto de que el delito hubiere sido contra la propiedad o la fe pública.
En los supuestos en que la condena no hubiere sido por delitos contra la propiedad, la Administración Pública o la fe pública, el Árbitro Legalizado teniendo en cuenta las circunstancias del caso, podrá no hacer efectiva la cesación de sus funciones, siempre que el sentenciado no estuviere privado de voluntad.
6. Los fallidos y concursados, hasta cinco (5) años después de su rehabilitación.
7. Los inhabilitados por mal desempeño de sus funciones en cualquier Colegio de la República, en tanto se mantenga la medida.
8. Los destituidos o privados de la función legal en cualquier emplazamiento del país o del extranjero. Esta inhabilidad tendrá carácter perpetuo y definitivo, sean cuales fueren el tiempo, empleo y causa de la sanción indemne el supuesto revocatoria en el pertinente proceso de revisión.


CAPÍTULO III – INCOMPATIBILIDADES


CAUSALES
Artículo 33: El adiestramiento del notariado es incompatible:
1. Con el examen de otras profesiones, en cualquier parte que éstas se realicen.
2. Con el entrenamiento del comercio por cuenta propia o ajena o en el carácter de auxiliares.
3. Con empleos o cargos judiciales, militares o eclesiásticos.
4. Con el desempeño de las funciones del Inspector Legalizado.
5. Con el prueba de funciones notariales en otra demarcación.


EXCEPCIONES
Artículo 34: No se considera incompatible:
1. El control de la abogacía y la procuración en causa propia o como representante o patrocinante del cónyuge, padres o hijos cuando lo permitan las respectivas leyes orgánicas.
2. El desempeño de cargos o empleos que importen el entrenamiento de funciones de carácter legal o registral, los de carácter docente y los de índole literaria, científica o artística dependiente de academias, bibliotecas, museos o institutos de ciencia, artes y saber.
3. La función de Director o Subdirector de Registros Públicos en tanto los documentos que autorice como certificador no fueren susceptibles de inscripción en dichos organismos.
4. La tenencia de acciones y los cargos de Director o Síndico o de miembros del Consejo de Vigilancia en sociedades de ese tipo.
5. Los cargos de miembros de directorios de organismos nacionales, provinciales, municipales y mixtos.
6. Los cargos de escribanos en la Escribanía Caudillo de Gobierno de la Provincia.


CAPÍTULO IV
DEBERES NOTARIALES


ENUMERACIÓN
Artículo 35: Son deberes del actuario:
1. Autorizar con su firma los documentos en que intervenga.
2. Asesorar en asuntos de naturaleza legalizado a quienes requieran su servicio.
3. Estudiar los asuntos para los que fuere requerido en relación a sus referencias, a su concreción en acto formal y a las ulterioridades legales previsibles.
4. Examinar con relación al acto a instrumentarse, la capacidad de las personas individuales y colectivas, la legalidad de su intervención y las representaciones y habilitaciones invocadas.
5. Hacer con imparcialidad de modo que su donación a los requirentes permita que el acuerdo se complete en un plano de equidad.
6. Eludir el secreto profesional en tanto no se hagan públicas las declaraciones de las partes y exigir igual conducta a sus colaboradores.
a) Se equipara a la revelación del secreto, la utilización que en beneficio propio o de terceros hiciere el protonotario sobre la cojín de los conocimientos que para su intervención se le hubieren confiado.
b) El sigilo comprende lo conocido en relación directa con el negocio y las confidencias que las partes hicieren al protonotario aunque no estuvieren directamente vinculadas con el objeto de su intervención.
c) La dispensa del secreto profesional podrá producirse por reto causa y la apreciación de su existencia mantenerseá librada a la conciencia del fedatario.
7. Proceder de conformidad con las reglas de la ética.
a) Constituyen en normal faltas de ética, los actos que afecten el prestigio y el decoro del cuerpo legal o que fueren lesivos a la dignidad inherente a la función o que empañen el concepto de imparcialidad propio de la actividad legalizado o que importaren el destrozo de las normas de respeto y consideración que se deben los notarios entre sí.
b) El Reglamento Legal establecerá las faltas de ética, pero su enumeración no tendrá carácter taxativo, pues podrán considerarse tales las que surjan de la conceptualización normal contenida en el apartado aludido.
8. Tramitar, bajo su sola firma la inscripción en los Registros Públicos de los actos pasados en su protocolo.
9. Asentar en los títulos de dominio o en otros documentos que los interesados le exhibieran, nota de los actos autorizados en presencia de él, que tengan relación con aquellos.
10. Atender personalmente la notaría y no ausentarse por más de diez (10) días continuos sin conocimiento del Presidente de la Delegación respectiva. Si la desaparición fuera superior a un mes, deberá solicitar abuso al Árbitro Oficial y proponer suplente, si así correspondiere.
11. Nutrir abierta la oficina al público no menos de cuatro (4) horas diarias. Deberá anunciar el horario de quehacer en circunstancia visible.
12. Remitir trimestralmente a la Delegación respectiva y al Magistratura Legalizado, un estado de movimiento de los protocolos interiormente de los plazos y con los datos que fije el Consejo Directivo. El referencia deberá remitirse aunque no hubiere competente documento alguno en dicho período.
13. Tener a la instinto, toda vez que haya de autorizar documentos relacionados con la transmisión y constitución de derechos reales sobre inmuebles, los certificados vigentes exigidos por las leyes registrales y de catastro doméstico, sin perjuicio de los demás que corresponda conforme a la legislación válido.


CAPÍTULO V – DERECHOS DEL Fedatario


CREDENCIAL
Artículo 36: El Colegio expedirá una credencial a los notarios, en la que se certifique su identidad.


PERCEPCION DE HONORARIOS
Artículo 37: Los notarios percibirán sus honorarios por la prestación de servicios con arreglo al impuesto que se establezca por ley.
Cuando la escritura hubiere de surtir impacto o inscribirse en otra jurisdicción, los escribanos podrán optar por la aplicación del tributo actual en la misma.


TÍTULO III
CAPÍTULO I


JURISDICCIÓN Legalizado
Artículo 38: La jurisdicción legal es ejercida por las Cámaras de Apelación en lo Civil y Comercial del Sección Legislativo de La Plata; por un Audiencia Registrado con sede en la Caudal de la Provincia y competencia en todo su zona; y por el Tribunal Legal.


COMPETENCIA
Artículo 39: Compete a las Cámaras de Apelaciones en lo Civil y Comercial del Área Legal de La Plata entender:
1. En categoría de apelación respecto de las cuestiones previstas en el apartado 1 del artículo 40.
2. De la recusación del Mediador Oficial.
3. En graduación de apelación de las sanciones del Tribunal Registrado cuando las mismas sean de suspensión.


Artículo 40: Compete al Árbitro Legal conocer:
1. Los procesos:
a) Por mal desempeño de la función legal;
b) Por expedición de las segundas copias de las escrituras públicas con arreglo a lo dispuesto en el artículo 1007 del Código Civil;
c) Por renovación de títulos.
La competencia asignada en los apartados b) y c) lo será sin perjuicio de la atribuída para iguales materias a los Juzgados Civiles y Comerciales.
2. La recusación de los miembros del Tribunal Registrado y de los Secretarios del Curia Legalizado.
3. Las cuestiones suscitadas entre los requirentes o entre éstos y el Fedatario con motivo de la aplicación del tributo.
4. El punto de apelación, las causas en que hubiere intervenido el Tribunal Legalizado y la sanción fuera de amonestación.


Artículo 41: Compete al Tribunal Registrado:
1. Las causas relativas a error de ética y las que afecten la dignidad de la investidura o del prestigio del protonotario.
2. Las recusaciones del Secretario del Tribunal.


FACULTADES DEL Enjuiciador Legal
Artículo 42: El Sentenciador Registrado en cumplimiento de sus funciones, podrá:
1. Requerir la comparecencia de personas sujetas a su jurisdicción bajo advertencia de que en caso de no hacerlo sin lucha causa, se hará efectivo el requerimiento con auxilio de la fuerza pública.
2. Disponer, en caso de aprieto o atento a la naturaleza, gravitación o reiteración de los hechos, las medidas precautorias que juzgue pertinentes, como la suspensión preventiva del certificador, el secuestro de los protocolos y demás documentos de la notaría.
3. Disponer la cesación de funciones de los notarios o suspensión, toda vez que se compruebe acontecer sido ajustado por el régimen de inhabilidades e incompatibilidad.
4. Ejecutar sus propias resoluciones y las del Tribunal Legalizado con atribución para allanar domicilio, requerir el auxilio de la fuerza pública y solicitar la colaboración de autoridades judiciales, policiales y administrativas en la misma forma que los demás Jueces de Primera Instancia.
5. Ordenar la sustanciación de sumarios.


ATRIBUCIONES DE LOS INSPECTORES
Artículo 43: El sumario se instruirá con la intervención del o de los inspectores que a tal meta designe el Mediador, los que tendrán amplias facultades para efectuar averiguaciones de los hechos que se investiguen, admitir las denuncias que se hicieren sobre los mismos, corroborar las diligencias que fueren urgentes, recolectar pruebas y demás circunstancias que se consideren necesarios para establecer y determinar la participación de notarios sujetos a la jurisdicción registrado, proceder a todos los exámenes, indagaciones y averiguaciones que se consideren necesarias, cobrar declaraciones, informes y telediario que pueden servir al esclarecimiento de la verdad, de parte de los denunciantes, implicados y demás personas que pueden prestarla.


PROCEDIMIENTO
Artículo 44: Las acciones que pongan en movimiento la jurisdicción registrado pueden derivar de la instancia del Colegio, del resultado de una inspección, de denuncias presentadas por la autoridad pública o por presuntos damnificados, o de la propia decisión de los órganos jurisdiccionales.


DERECHO DE DEFENSA
Artículo 45: Todo actuario a quien se le impute la comisión de una descuido, tiene derecho a ser oído ayer de aplicársele sanción alguna y ofrecer la prueba que estime corresponder a su derecho.


Artículo 46: El actuario sometido a jurisdicción registrado podrá hacerse patrocinar por otro protonotario o por abogado de la matrícula. Si citado en la sede de su registro a comparecer en entendimiento, no lo hiciere internamente del término que se le fije, será evidente en rebeldía y el proceso seguirá delante hasta dictarse sentencia.


DENUNCIA
Artículo 47: Cuando se proceda por denuncia, servirá de pulvínulo al procedimiento la presentación respectiva. Si ésta fuera verbal, se repujará un certificación delante la inspección, haciendo constar las circunstancias que la determinan y relatando los hechos que se presenten punibles.


VISTAS. TRASLADOS
Artículo 48: El plazo para contestar sagacidad y traslados, incólume disposición en contrario, será de cinco (5) días. Todo traslado o perspectiva se considerará decretado en calidad de autos, debiendo el Sentenciador o el Tribunal dictar resolución sin más trámite. Toda resolución dictada previa aspecto o traslado será irrecurrible para quien no la haya contestado, excepto aquellas que causen arbitrio irreparable.


NOTIFICACIONES
Artículo 49: Las citaciones, notificaciones e intimaciones podrán hacerse por cédula, telegrama o por intermedio de los inspectores del Magistratura.


PLAZOS
Artículo 50: Los plazos son perentorios, fuera de que el Enjuiciador resuelva lo contrario. Cuando esta ley no fijare expresamente el plazo que corresponda para la realización de un acto, lo señalará el Magistrado de conformidad con la naturaleza del proceso y la importancia de la diligencia.


ELEVACIÓN DEL SUMARIO
Artículo 51: Finalizado el cometido, el inspector elevará las actuaciones con un noticia circunstanciado al Togado Legal.


VISTAS
Artículo 52: Concluida la instrucción, el Mediador pasará tino de lo actuado al imputado por diez (10) días corridos para que se expida sobre el mérito del sumario y ofrezca la prueba.


PRUEBA
Artículo 53: Admitida la prueba, el Togado destapará un término de vigésimo (20) días para su recepción.


Artículo 54: Vencido el término para la presentación de la defensa y agotadas las diligencias para el esclarecimiento del caso, se avisará a autos para resolver.


Artículo 55: Desde entonces proyectará cerrada la instancia y no podrán presentarse más escritos ni producirse más pruebas indemne las que el Sentenciador considere oportuno para mejor proveer o los que tuvieren origen en hechos nuevos.


TÉRMINO PARA DICTAR SENTENCIA
Artículo 56: El término para dictar sentencia será para el Magistratura y Tribunal Oficial de treinta (30) días desde la término en que haya quedado consentido el llamado de autos para resolver.


Capital
Artículo 57:
I. Contra las resoluciones del Mediador y del Tribunal Oficial podrán interponerse medio de revocatoria y de apelación y inútil en subsidio, exceptuado que se tratare de providencias simples o de la sanción de exhortación, casos en que procederá sólo el de revocatoria. Los plazos para interponer los medios serán de quince (15) y cinco (5) días respectivamente.
II. Las apelaciones respecto de sanciones disciplinarias serán concedidas con objetivo suspensivo, y de las suspensiones preventivas y otras medidas precautorias con emoción devolutivo.


NORMAS SUBSIDIARIAS
Artículo 58: En las actuaciones contra notarios se seguirán las normas precedentes y subsidiariamente, las contenidas en el Código de Procedimiento en lo Penal de la Provincia, en cuanto sean aplicables. En los demás casos previstos por el artículo 40 se aplicarán subsidiariamente las disposiciones del Código de Procedimiento en lo Civil y Comercial.


CAPÍTULO II – INSPECCIÓN DE REGISTROS NOTARIALES


VISITAS ORDINARIAS Y EXTRAORDINARIAS
Artículo 59: La inspección de los registros notariales se soportará a sitio por lo menos dos (2) veces al año en forma ordinaria. Las visitas de carácter extraordinario en averiguación de denuncia o de hechos irregulares que hubieren llegado a conocimiento del Colegio de los órganos jurisdiccionales, se realizarán cuantas veces sean necesario.


OBJETO DE LAS INSPECCIONES
Artículo 60: Las inspecciones tendrán por objeto repasar:
1. Si los protocolos se encuentran formados por cuadernos que se ajusten a las disposiciones de la ley.
2. Si los documentos extendidos llevan las firmas correspondientes.
3. Si están autorizados con la firma y sello del fedatario.
4. Si la numeración de los documentos y foliatura de los protocolos estén en orden.
5. Si concuerda el contenido de los protocolos con el de los estados trimestrales del inciso 12 del artículo 35.
6. Si los documentos están extendidos en el folio que corresponde según el orden cronológico.
7. Si se han redimido las enmiendas efectuadas en el texto del documento en la forma prevista por la ley.
8. Si se encuentran archivados los certificados del Registro de la Propiedad y del Catastro Doméstico, cuando así correspondiere.
9. Si los documentos errados o que no han pasado tienen la nota pertinente.
10. Si las escrituras sujetas a inscripción tienen la nota respectiva.
11. Si se encuentran agregados a los protocolos los documentos que obligatoriamente deben ser incorporados y si están en forma lícito.
12. Si los protocolos contienen la nota de comprensión y en su caso el certificado de clausura.
13. Si los protocolos correspondientes a años anteriores se encuentran encuadernados y si se llevan los índices reglamentarios.
14. Si se han cumplido las formalidades de la ley en la facción de los documentos.
15. Si se han cumplido regularmente las diligencias y obligaciones fiscales a cargo del protonotario como agente de retención.
Por ningún concepto podrán los inspectores ni el Tribunal Oficial ocuparse de cuestiones que se relacionen con el fondo de los actos, excepto para este último y en naturaleza de apelación, en las previstas en el artículo 132.


FORMA DE EFECTUAR LAS INSPECCIONES ORDINARIAS
Artículo 61: Las inspecciones se realizarán en la sede del Registro. En los casos en que así lo disponga la reglamentación de esta ley, el Reglamento Legalizado, o lo resuelva el Mediador Legal, tendrán circunstancia en la sede de la delegación respectiva o en la del Curia Legal. En caso de que no se presentaren los protocolos en el día y hora señalados, el Sentenciador Legalizado fijará un nuevo plazo bajo amonestación de suspender al titular o al reemplazante legítimo hasta tanto d‚ cumplimiento. Si los protocolos no fueren presentados a la segunda citación, el inspector interviniente pondrá los hechos en conocimiento del Magistrado, el que hará efectivo el reprensión y aplicará las sanciones que estime correspondan. En todos los casos en que se disponga que las inspecciones se realicen fuera de la sede del Registro, el día y la hora se determinará con una antelación de diez (10) días corridos. Las disposiciones del presente artículo se aplicarán sin perjuicio de que en presencia de el incumplimiento del titular o su reemplazante, la inspección se lleve a final en la sede del Registro o se disponga la incautación de protocolos.


Memoria DE INSPECCIÓN
Artículo 62: En toda inspección deberá formarse un relación que firmarán el inspector y el certificador. Si éste se negare, así se hará constar. Si en el certificado resultaren observaciones, el certificador podrá contestarlas en el mismo momento por escrito separado o por reseña complementaria. Si no pudiere o no quisiere hacerlo en esa oportunidad, deberá contestar las observaciones adentro del término de diez (10) días y si no lo hiciere, los órganos jurisdiccionales estarán a lo que resulte de las comprobaciones efectuadas por el inspector, sin perjuicio de disponer las medidas que se estimaren pertinentes para mejor resolver.


TRABAS A LA INSPECCIÓN
Artículo 63: Será considerada error serio oponerse o dificultar las inspecciones, poner trabas para que no se realicen en el momento oportuno o negarse a firmar el certificación sin causa debidamente justificada.


CAPÍTULO III – SANCIONES DISCIPLINARIAS


SANCIONES
Artículo 64: Las sanciones disciplinarias descansarán en:
1. Indicación.
2. Multa hasta cubrir el monto de la fianza.
3. Suspensiones de hasta dos (2) años.
4. Destitución del cargo.


SANCIONES POR Desidia DE ÉTICA
Artículo 65: Las faltas a que se refiere el inciso 1) del artículo 41, admitirán las siguientes sanciones:
1. Amonestación.
2. Suspensión por tres (3) meses.
En caso de reincidencia de faltas por circunstancias similares o análogas a las que motivaron la aplicación de la sanción dispuesta en el inciso 2) de este artículo, el Tribunal remitirá los historial al Poder Ejecutor para que decida en definitiva la medida a aplicar pudiendo ganar hasta la destitución.
Oportunamente se comunicará la aplicación de las sanciones al Audiencia Legal y al Colegio.
Contra la decisión definitiva del Poder Ejecutante será procedente la acción contencioso-administrativa del artículo 149, inciso 3) de la Constitución Provincial.
(NOTA: Por ley 12.008 resultan competentes los Tribunales Contencioso-Administrativos)


Complemento
Artículo 66: Las sanciones a que se refieren los incisos 1) y 2) del artículo antedicho, tolerarán aparejada la suspensión del derecho de designar y ser predilecto para cargos directivos del Colegio por el término de cuatro (4) años.


EJECUCIÓN DE SANCIONES
Artículo 67: La aplicación de las sanciones disciplinarias tendrá motivo en la subsiguiente forma:
1. El cuota de la multa se intimará por escrito. Si pasados diez (10) días de la notificación el protonotario no la hubiere oblado, se suspenderá la habilitación de los cuadernos hasta que se presente la billete de depósito.
2. Restituido el certificador, se le intimará la entrega de los protocolos bajo exhortación de su extracción por la fuerza pública pudiendo decretarse igual medida en caso de suspensión.


Artículo 68: La destitución del cargo importa la imposibilidad de inscripción en el registro de aspirantes y la cancelación de la matrícula.


Artículo 69: Decretada una medida disciplinaria será notificada, pero no podrá publicarse mientras no quede firme. La medida aplicada se anotará en el documentación personal del fedatario y será comunicada al Colegio.


Artículo 70: Las sanciones disciplinarias de suspensión o destitución que queden firmes, serán comunicadas al Registro de Circunstancias e Inhabilitaciones Notariales. Si consistieren en multas y suspensiones se divulgarán en el Boletín del Colegio. En caso de destitución, se darán a conocer además por el "Boletín Oficial".


Artículo 71: Las suspensiones preventivas se pondrán en conocimiento del notariado por circulares internas que distribuirá el Colegio.


PRESCRIPCIÓN DE LAS ACCIONES
Artículo 72: Las acciones que den oportunidad a la aplicación de sanciones disciplinarias prescriben a los diez (10) años de cometida la equivocación.


CAPÍTULO IV – Supremo Y TRIBUNAL Legalizado


Curia Legal
Artículo 73: El Sentenciador Registrado será notorio y removido en la forma en que lo son los Jueces de Primera Instancia. Deleitarseán de las mismas garantías y derechos que ellos y prestarán taco de desempeñar fielmente su cargo en presencia de la Suprema Corte de Conciencia.


TRIBUNAL Legalizado
Artículo 74: El Tribunal Legalizado estará formado por tres (3) miembros, que deberán designar un (1) presidente de su seno.


Artículo 75: Para ser miembro del Tribunal los notarios deberán tener diez (10) años de adiestramiento como titular de Registro de la Provincia e integrar una inventario de vigésimo (20) conjueces que a tal impresión la Cámara de Apelaciones en lo Civil y Comercial de La Plata en turno, formará en la primera quincena de diciembre del año que corresponda.


Artículo 76: Los miembros del Tribunal serán designados en la segunda quincena del mes de diciembre del año que corresponda por la mencionada Cámara de Apelaciones, por sorteo de la relación a que se refiere el artículo preparatorio. En la misma oportunidad serán designados tres (3) miembros subrogantes.
Prestarán maldición delante quien los designó y durarán dos (2) años en sus funciones, desde el primero de enero del año posterior al de su designación y hasta el 31 de diciembre del año próximo, pero si por cualquier circunstancia no hubieran sido designados reemplazantes continuarán en el gimnasia hasta que ello ocurra.


Artículo 77: Las funciones de los miembros del Tribunal Registrado constituyen carga pública, pero por razones de vitalidad, momento, reelección y otras debidamente justificadas, se podrá aceptar la renuncia que se hiciere del cargo, caso en que admitirá sus funciones el miembro subrogante.


Artículo 78: El Colegio compensará a los miembros del Tribunal Oficial los gastos que les insuma el gimnasia de sus funciones.


INSPECTORES NOTARIALES Y SECRETARIOS
Artículo 79: El cuerpo de inspectores notariales se compondrá de no menos de dos (2) inspectores por cada área contencioso. Desempeñarseán bajo la dependencia directa del Mediador Registrado.


Artículo 80: Para ser Secretario del Tribunal o Inspector Oficial, se requiere poseer título de abogado o escribano y tener actuado como fedatario durante un período de tres años. Serán designados y retribuidos en igual forma que los demás funcionarios del Poder Legal.


REEMPLAZO DE JUECES Y SECRETARIOS
Artículo 81: En caso de vacancia, partida o impedimento del Sentenciador Legalizado será reemplazado por el Mediador en lo Civil y Comercial que designar la Suprema Corte de Conciencia.


Artículo 82: En caso de vacancia, partida o impedimento de un Secretario, será reemplazado por otro del mismo Supremo. Si ello no fuera posible las funciones de Secretario serán desempeñadas por el funcionario que designe la Suprema Corte de Probidad.


RECUSACIÓN
Artículo 83: El Togado Registrado, los miembros del Tribunal y los Secretarios serán recusables por iguales causas y términos que los Jueces y Secretarios conforme lo dispone el Código de Procedimiento Penal.


TÍTULO IVCOLEGIO Legalizado
CAPÍTULO I – DISPOSICIONES GENERALES


PERSONERÍA
Artículo 84: El Colegio de Escribanos de la Provincia de Buenos Aires, con sede en la haber de la misma, tendrá el carácter de persona jurídica de derecho público y como Colegio Registrado, la dirección y representación monopolio del notariado de la Provincia.


COMPOSICIÓN Y ORGANIZACIÓN
Artículo 85:
I.- El Colegio se compone de todos los notarios de la Provincia, en actividad y en retiro. Sin perjuicio de su calidad de miembros de la institución, podrán practicar autónomamente el derecho de asociarse.
II.- La organización, estructura y funcionamiento del Colegio se regirán por la disposición de la presente ley, por las de su reglamentación y por la del Reglamento Registrado.


OBJETIVOS
Artículo 86: Son objetivos fundamentales del Colegio:
1. Perdurar los principios en que se sustenta la institución del notariado, con la finalidad de afianzar en el ámbito que le es propio, los títulos jurídicos de seguridad y certeza que para su pacífica convivencia requiere la comunidad.
2. Reforzar el respeto de la investidura de los notarios y el prueba regular de su ocupación.
3. Velar por la sujeción de los notarios a las normas jurídicas y a las reglas de ética en perspectiva a la prestación de un válido servicio.
4. Atender a la defensa de los derechos de los notarios y a su bienestar recatado y material.
5. Representar en forma monopolio a los notarios colegiados de la Provincia.


ÓRGANOS
Artículo 87: Son órganos del Colegio:
1. La asamblea.
2. El Consejo Directivo.
3. El Comité Ejecutor.
4. Las Juntas Ejecutivas de las Delegaciones.


Artículo 88: Coadyuvan a la actividad de los órganos del Colegio:
1.- Las comisiones auxiliares de carácter permanente o transitorio que designe el Consejo Directivo.
2.- Los subdelegados.


CAPÍTULO II – ASAMBLEAS


COMPOSICIÓN
Artículo 89:
I.- La Asamblea se compone de los notarios en control y en retiro, podrán proceder por sí; o por carta poder a privanza de un colega, para una reunión determinada, registrada con la antelación que fije el Reglamento Legal.
II.- Cada asambleísta podrá representar hasta un máximo de dos (2) colegas.
III.- Toda intervención en los debates y votación de quien actúa en prueba de representación será tomada en forma indivisible, esto es que se considerará que actúa en toda situación por sí y por su representado.
IV.- Deberán realizarse en la ciudad renta, sede del Colegio de Escribanos.


CLASES Y FUNCIONES DE ASAMBLEAS
Artículo 90:
I.- La Asamblea se reunirá en forma ordinaria y extraordinaria.
II.- La Asamblea ordinaria tendrá emplazamiento anualmente.
III.- La Asamblea ordinaria considerará:
1. La gestión cumplida por el Consejo Directivo, en el último adiestramiento.
2. Todo asunto incluido en la convocatoria.
IV.- La Asamblea extraordinaria se reunirá toda vez que sea convocada por el Consejo Directivo, por propia iniciativa o a requerimiento de no menos del diez (10) por ciento de los colegiados.


REUNIONES PREPARATORIAS
Artículo 91:
I.- Previamente a la realización de asambleas extraordinarias, las Juntas Ejecutivas de las delegaciones deberán citar a los colegas de la zona a reuniones que podrán tener sitio en su sede o en otro circunscripción de la demarcación, para informar acerca de los asuntos a tratar en la asamblea convocada y cambiar ideas sobre su consideración. Con respecto a las asambleas ordinarias, estas reuniones serán facultativas.
II.- En estas reuniones no se adoptarán decisiones ni se someterá cuestión alguna a votación, a excepción de las estrictamente necesarias para el mantenimiento del orden.


QUORUM
Artículo 92:
1.- Para funcionar válidamente, las asambleas deberán estar constituídas por no menos de cien (100) componentes que se encuentren presentes en el circuito. Si no se alcanzare ese núsimple, se realizará con el que hubiere, una hora después de la fijada en la convocatoria.
2.- Las decisiones se adoptarán por simple veteranoía.
3.- El Reglamento Legal determinará las inhabilitaciones para ser miembros de las asambleas, el procedimiento para su constitución, progreso y votación y toda otra norma complementaria de las establecidas en esta ley.


CAPÍTULO III – CONSEJO DIRECTIVO


Artículo 93: El Consejo Directivo del Colegio estará formado por notarios en actividad o en retiro que, con la denominación de Consejeros, serán elegidos localmente por cada circunscripción electoral.
El núsolo de Consejeros a designar por cada circunscripción estará determinado por la cantidad de notarios en funciones en cada una de ellas, de acuerdo con lo que seguidamente se dispone:
a) Circunscripciones con hasta cien (100) notarios: un (1) Consiliario.
b) Circunscripciones con más de cien (100) y hasta cuatrocientos (400) notarios: tres (3) Consejeros.
c) Circunscripciones con más de cuatrocientos (400) notarios: seis (6) Consejeros.


FUNCIONAMIENTO
Artículo 94:
I.- Habrá quórum cuando se encuentre presente un tercio de los Consejeros. La fracción será considerada como entera.
II.- Las resoluciones se adoptarán por un núúnico de Consejeros que represente más de la porción excepto cuando esta ley, su reglamentación, o el Reglamento Registrado exijan una veteranoía particular. En todos los casos, la proporción establecida lo será en relación a los Consejeros presentes.
III.- El Consejo sesionará por lo menos una vez al mes.
Ordinariamente sesionará en la Caudal de la Provincia, pero excepcionalmente podrá hacerlo en otro punto de su zona.
IV.- Presidirá el titular del Consejo y en caso de partida, el Vicepresidente 1º, a desatiendo de los dos el Vicepresidente 2º, y en defecto de los tres, un Presidente "a propósito" designado por el Cuerpo y que seguirá en funciones hasta tanto reasuma alguno de aquellos, aún después de finalizada la sesión.
V.- El orden y funcionamiento del Consejo se regirá por el Reglamento Interno que dicte con una longevoía de dos (2) tercios.
VI.- En los casos en que el Consejo, para adoptar determinadas resoluciones, deba integrarse con los Presidentes de las Juntas Ejecutivas de las Delegaciones o sus representantes legales, se aplicarán las normas precedentes. A estos enseres, se considerará que son miembros del Cuerpo los Consejeros y los Presidentes de las delegaciones, sin distinción alguna entre unos y otros.


REQUISITOS PARA SER Asesor
Artículo 95: Para ser Asesor se requiere:
1. Ser certificador en gimnasia o en retiro con una antigüperduración en aquel carácter no último a cinco (5) años.
2. No encontrarse sumariado ni acontecer sido sancionado por mal desempeño de sus funciones, ni por desliz de ética.
3. No ser deudor en estado de ejecución de cuotas de sostenimiento o de servicios de préstamos acordados por la Caja de Previsión Social del Colegio.
4. Tener su domicilio existente internamente de los límites territoriales de la delegación a que pertenezca, y reunir los demás requisitos establecidos en el apartado 1 del artículo 120.


RENOVACIÓN DEL CUERPO
Artículo 96:
I.- Los Consejeros durarán dos (2) años en sus funciones, pudiendo ser reelectos solamente por otro período consecutivo; luego de transcurrido un período podrán ser nuevamente reelectos en las mismas condiciones.
II.- El cuerpo se renovará en su totalidad cada dos (2) años.


Marcha DE CONSEJEROS
Artículo 97: En caso de marcha injustificada de un Consiliario a más de tres (3) sesiones consecutivas o seis (6) alternadas en el año, el Consejo Directivo, por veteranoía de dos (2) tercios podrá separarlo de sus funciones.


MOVILIDAD
Artículo 98: El desempeño del cargo de Maestro es honorario, pero los gastos de movilidad que ocasione el cumplimiento de las funciones serán reembolsados.


CESACIÓN EN EL CARGO DE Guía
Artículo 99: Además de la causal prevista en el artículo 97, la calidad de Consiliario cesará si quien la ostenta dejare de ser certificador en examen, fuera de que la causa fuera el pase a retiro, o quedare comprendido en las inhabilidades establecidas en los incisos 2 y 3 del artículo 95. También cesará en el caso de que fuere suspendido de sus funciones de actuario; para que ello no ocurra, el Cuerpo deberá así decidirlo por el voto de tres cuartos.


COMPETENCIA DEL CONSEJO DIRECTIVO
Artículo 100: Competerá al Consejo Directivo:
1. Profesar la representación profesional de los notarios colegiados por esta ley.
2. Velar por la vigencia plena de los títulos esenciales del notariado y adoptar las medidas preventivas e impulsar las sanciones que sean necesarias para cumplir esa finalidad.
3. Custodiar el cumplimiento de la ley, de su reglamentación, del Reglamento Legalizado, de toda otra disposición atinente al notariado y de las reglas de ética.
4. Dictar resoluciones de carácter normal tendientes a una anciano competencia del servicio registrado, con el voto de los dos tercios.
5. Promover la legislación y toda medida tendiente a la preservación y progreso de la institución legal.
6. Colaborar en estudios, informes, proyectos y demás trabajos que se refieran al notariado.
7. Expedir dictámenes e informes requeridos por los poderes públicos en asuntos relacionados con el control de las funciones notariales.
8. Prestar presencia a los notarios toda vez que se vean afectados en su investidura o en el examen regular de sus funciones y promover en su consecuencia, las gestiones pertinentes.
9. Tomar a su cargo el contralor de las disposiciones relativas a los regímenes de inhabilidades e incompatibilidades, adoptar las medidas tendientes a hacer cesar las irregularidades comprobadas y en su caso, poner los hechos en conocimiento del órgano que corresponda.
10. Resolver que el Colegio forme parte de Federaciones Nacionales e Internacionales de Notarios, de agrupaciones interprofesionales y de toda otra organización de carácter cultural, mutual y profesional; sea franquista o internacional.
11. Promover la superación profesional de los notarios y su permanente actualización en materia de legislación, derecho y doctrina, pudiendo financiar el funcionamiento de un instituto de altos estudios con la finalidad de investigar en profundidad las disciplinas relacionadas con el deporte de las funciones notariales y de procurar la integración cultural del certificador.
12. Auxiliar a los notarios en el deporte de sus funciones mediante dictámenes e informes en consultas que formulen, emitidos por el Cuerpo de Consultores.
13. Disponer la participación del Colegio en congresos, jornadas, convenciones, encuentros y otras reuniones notariales, registrales, inter-profesionales o de carácter cultural o mutual, nacionales e internacionales y designar delegados o veedores en conformidad a la reglamentación que dicte al finalidad.
14. Practicar la dirección de la Caja de Previsión Social del Colegio con las facultades que le acuerda la Ley 6983 o el ordenamiento reglamentario que la sustituya.
15. Organizar la realización de jornadas notariales provinciales y otras reuniones para tratar asuntos vinculados con el adiestramiento de las actividades profesionales.
16. Proyectar el Reglamento Legal, someterlo a consideración de la Asamblea, y remitirlo al Poder Ejecutor para su sanción, hecho lo cual se editará en el Boletín Oficial teniendo carácter obligatorio.
17. Honrar la memoria de notarios beneméritos mediante la institución de premios a la costura jurídica, becas de perfeccionamiento e investigación, donación de edificios para escuelas primarias públicas en zonas rurales de la Provincia y a través de otras realizaciones de índole cultural, en tanto las posibilidades económicas del Colegio lo permitan y haya unanimidad en la decisión.
18. Celebrar convenios con organismos provinciales conforme a los cuales el Colegio colabore en la ejecución de tareas de interés normal vinculadas al quehacer legalizado.
19. Practicar los demás deberes y atribuciones que le confiere esta ley y el Reglamento Legalizado, y aquellos necesarios para cumplir los objetivos del Colegio que no estén expresamente atribuidos a otro órgano.


ATRIBUCIONES DEL CONSEJO DIRECTIVO
Artículo 101: Para cumplir los fines del Colegio, el Consejo Directivo tendrá las siguientes atribuciones y deberes:
1. Convocar a asamblea y fijar el orden del día.
2. Cumplir y hacer cumplir las resoluciones de la Asamblea.
3. Nombrar y remover los miembros del Cuerpo de Consultores, los asesores y los funcionarios jerarquizados del Colegio.
4. Crear comisiones auxiliares y designar sus integrantes.
5. Aprobar el presupuesto y el cálculo de bienes proyectados por el Comité Ejecutor.
6. Autorizar al Comité Ejecutor a contratar en nombre del Colegio cuando se trate de negocios relativos a inmuebles y de contraer obligaciones superiores a un millón (1.000.000) de pesos.
7. Entablar y contestar demandas judiciales y designar letrados patrocinantes y apoderados generales y especiales.
8. Solicitar toda clase de informes a los poderes públicos sobre asuntos de interés registrado.
9. Reglamentar su propio funcionamiento y el de las Juntas Ejecutivas de las delegaciones.
10. Editar la Revista Legal, un boletín informativo y las demás publicaciones que estime conveniente.
11. Sustentar y acrecentar su biblioteca pública.
12. Dictar reglamentos de personal, de contabilidad y todo otro que fuese necesario para el mejor desenvolvimiento del Colegio.


Artículo 102: Cuando el Colegio de Escribanos intervenga en cuestiones notoriamente ajenas a los fines de su creación, el Poder Ejecutante podrá intervenirlo a los mercadería de su reorganización.
La medida precedente podrá ser requerida por no menos del 30 por ciento (treinta por ciento) de los escribanos colegiados, cuando estimen que el Colegio de Escribanos interviniere en cuestiones como las mencionadas en el párrafo mencionado, en cuyo caso el Poder Ejecutor, deberá considerar de inmediato la petición.


CAPÍTULO IV – COMITÉ Ejecutor


COMPOSICIÓN
Artículo 103: En la primera sesión que realicen los Consejeros electos presididos por el titular de viejo etapa, designarán de su seno un Presidente, un Vicepresidente 1º, un Vicepresidente 2º, cuatro Secretarios, un Tesorero y un Protesorero.-
Este conjunto de Consejeros constituirá el Comité Ejecutor. El Reglamento Legal podrá aumentar o disminuir el núsimple de Secretarios.


FUNCIONAMIENTO
Artículo 104: El Reglamento Legalizado determinará las normas a que se sujetará el funcionamiento del Comité Ejecutor.


FACULTADES DEL COMITÉ
Artículo 105: El Comité Ejecutante tendrá las siguientes atribuciones:
1. Soportar la matrícula y el Registro de Aspirantes.
2. Ordenar la Caja de Previsión Social del Colegio.
3. Designar y remover los empleados administrativos, gráficos, de intendencia y maestranza del Colegio.
4. Proyectar el presupuesto de gastos y el cálculo de fortuna para su consideración por el Consejo Directivo.
5. Establecer los beneficios del Colegio, celebrar toda clase de contratos y realizar en común todos los actos jurídicos, administrativos y bancarios que sean necesarios o convenientes para el cumplimiento de los fines del Colegio o para la defensa de sus derechos e intereses patrimoniales. En los casos previstos en el inciso 6, del artículo 101, requerirá autorización previa del Consejo Directivo.


FUNCIONES DEL PRESIDENTE
Artículo 106: El Presidente es el representante legítimo del Colegio. Son funciones inherentes al cargo:
1. Convocar a la Asamblea, al Consejo Directivo y al Comité Ejecutor.
2. Firmar las comunicaciones oficiales juntamente con un Secretario.
3. Presidir la Asamblea, el Consejo Directivo y el Comité Ejecutor. Tiene doble voto en caso de igualada y puede intervenir en el debate delegando la presidencia.
4. Resolver cualquier asunto urgente de naturaleza impostergable que competa al Consejo Directivo o al Comité Ejecutante cuando le sea impracticable reunir en término estos cuerpos, de todo lo cual dará cuenta en la primera sesión.
5. Cumplir y hacer cumplir las decisiones de la Asamblea, del Consejo Directivo y del Comité Ejecutor.


Artículo 107: El Vicepresidente 1º, reemplazará al titular en caso de desaparición o impedimento; en su defecto, lo hará el Vicepresidente 2º.


SECRETARIOS Y TESOREROS
Artículo 108: Las funciones de los Secretarios, Tesoreros y Protesoreros serán fijadas por el Reglamento Oficial y los Reglamentos Internos del Consejo Directivo y del Comité Ejecutante.


CAPÍTULO V – DELEGACIONES


NÚÚnico Y COMPOSICIÓN DE LAS DELEGACIONES
Artículo 109: Para el mejor cumplimiento de los fines del Colegio, el Consejo Directivo que a ese propósito se integrará con los Presidentes de las delegaciones, por el voto de los dos tercios, podrá modificar la composición de las delegaciones, crear otras o fusionar algunas total o parcialmente y determinar su sede.


NÚPuro DE MIEMBROS DE LAS JUNTAS
Artículo 110: Las Juntas Ejecutivas de las delegaciones se compondrán del núsolo de miembros que determine la reglamentación de esta ley o el Reglamento Oficial.


REQUISITO PARA SER MIEMBRO
Artículo 111: Para ser miembro de la Agrupación se requiere tener una antigüaños de tres (3) años como actuante en un registro de la Delegación, encontrarse en actividad o en retiro y reunir los requisitos exigidos por los incisos 2) y 3) del artículo 95.


CARGOS
Artículo 112: En la primera sesión que realicen los miembros electos presididos por el titular de decano perduración, designará de su seno, un Presidente, dos Vicepresidentes, un Secretario, un Prosecretario, un Tesorero y un Protesorero.


FUNCIONAMIENTO
Artículo 113: El funcionamiento de las Juntas Ejecutivas se ajustará al Reglamento que dicte el Consejo Directivo.


FACULTADES
Artículo 114: Las Juntas Ejecutivas tendrán las siguientes atribuciones y deberes:
1. Coadyuvar con el Consejo Directivo en el cumplimiento de sus tareas y tomar medidas conducentes a efectivizar la descentralización de servicios que el cuerpo disponga.
2. Representar al Consejo Directivo frente a los notarios y autoridades nacionales, provinciales y municipales de instituciones que actúen en su demarcación.
3. Proyectar el presupuesto de gastos ordinarios de la Delegación para el gimnasia próximo y remitirlo a la consideración del Consejo Directivo antiguamente del 30 de setiembre de cada año.
4. Representar como órgano de conciliación en las cuestiones que pudieren suscitarse entre notarios.
5. Dirigir los fondos que fije el presupuesto con sujeción al Reglamento de contabilidad del Colegio.
6. Arrostrar permanentemente actualizada la nómina de los registros notariales de la Delegación, clasificados por distrito, con indicación del núsolo, sede, nombre de titulares y adscriptos y sus legajos personales.
7.a) Compulsar si se cumple la obligación de los titulares de remitir los estados trimestrales y en caso de inobservancia, requerir su cumplimiento.
b) Cuando ésta fuera reiterada, ponerlo en conocimiento del Magistrado Registrado y del Colegio.
8. Designar si lo estimare necesario, subdelegados en las localidades de la demarcación para que cumplan en ellas las misiones que se les confieren.
9. Colaborar con los Inspectores Notariales.


VACANTES
Artículo 115: Las vacantes que se produzcan en las Juntas Ejecutivas serán cubiertas para completar el período por el Consejo Directivo, cuando a entendimiento de aquellas el núpuro de miembros restantes fuera insuficiente para cumplir eficazmente su cometido.


RENOVACIÓN, AUSENCIAS, VIÁTICOS Y CESACIÓN
Artículo 116: Son aplicables a las Juntas Ejecutivas y a sus miembros, las disposiciones contenidas en los artículos 96 a 100, con la sola diferencia de que pueden ser reelegibles sin limitación.


CAPÍTULO VI – LEGALIZACIONES


FUNCIÓN DEL COLEGIO
Artículo 117: El Colegio escriturará la firma de los notarios en los documentos que autoricen, toda vez que le sea requerido. El Reglamento Legal determinará los casos en que la legalización podrá ser denegada.


LEGALIZANTES
Artículo 118: La legalización estará a cargo de cualquiera de los miembros de las Juntas Ejecutivas de las delegaciones conforme al Reglamento Legal y a las instrucciones que imparta el Consejo Directivo. Este podrá extender dicha atribución a los subdelegados, teniendo en cuenta las circunstancias de cada caso.


CAPÍTULO VII – ELECCIÓN DE AUTORIDADES


CIRCUNSCRIPCIONES ELECTORALES
Artículo 119: A los pertenencias de la elección de Consejeros cada Delegación constituirá una circunscripción electoral.


FORMACIÓN DE LISTAS
Artículo 120:
I.- Las listas locales para la elección de Consejeros se formarán con uno (1), tres (3) o seis (6) titulares, de acuerdo con lo dispuesto por el artículo 93; y uno (1) o dos (2) suplentes, según respectivamente se hayan de designar hasta tres (3) o seis (6) Consejeros.
II.- Los candidatos deberán encontrarse en funciones como notarios en registros con sede en la respectiva circunscripción electoral. Los notarios en retiro podrán ser candidatos por aquellas circunscripciones electorales en las cuales cumplieron su última actuación en un registro lugar.
III.- La elección se hará por serie completa en cada circunscripción sin admitirse testados, sustituciones de nombres, ni alteraciones en el orden de los candidatos.


REPRESENTACIÓN DE LA MINORÍA
Artículo 121:
I.- En las circunscripciones en que se presentare más de una directorio la que obtenga viejo núúnico de votos con respecto a cualquiera de las otras será la ganadora. Consecuentemente, salirán elegidos todos sus candidatos si ninguna de las listas restantes obtuviera el núsolo mínimo de votos debido en el apartado posterior, o solamente los dos tercios de ellos -en el orden propuesto- si existiere una directorio en condiciones de apoderarse la representación minoritaria.
II.- En las circunscripciones por las cuales deban elegirse tres (3) o seis (6) Consejeros, según lo dispuesto por el artículo 93, la nómina que siga en núexclusivo de votos a la ganadora y que haya obtenido no menos del veinticinco (25) por ciento de los votos válidos emitidos en la circunscripción, obtendrá la representación de la minoría; adjudicándosele un tercio de los cargos a designar a los candidatos de dicha repertorio ubicados en los primeros términos de la misma.


RENUNCIA, FALLECIMIENTO O INCAPACIDAD DE LOS ELECTOS
Artículo 122: En caso de que se produjera la renuncia, fallecimiento o incapacidad de alguno de los electos, sea antiguamente de aceptar el cargo o durante el desempeño del mismo, será reemplazado de la ulterior forma:
a) En los supuestos en que no hayan resultado electos candidatos por la minoría, hacerse cargoá el suplente que corresponda según el orden de la cinta;
b) En los casos en que exista representación de la minoría, los reemplazos a producirse de los electos por la ancianoía se efectuarán por la asunción del candidato titular que siga en orden de serie y que no hubiera resultado electo o, en su defecto por el suplente que corresponda por orden; los reemplazos que sea necesario efectuar de los electos por la minoría se cumplirán por la asunción del cargo vacante por los candidatos que siguen en orden en la nómina respectiva.


ELECCIÓN DE LOS MIEMBROS DE LAS JUNTAS EJECUTIVAS
Artículo 123: Para la elección de los miembros de las Juntas Ejecutivas de las delegaciones, regirán en todo cuanto sean aplicables las disposiciones del presente Capítulo. En el caso de que hubiere más de una letanía, resultaran electos los dos tercios de los candidatos de la registro que hubiere obtenido el veterano núpuro de sufragios por orden de nominación, y un tercio en el mismo orden, de la nómina que hubiere obtenido no menos del veinticinco (25) por ciento del total de los votos válidos emitidos.


COMICIOS SIMULTÁNEOS
Circunstancia
Artículo 124: Los comicios para la elección de Consejeros y de las Juntas Ejecutivas de las delegaciones se efectuarán simultáneamente en las sedes de éstas, en la forma que establezca el Reglamento Legalizado.


Artículo 125: Para atender el cumplimiento de sus funciones, el Colegio contará con los siguientes bienes:
1. Los derechos por los servicios de legalización, de control de certificaciones notariales, de inscripción en la matrícula, registro de aspirantes y por lo demás que preste el Colegio. Los derechos serán fijados por el Consejo Directivo por una ancianoía de tres cuartas partes de votos.
2. Las contribuciones de sostenimiento a cargo de los notarios que se fijen en asamblea extraordinaria atendiendo a las evacuación de la institución, las que no podrán exceder del dos (2%) por ciento de los honorarios.
3. Las donaciones y legados que se le hagan y sean aceptados por el Consejo Directivo.
4. La alícuota que fije el Consejo Directivo, por dos tercios de votos, en concepto de gastos y honorarios por administración de la Caja de Previsión Social del Colegio, la que no podrá exceder del quince (15%) por ciento de lo recaudado por aportes previsionales.
5. Las alícuotas que se fijen en los convenios por servicios de subsidio a protección del Estado.


FONDOS E INVERSIONES
Artículo 126: Los fondos del Colegio deberán ser depositados en el Bandada de la Provincia de Buenos Aires. Las disponibilidades de fondos que el Colegio pudiera tener y no fueran de aplicación inmediata podrán ser invertidos en el Parcialidad de la Provincia de Buenos Aires o en títulos de la deuda pública provincial.
La decisión deberá ser adoptada por el Consejo Directivo por dos tercios de votos.


Artículo 127: Compete al protonotario:
1. La formación y autorización de instrumentos públicos que documenten actos o negocios jurídicos o solamente la comprobación y fijación de hechos.
2. Practicar las demás funciones que ésta y otras leyes le atribuyen.


Artículo 128: Integran la actividad del protonotario:
1. El asesoramiento en materia legal e instrumental, con la formulación en su caso, de dictámenes orales y escritos.
2. La redacción de documentos privados.
3. La relación y estudio de títulos dominiales inmobiliarios.
4. Toda actuación de carácter profesional encomendada por la autoridad pública.


Artículo 129: Los notarios están habilitados para realizar toda gestión que fuere conducente al cumplimiento de su cometido y a la poder de los documentos que autoricen y a tal objeto podrán:
1. Efectuar tramitaciones frente a organismos nacionales, provinciales y municipales, incluso las vinculadas con la inscripción en los registros públicos de los actos notariados en la Provincia o fuera de ella.
2. Cumplir gestiones en presencia de tribunales de todo fuero y jurisdicción, en cuanto se relacionen con actos notariales en que hayan intervenido, incluida las tendientes a suplir omisiones y subsanar errores en expedientes en que hayan sido designados para autorizar escritura. En este último caso, su actuación se delimitará a producir un informe para la debida intervención de las partes y decisión del Audiencia.


EN RAZÓN DEL Departamento
Artículo 130:
I.- Los notarios cultivarán sus funciones interiormente de los límites territoriales que correspondan al registro de su actuación.
II.- La competencia territorial se extenderá cuando:
1. El fedatario hubiere de practicar notificaciones relacionadas con documentos pasados en presencia de su registro.
2. Fuera solicitada su intervención en la sede de su registro para interpretar en protestos y otras actas a fin de cumplir el objeto de requerimiento, hubieren de efectuar diligencias no sólo en el distrito de su competencia sino también en otros.
3. Se tratare de escrituraciones de planes sociales y no existiere sede o representación de la entidad interviniente en el distrito en el que se ubique el inmueble objeto del acto; caso en que serán competentes los notarios de ese distrito para realizar en el más próximo, en el que los hubiere o en la hacienda de la Provincia de acuerdo con el artículo 189.
4. Se tratare de escrituras a las que conforme a la ley debe comparecer la autoridad contencioso, caso en que serán competentes los notarios cuyos registros tuvieren sede en el Área Legal respectivo.
5. Hubiere imposibilidad de intervenir los notarios de un distrito por impedimentos físicos, legales o éticos debidamente acreditados o se careciere de servicio registrado por vacancia o desliz de registro, casos en que serán competentes los notarios que tuvieren sede en distritos limítrofes.
III.- En los casos previstos en los incisos 1) y 2) del parágrafo antedicho, la competencia territorial es desplegable a cualquier distrito legal de la Provincia en tanto se den tales supuestos.


TÍTULO IIPrueba DE LAS FUNCIONES
CAPÍTULO I – PRESTACIONES DEL Empleo


Incumbencia, EXCEPCIONES
Artículo 131: La prestación profesional del certificador es en principio inexcusable toda vez que medie requerimiento de parte. Sólo podrá rehusarse en los siguientes casos:
1. Existencia de impedimentos legales, físicos o éticos.
2. Desidia de conocimiento personal del requirente, indemne que su identidad se acredite en la forma prevista en el artículo 1002 del Código Civil.
3. Dudas razonables respecto del estado mental del requirente o de su autogobierno de volición.
4. Atención de tareas de igual o veterano emergencia.
5. Intempestividad del requerimiento.
6. Errata de provisión por parte de los requirentes de los rudimentos o medios indispensables para la tramitación del asunto encomendado.
7. Prestación del profesión en otro distrito en los casos que estuviere legalmente facultado para hacer fuera de aquél en que tuviera su sede.


DENEGATORIA, Procedimiento
Artículo 132: De la negativa de comportarse que el requirente considere infundada, podrá recurrirse por escrito frente a la Concilio Ejecutiva de la Delegación respectiva. De la queja se dará traslado al fedatario por un término no viejo tres (3) días. Vencido el plazo, se haya o no constatado la apariencia, dictará pronunciamiento internamente de los diez (10) días de formulada la instancia.
De la resolución de la Agrupación, podrá apelarse internamente de los tres (3) días de la notificación, delante el Auditoría Legalizado, el que sin más trámite se pronunciara adentro de los treinta (30) días.
Si la decisión fuera oportuno a las pretensiones del requirente, el fedatario decidirá obligado a efectuar y facultado para dejar constancia del pronunciamiento recaído en el documento que autorice.


DEFINICIÓN
Artículo 133: En el sentido de esta ley es registrado todo documento que reúna las formalidades legales, facultado por actuario en prueba de sus funciones y adentro del límite de su competencia.


PROCEDIMIENTOS GRÁFICOS
Artículo 134:
I.- Los documentos podrán echarse en forma manuscrita o mecanografiada.
II.- El procedimiento que se utilice en cada documento es exigible para su integridad excepto lo que complete o corrija el autorizante de su puño y letrilla.
III.- La tinta o estampado debe ser indeleble, y los caracteres fácilmente legibles.
IV.- El Consejo Directivo podrá determinar, además, otros procedimientos gráficos y las condiciones para su empleo y adaptación cuidando que quede garantida la conservación de la grafía.


SELLO
Artículo 135: Toda vez que el certificador autorice su documento o deba poner su firma, inmediato a ella, arrojará su sello. El Consejo Directivo normará sobre su tipo, características, leyendas y registraciones.


FORMACIONES DEL DOCUMENTO
Artículo 136: La formación del documento a los fines y con el importancia que la ley atribuye a la competencia registrado es función privativa del autorizante, quien deberá:
1. Acoger por sí mismo las declaraciones y tener contacto directo con las personas, con los hechos y cosas objeto de autenticación.
2. Asesorar a los requirentes y nominar las formas que aseguren la fuerza de los fines que persiguen.
3. Expresar los hechos objetivos conforme a su actual percepción.
4. Hacer las menciones y calificaciones que en razón del cargo, de la naturaleza del acto, de la clase de documento y de las disposiciones legales, sean necesarias para producir válidamente los género propios de su intervención.


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GUARISMOS Y ABREVIATURAS
Artículo 137: Todos los documentos serán escritos en un solo cuerpo sin que queden espacios en blanco. No se consumirán abreviaturas, iniciales ni guarismos excepto cuando:
1. Figuren en los documentos que se transcriben.
2. Las expresiones numéricas no se refieran a aniversario del acto, precio o monto, cantidades entregadas en presencia del actuario, condiciones de suscripción, vencimiento de obligaciones, superficie del inmueble, y a toda otra mención que se considere esencial.
3. Se trate de fechas y constancias de otros documentos.


ENMIENDAS
Artículo 138: El certificador excluirá de su puño y pagaré al final, ayer de su firma y de los comparecientes, por palabras enteras, lo escrito sobre raspado y enmiendas, testaduras, interlineados y otras condiciones introducidas en el texto del documento.


CAPÍTULO II – PROTOCOLO


CUADERNOS
Artículo 139: Las escrituras y las actas, se extenderán en los cuadernos de actuación protocolar habilitados para cada registro legal. Se exceptúan las actas cuya facción extraprotocolar está regulada por normas específicas.


Artículo 140: Se denomina cuaderno al conjunto de diez (10) folios de numeración correlativa iniciada en el primero de ellos con cantidad terminado en la emblema 1.


FORMACIÓN DE PROTOCOLO
Artículo 141: El protocolo será anual y se irá formando con los cuadernos ordenados cronológicamente, unidos entre sí mediante la numeración sucesiva de cada uno de los folios. La foliatura comenzará cada año, asignado el núpuro 1 al primer folio del primer cuaderno y continuarán numerándose en forma correlativa los demás folios de ese cuaderno y de los sucesivos.


DOCUMENTOS ANEXOS
Artículo 142: Integrarán el protocolo los documentos que se anexen por disposición judicial o a requerimiento adrede o implícito de los comparecientes o por disposición del protonotario.


PROVISIÓN DE CUADERNOS
Artículo 143:
I.- El papel sellado de actuación legalizado para protocolos y testimonios tendrá las características que determine el Poder Ejecutante y por su utilización se abonarán las tasas que establezca la respectiva legislación. El Poder Ejecutor podrá acordar con el Colegio de Escribanos a fin de que éste se encargue de la provisión del papel sellado, realizando la impresión del mismo.
Las sumas percibidas en concepto de tasas por utilización de tal papel sellado deberán ser depositadas por el Colegio en la forma que determine el Servicio de Economía.
II.- Los cuadernos serán distribuidos por el Colegio a petición escrita del titular del registro o reemplazante reglamentario.
III.- A tal propósito, se resistirán registros de provisión de cuaderno, rubricados y sellados por un Inspector Registrado en el que se anotará por orden cronológico la numeración de los cuadernos y su foliatura, el registro y protocolo para el que se proveen y la firma del titular o reemplazante procesal o de persona expresamente autorizada.
IV.- Los cuadernos serán distribuidos asimismo por las delegaciones del Colegio y por los subdelegados a quienes se encomiende esa tarea. El Consejo Directivo podrá, asimismo, concertar con el Costado de la Provincia de Buenos Aires la entrega de cuadernos en todo el departamento o sólo en algunos lugares. En todos los casos se cumplirán las previsiones del párrafo precedente.


USO DE CUADERNOS NO HABILITADOS
Artículo 144: En caso de emergencia podrá continuarse o iniciarse una escritura o certificación en un cuaderno o cuadernos no habilitados, cuyas caracteristicas sean similares a los de actuación protocolar. Producido el evento, el o los cuadernos deberán ser presentados para su registro adentro de los tres (3) días hábiles de la vencimiento del o los documentos.


Tolerancia Y Suspensión DE PROTOCOLOS
Artículo 145: El protocolo se aclarará con notas asentadas en el primer folio que indique el registro, sede, distrito y año. Será cerrado el último día del año, certificando el núúnico de folios utilizados. Esta nota resistirá la firma del titular o de su reemplazante justo.


NUMERACIÓN
EPIGRAFE
Artículo 146: Los documentos se extenderán por orden cronológico, iniciándose en inicio de folio y aguantarán cada año numeración sucesiva del 1 en delante, expresada en humanidades. El primero de cada año se extenderá después de la nota de tolerancia. El documento será precedido por el núexclusivo de orden que le corresponde en el interior del protocolo y por un epígrafe que indique su contenido y el nombre de los otorgantes.


DOCUMENTOS INCOMPLETOS Y SIN Meta
Artículo 147:
I.- Si extendido un documento, no se firmare, o suscripto por uno o más intervinientes, no lo fuera por los restantes, el fedatario lo hará constar al pie mediante nota que arrostrará su firma. Los que lo hubieren firmado podrán requerir se asiente la constancia que estimaren pertinente en resguardo de sus derechos, que suscribirán en presencia de el autorizante.
II.- Firmado el documento por todos, antiguamente de la autorización por el certificador, sólo podrá resultar sin sorpresa su contenido con la conformidad de cuantos lo hayan suscripto, siempre que ello se certifique a continuación o al beneficio si faltare espacio, en breve nota complementaria que firmarán aquellos y el actuario.
III.- En los casos expresados no se interrumpirá la numeración. Cuando no se concluya el texto del documento, por error u otros motivos, el fedatario indicará tal hecho en nota firmada. En este supuesto se repetirá la numeración.


NOTAS
Artículo 148:
I.- En la parte suelto que quede en el último folio de cada escritura o certificado, después de la suscripción y a desidia o insuficiencia de este espacio, en los márgenes de cada folio, mediante notas que autorizará el actuario con media firma, se testificará:
1. El destino y vencimiento de toda copia que se expida con individualización de los folios enviados.
2. Los datos relativos a la inscripción.
3. Las referencias que informen respecto de las rectificaciones, declaraciones de nulo, de rescisión o de otra naturaleza, que emanen de autoridad competente.
4. A requerimiento de los interesados, los principios indispensables para advertir las modificaciones, revocaciones, aclaraciones, rectificaciones y confirmaciones que resulten de otros documentos notariales.
5. Constancias de notificaciones u otras diligencias y recaudos relacionados con el contenido de los documentos autorizados.
6. De oficio o a instancia de parte, para subsanación de errores materiales u omisiones producidas en el texto de los documentos autorizados siempre que:
a) Se refieran a datos y principios determinativos o aclaratorios que surjan de títulos, planos u otros documentos fehacientes, por expresa remisión en el cuerpo del documento, en tanto no se modifiquen partes sustanciales relacionadas con la individualización de los fortuna ni se altere las declaraciones de voluntad jurídica.
b) Se trate de la yerro de datos de identidad de los comparecientes en documentos sobre actos entre vivos, no exigidos por la legislación de fondo.
c) Se trate de la omisión o error relativo a recaudos fiscales, administrativos o registrales.
II.- Toda vez que la legislación fiscal disponga hacer menciones o dejar constancia en escritura pública, la prescripción pertinente mantenerseá cumplida insertándolas con la firma del fedatario en los espacios a que se refiere el parágrafo I, ileso que se tratare de declaraciones de los comparecientes, caso en que deberán incorporarse al cuerpo de la escritura. Aquellas menciones o constancias se trasladarán a la copia, también con la firma del protonotario.
III.- El Reglamento Oficial proveerá las normas pertinentes sobre el procedimiento a seguir para efectuar las anotaciones a que se refieren los incisos 3) y 4) del parágrafo I cuando el documento se ha extendido en otro registro o el protocolo se encuentre archivado.


Depositario DEL PROTOCOLO
Artículo 149: Los protocolos no podrán ser retirados de la notaría sino para el cumplimiento de las obligaciones relativas a encuadernación, para ser inspeccionados y, con novedad del Colegio por razones de seguridad. La extracción de los cuadernos corrientes, será admitida si para la prestación de funciones lo requiere la naturaleza del acto.


EXHIBICIÓN
Artículo 150: La exhibición del protocolo procederá cuando medie orden de Mediador competente o a requerimiento de quien tenga interés legítimo con relación a determinados documentos. Se hallan investidos de tal derecho los otorgantes o sus representantes o sucesores universales y singulares. En los actos de última voluntad y en los de examen de filiación, mientras vivan los otorgantes, únicamente ellos.


Artículo 151: La exhibición del protocolo no es desplegable a aquellos documentos que por su naturaleza fueren considerados secretos por el responsable de su vigilante, menos que se actuare en representación de los otorgantes o de sus sucesores universales facultados especialmente a tal fin. En su caso regirá el artículo 132.


Artículo 152: En todos los casos el protonotario adoptará las providencias que estime pertinentes para que la exhibición no contraríe sus deberes fundamentales o las garantías de los interesados.


ÍNDICE
Artículo 153: Los protocolos transigirán índice de los documentos autorizados con expresión de los nombres de los otorgantes, naturaleza del acto, momento y folio.


CONSERVACIÓN
Artículo 154:
I.- Los notarios titulares o sus reemplazantes legales son responsables de la conservación en buen estado de los protocolos que se hallen en su poder y de su entrega al archivo interiormente de los plazos que fije el Reglamento Oficial. Este dispondrá también las normas relativas a su encuadernación.
II.- El Poder Ejecutante promoverá las medidas que fuere menester para la creación, organización y funcionamiento de un Archivo de Actuaciones Notariales, sea en jurisdicción del Poder Sumarial o bajo el control y administración del Colegio de Escribanos.


CAPÍTULO III – ESCRITURAS PÚBLICAS


REQUISITOS
Artículo 155:
I.- Las escrituras públicas se sujetarán a las normas del Código Civil.
II.- Será obligación del certificador, que las mismas expresen:
a) Otros datos cronológicos a más de la término, cuando lo exijan las leyes o lo juzgue pertinente el protonotario.
b) Si los comparecientes actuaren como sujetos negociales y fueren casados, viudos o divorciados, se consignará, además, si lo son en primeras o ulteriores nupcias y el nombre del cónyuge.
c) Todo otro número identificatorio requerido por las leyes a solicitud de los interesados o a criterio del fedatario.
d) El carácter en que intervienen los comparecientes.


PROCURACIONES Y DOCUMENTOS HABILITANTES
Artículo 156: (*)
I.- Cuando los comparecientes actúen en nombre aparente y en deporte de representación o en carácter de órganos de persona colectiva, el fedatario procederá en la forma prevista por el Código Civil, y dejará constancia en la escritura de los datos relativos al motivo y momento de los documentos invocados, del nombre del actuario o funcionario que intervino y de toda otra mención que permita establecer la ubicación de los originales. Procederá en igual forma cuando se le presenten documentos habilitantes o complementarios de capacidad.
II.- Las copias de los documentos que deben agregarse al protocolo en las situaciones previstas en el parágrafo preliminar, transigirán la atestación del protonotario autorizante o de otro protonotario, funcionario u oficial público competente.
(*) A partir de este artículo cambia la numeración por derogación del art. 156° por el Decreto – Ley 9872/82.-


COMPARECIENTES QUE NO SABEN O NO PUEDEN FIRMAR
Artículo 157: Será obligación del protonotario para el caso de que alguno de los comparecientes no supiese o no pudiere firmar, además del cumplimiento de las normas del Código Civil, relativas a la firma a ruego, dejar constancia de la causa del impedimento y hacerle precipitar al pie de la escritura la impresión digital del pulgar derecho y en su defecto la de cualquiera que identificará.


REQUISITOS
Artículo 158: Las actas están sujetas a los requisitos de las escrituras públicas con las siguientes modalidades:
1. Se hará constar el requerimiento que motiva la intervención del fedatario.
2. Las personas requeridas o notificadas serán previamente informadas del carácter en que interviene el autorizante y en su caso, del derecho a contestar.
3. Podrán autorizarse aunque alguno de los requeridos rehúse firmar, de los que se dejará constancia.


REQUERIMIENTO O INTIMACIÓN
Artículo 159: El fedatario documentará en forma de certificado los requerimientos e intimaciones de toda persona que lo solicite para su cumplimiento o notificación a quienes indique, a los fines y con el trascendencia que aquélla le atribuye.


COMPROBACIÓN DE HECHOS
Artículo 160: Podrá ser requerido, asimismo, para comprobar hechos y cosas que presencie, confirmar su estado, su existencia y de las personas. En el certificación respectiva dejará constancia de las declaraciones y juicios que emitan peritos, profesionales u otros concurrentes sobre la naturaleza, características y consecuencias de los hechos comprobados.


Artículo 161: Podrá también ser asentada en el certificación, la verificación del envío de cartas y documentos por correo.


PROTOCOLIZACIONES
Artículo 162: La protocolización de documentos públicos o privados dispuesta judicialmente o requerida por los particulares a los fines señalados en las leyes, para darles aniversario cierta o con otros motivos, se cumplirá mediante las subsiguiente formalidades:
1. Se extenderá certificado con la relación del mandato sumarial que la ordena o del requerimiento de los actos que identifiquen el documento. Será obligatoria su transcripción cuando se trate de testamento ológrafo.
2. Se añadirán al protocolo el documento y en su caso, las actuaciones que correspondan.
3. No será necesaria la presencia y firma del Togado que lo dispuso.
4. Al expedir copia, si el documento protocolizado no hubiere sido transcripto, se reproducirá el texto del reseña en primer término y a continuación, el correspondiente al documento protocolizado.


Artículo 163:
I. La protocolización de actuaciones judiciales o administrativas se cumplirá relacionando las partes del expediente y transcribiendo las piezas que correspondan según la naturaleza de las actuaciones y la finalidad perseguida por el adquirente.
II. Si las actuaciones se refieren a negocios inmobiliarios el reseña tendrá asimismo la narración a la titularidad y las especificaciones relativas a esta clase de capital que exijan las leyes y reglamentaciones respectivas.


DEPÓSITOS
Artículo 164: En los actos y en las formas que dispongan las leyes, los notarios aceptarán en depósito, o consignación, cosas, documentos, títulos y cantidades. Su admisión es voluntaria y sujeta a las condiciones que se determinen cuando no exista obligación vivo. Las circunstancias relativas a los intervinientes, objetos, fines y estipulaciones constarán en actas, excepto cuando puedan documentarse mediante certificación o simple recibo.
Siempre que el escribano lo considere conveniente para su seguridad, podrá conservar los depósitos que se le confíen en la caja de seguridad de un Tira instalado en su jurisdicción, advirtiéndolo así y consignándolo en el certificado.
Queda prohibido admitir depósitos en fortuna para su aplicación, por el certificador, a operaciones en las que él intervendrá como autorizante de la escritura respectiva y el depositante como sujeto instrumental.


PROTESTOS
Artículo 165: Las disposiciones de esta ley serán aplicadas a los protestos en cuanto no se opongan a las contenidas en la legislación específico sobre la materia.


Artículo 166: Las copias a que se refiere el artículo 1006 del Código Civil podrán comprender los documentos agregados y notas complementarias. Son primeras copias cada una de las que se expiden para las partes interesadas en las escrituras o memoria, sea cual fuere su núpuro. Son segundas o ulteriores copias las que luego de la primera se expiden para la misma parte.


CLÁUSULA FINAL
Artículo 167: Las copias padecerán cláusulas que identifiquen la matriz, con indicación del folio, nombre del protonotario autorizante, en carácter que actúa o actuó, núsimple de registro, asevere la fidelidad en la transcripción, mencione si se tráfico de primera o ulterior para quien se da y exprese el circunscripción y vencimiento de expedición.


Artículo 168: En las copias que consten de más de una hoja, que preceden a la última transigirán numeración y media firma y sello del protonotario y en la cláusula final se hará constar la cantidad y sus características.


Certificador COMPETENTE
Artículo 169: Respecto de los documentos correspondientes a cada registro, puede expedir copia cualquiera de los notarios que actúe en él, aunque hayan pasado delante notarios que hubieren dejado de profesar.


COPIAS SIMPLES
Artículo 170: Al solo emoción informativo, podrán entregarse copias simples a los interesados que lo soliciten. No sufrirán atestación final y sí sólo la firma del certificador al pie. Además, en la parte superior de cada una de sus hojas, se lanzará por cualquier medio gráfico y en caracteres destacados la inscripción "copia simple".


CAPÍTULO VI – CERTIFICADOS


CERTIFICACIONES
Artículo 171: Podrán ser objeto de certificación:
1. Las reproducciones literales completas o parciales y los extractos, relaciones o resúmenes de todo documento innovador o reproducido de carácter privado o público, sea oficial, procesal o burócrata.
2. La recepción de depósitos de hacienda, cosas, títulos, papeles y documentos.
3. Los cargos en escrito que deban presentarse a las autoridades judiciales y administrativas cuando fueren entregados en horas inhábiles.
4. La autenticidad de firmas e impresiones digitales puestas en presencia del protonotario por persona de su conocimiento.
5. La existencia de personas de conocimiento del protonotario.


Artículo 172: En los casos de los incisos 4) y 5) del artículo aludido, si los requirentes no fueren personas conocidas del certificador, éste podrá valerse del medio supletorio previsto por el artículo 1002 del Código Civil.


REQUISITOS
Artículo 173: En los certificados se expresará:
1. Zona y aniversario de la certificación.
2. El nombre del certificador autorizante, el carácter en que actúa en el registro, el núexclusivo de éste y el distrito que corresponda.
3. Las circunstancias relacionadas con el requerimiento y con las situaciones, cosas y personas objeto de la certificación y en su caso, la narración al relación de requerimiento.


CERTIFICACIONES DE FIRMAS
Artículo 174: No se certificará la autenticidad de firmas e impresiones digitales:
1. Cuando fueren puestas en documentos con espacios en blanco, indemne que se tratare de un formulario y aquellos correspondieren a datos no esenciales.
2. Cuando el documento contuviera cláusulas manifiestamente contrarias a las leyes, o si versara sobre negocios jurídicos que requieren para su validez escritura pública u otra clase de herramienta público y estuviera redactado atribuyéndole los mismos enseres y eficiencia.
3. Cuando con ellas se pretendiera reemplazar las firmas de las partes exigidas por el artículo 1012 del Código Civil.
4. En el supuesto de hallarse redactado en habla extranjera que el fedatario no conozca deberá exigir su previa traducción, de lo que dejará constancia en la certificación.


CERTIFICACIONES: COMPETENCIA TERRITORIAL
Artículo 175: Las certificaciones podrán practicarse con respecto a constancia de libros y documentos de personas colectivas e individuales que tengan su domicilio fuera de la demarcación del actuario, siempre que la exhibición se efectúe interiormente del zona asignado a su función.


REQUERIMIENTOS
Artículo 176: Todo requerimiento que se formule al escribano para que certifique la autenticidad de firma e impresiones digitales, deberá instrumentarse necesariamente por medio de relación que se extenderá en el compendio a que se refiere el artículo subsiguiente.


Artículo 177: El texto de requerimientos será provisto por el Colegio a cada uno de los registros de escrituras públicas de la Provincia. Compete al Consejo Directivo establecer las condiciones y requisitos a que debe ajustarse el mismo y las actas que en él se extiendan. Sólo podrá ser retirado de la escribanía en los casos, por el modo y en la forma que la ley determina para el protocolo. Toda infracción debidamente comprobada a esta última norma será sancionada por el Supremo Registrado con suspensión.


TERCERA PARTEDISPOSICIONES COMPLEMENTARIAS Y TRANSITORIAS
TÍTULO IDISPOSICIONES COMPLEMENTARIAS
CAPÍTULO I – REGISTRO DE TESTAMENTOS


CONTENIDO
Artículo 178: El Colegio admitirá el Registro de Testamentos, en el que se tomará razón de la existencia de documentos respectivos de manifestaciones de última voluntad, con prescindencia absoluta de su contenido, a asimilar:
1. Testamentos por acto público.
2. Testamentos cerrados y ológrafos.
3. Protocolizaciones de testamentos, sea cual fuere su carácter.
4. Revocaciones de testamentos cualquiera sea su forma.
5. Las escrituras públicas por las que se nombra tutor con sorpresa para después del fallecimiento del otorgante.
6. Los demás documentos que determine el Consejo Directivo.


RESTRICCIONES
Artículo 179: Los funcionarios del Registro no tomarán conocimiento del contenido de los actos que se inscriban y no cobrarán por concepto alguno, originales, copias autorizadas o simples de aquellos ni más datos que los determinados en el artículo próximo.


DATOS DE LA INSCRIPCION
Artículo 180: La inscripción que se practique se impedirá a hacer constar:
1. Nombre y patronímico del otorgante y los demás datos personales que tiendan a su mejor individualización.
2. En su caso, el ocasión y la término del otorgamiento, núsimple y folio de la escritura, el registro legalizado, nombre del autorizante o depositario y circunstancia donde se encuentra el documento.


COMUNICACIONES AL REGISTRO
Artículo 181: Es obligación de los notarios de la Provincia, el comunicar al Registro con su firma y sello y con datos determinados en el artículo precedente, el otorgamiento de todo testamento por acto público, los nombramientos de tutor, las protocolizaciones de testamentos, la recepción de testamentos ológrafos o cerrados para su guardia, la cesación de éstos y revocaciones testamentarias internamente de los treinta (30) días del hecho respectivo. Para los notarios de otras demarcaciones, miembros del cuerpo diplomático y consular que en deporte de sus funciones autoricen actos de última voluntad o se hagan depositarios de ellos, jueces de paz o miembros de las municipalidades o en los casos de testamentos especiales previstos por el Código Civil y para los propios testadores, la comunicación al Registro es facultativa.


CERTIFICACIONES
Artículo 182: El Registro tendrá carácter reservado y sólo podrán expedirse certificaciones sobre las circunstancias determinadas en el artículo 180, en los siguientes casos:
1. Cuando lo requiera el otorgante, por sí o por medio de mandatario con facultades expresas conferidas en escrituras públicas.
2. A requerimiento legal.
3. Independientemente sobre la existencia de actos registrados cuando se acreditare el fallecimiento del otorgante mediante la exhibición de la partida de defunción o del refrendo de la sentencia declarativa de presunción del fallecimiento.


OBLIGACIÓN DE LOS NOTARIOS
Artículo 183: Los notarios de la Provincia juntarán al protocolo la constancia expedida por el Registro de haberse recibido la comunicación del artículo 181, toda vez que se trate del otorgamiento o revocación de testamentos por acto público o de designación de tutor. Pondrán, además, nota insignificante en la matriz.


ATENCIÓN DEL REGISTRO
Artículo 184: La atención del Registro estará a cargo de un fedatario de la Provincia, con la denominación de Director, que será designado por el Consejo Directivo. Le competerá:
1. Expedir los certificados del Registro por sí o por funcionario acreditado al finalidad.
2. Proyectar el reglamento interno y someterlo a la consideración del Consejo Directivo.
3. Adoptar las resoluciones que estime pertinentes para el buen funcionamiento del Registro.


(Capítulo I bis incorporado por Ley 14.154)


CAPÍTULO I BIS – REGISTRO DE ACTOS DE AUTOPROTECCIÓN


CONTENIDO
Artículo 184 bis: El Colegio aguantará el Registro de Actos de Autoprotección, en el que se tomará razón de las escrituras públicas que dispongan, estipulen o revoquen decisiones tomadas por el otorgante para la eventual imposibilidad, transitoria o definitiva de tomarlas por sí, cualquiera fuere la causa que motivare esa imposibilidad.


ROGATORIA
Artículo 184 ter: La actuación frente a el Registro de Actos de Autoprotección será rogada por:
a) El otorgante del acto.
b) El actuario autorizante o cualquier otro que tenga competencia para efectuar en el mismo registro registrado.
c) El enjuiciador competente para entender en el asunto.
Para el supuesto de que el requerimiento fuere formulado por el propio otorgante, su firma ha de estar certificada notarialmente.


DATOS DE LA INSCRIPCIÓN
Artículo 184 quater: La matrícula de inscripción contendrá:
a) Nombre y apellidos del otorgante y los demás datos personales que tiendan a su mejor individualización.
b) El superficie y data de su otorgamiento, núexclusivo y folio de escritura y registro legal del autorizante.
c) Las modificaciones, revocatorias y decisiones judiciales sobre inepto.
d) Nombre, patronímico y núpuro de documento de identidad de aquellas personas expresamente habilitadas por el otorgante para solicitar informes acerca de la existencia y contenido o de la existencia del acto de autoprotección registrado.
e) Las solicitudes y despachos de certificaciones con los datos del requirente, núsolo y época de ellas.
En ningún caso la matrícula indicará apunte alguno relativo al contenido de lo dispuesto por el otorgante.


RESTRICCIONES
Artículo 184 quinquies: El Registro tendrá carácter reservado y sólo podrán expedirse certificaciones a requerimiento de:
a) El otorgante, por sí o por medio de representante con facultades expresas conferidas en escritura pública.
b) Mediador competente.
c) Personas habilitadas por el otorgante para solicitarlo, conforme con el artículo 5, inciso d) de la presente, con el trascendencia allí indicado.
En caso de estar acreditado el fallecimiento del otorgante, sólo se expedirán certificaciones por orden contencioso


ATENCIÓN DEL REGISTRO
Artículo 184 sexies: La atención del Registro estará a cargo de un fedatario de la Provincia, con la denominación de Director, que será designado por el Consejo Directivo.
Le competerá:
1. Firmar los asientos que se realicen en las matrículas, así como los despachos de las certificaciones y demás documentación del Registro.
2. Proyectar el reglamento interno y someterlo a la consideración del Consejo Directivo.
3. Adoptar las resoluciones que estime pertinentes para el buen funcionamiento del Registro.


CAPÍTULO II – ACTOS NOTARIALES OTORGADOS FUERA DE LA PROVINCIA


ACTOS COMPRENDIDOS (*)
(*) La Ley 11.138 exceptúa a los actos notariales autorizados en Hacienda Federal de la aplicación de los artículos contenidos en el presente Capítulo.


Artículo 185 (Texto Ley 10.542): La inscripción registral de los documentos correspondientes a actos notariales que se otorguen fuera de la Provincia para surtir bienes en su región, así como la determinación de las obligaciones fiscales, su visación y verificación del plazo, estarán a cargo de un certificador de la Provincia designado por el escribano autorizante del documento. El fedatario almacén dejará constancia de su intervención en la forma que establezca la reglamentación.


Artículo 186 (Texto ley 10.542): La expedición de certificados destinados a ser utilizados en tales actos, podrá ser requerida directamente por el escribano que autorice el documento respectivo.


PROCEDIMIENTO
Artículo 187 (Texto Ley 10.542): El honorario del actuario particular por estas actuaciones será del cuarenta (40) por ciento sobre el derechos de la Provincia, con relación al acto a inscribir.


Tarifa
Artículo 188 (Texto ley 10.542): El cincuenta (50) por ciento del valía de tales honorarios será distribuido por el Colegio de Escribanos de la Provincia entre todos los notarios de su jurisdicción, no pudiendo dicha Institución percibir suma alguna por la administración del sistema.
Facúltase al Colegio de Escribanos de la Provincia de Buenos Aires para dictar las normas de implementación operativa del sistema distributivo establecido en el párrafo previo.


CAPÍTULO III – ESCRITURACIÓN DE PLANES SOCIALES


Artículo 189:
I.- Las escrituras públicas por las que se transmiten derechos reales sobre inmuebles ubicados en la Provincia de Buenos Aires, de propiedad de la Nación o de la Provincia, de sus organismos descentralizados, de los Bancos Oficiales y de otras instituciones de crédito estatal o mixtas, relacionadas con la ejecución de planes oficiales para la vivienda económica, para la adjudicación de tierras con fines de fomento agrícola o para otros objetivos de carácter social o por las que se constituyen derechos reales en garantía de saldos de precio o de préstamo, otorgados por estas entidades sobre dichos capital, sobre otros de terceros sitos también en la Provincia, podrán ser autorizados por notarios del distrito de ubicación del inmueble, en la sede de dichas instituciones en la hacienda de la Provincia, a cuyo objeto queda prorrogada su competencia territorial, ampliando en estos casos la demarcación señalada por el artículo 193, parágrafo segundo.
II.- En el encabezamiento de estas escrituras, además de las menciones que establece el artículo pertinente, se hará constar que el acto se autoriza en la sede de la institución respectiva ubicada en la caudal de la Provincia en virtud de lo dispuesto en esta ley.
III.- Además, cuando se trate de escrituras indirectamente relacionadas con los planes de relato, como las de ventas de inmuebles de terceros a protección del beneficiario, el certificador actuante dejará constancia de la vinculación del acto jurídico que autoriza con el que está directamente relacionado con la ejecución de dichos planes.
IV.- En todo lo previsto en este artículo los notarios ajustarán su actuación a las normas vigentes en la Provincia. (A partir de este artículo, se concreta nueva numeración por derogación del artículo 190, por Ley 10.191 )


TÍTULO II
CAPÍTULO UNICO – DISPOSICIONES TRANSITORIAS


TÍTULO HABILITANTE
Artículo 190: Los títulos universitarios de escribano o actuario expedidos hasta tres (3) años después de la publicación de esta ley, equivaldrán a los exigidos en el inciso 3) del artículo 25 a los mercadería previstos en esa norma.


DELEGACIONES
Artículo 191: Hasta tanto el Consejo Directivo que resulte electo en los comicios a que se refiere el artículo 194 de la presente ley, dicte la resolución pertinente y ella se publique en el "Boletín Oficial", tendrán plena vigencia las siguientes delegaciones, correspondiendo su denominación a la homónima de la ciudad preliminar:
DELEGACIÓN Azur: Zarco, Bolívar, Universal Alvear, Común Lamadrid, Laprida, Las Flores, Tapalqué, Olavarría.
DELEGACIÓN BAHÍA BLANCA: Bahía Blanca, Coronel Dorrego, Coronel Pringles, Coronel Suárez, Coronel Rosales, Patagones, Puán, Saavedra, Tres Arroyos, Torquist, Villarino.
DELEGACIÓN DOLORES: Dolores, Castelli, Chascomús, Común Belgrano, Común Guido, Genérico Lavalle, Común Madariaga, Normal Paz, Maipú, Pila, Tordillo.
DELEGACIÓN JUNÍN: Junín, Normal Arenales, Chacabuco, Común Pinto, Militar Viamonte, Leandro N. Alem, Lincoln, Rojas, Brinco.
DELEGACIÓN LA PLATA: La Plata, Berisso, Coronel Brandsen, Ensenada, Inconsolable, Monte, Roque Pérez.
DELEGACIÓN LOMAS DE ZAMORA: Lomas de Zamora, Almirante Brown, Avellaneda, Cañuelas, Esteban Echeverría, Florencio Varela, Lanús, Lobos, Quilmes, Berazategui, San Vicente.
DELEGACIÓN MAR DEL PLATA: Normal Pueyrredón, Balcarce, Normal Alvarado, Mar Chiquita.
DELEGACIÓN MERCEDES: Mercedes, Alberti, Carmen de Areco, Chivilcoy, Luján, Común Rodríguez, San Andrés de Giles, San Antonio de Areco, Suipacha.
DELEGACIÓN MORÓN: Morón, Caudillo Las Heras, Sarmiento, Marcos Paz, La Matanza, Merlo, Dorado, Navarro.
DELEGACIÓN NECOCHEA: Necochea, Lobería, San Cayetano, González Chaves.
DELEGACIÓN 9 DE JULIO: 9 de Julio, Bragado, Carlos Casares, Hipólito Yrigoyen, Pehuajó, Saladillo, Veinticinco de Mayo.
DELEGACIÓN PERGAMINO: Pergamino, Arrecifes, Colón, Capitán Sarmiento.
DELEGACIÓN SAN ISIDRO: San Isidro, San Fernando, Tigre, Vicente López.
DELEGACIÓN SAN MARTÍN: San Martín, Campana, Escobar, Exaltación de la Cruz, Pilar, Tres de Febrero, Zárate.
DELEGACIÓN SAN NICOLÁS: San Nicolás, Baradero, Ramallo, San Pedro.
DELEGACIÓN TANDIL: Tandil, Ayacucho, Juárez, Rauch.
DELEGACIÓN TRENQUE LAUQUEN: Trenque Lauquén, Adolfo Alsina, Carlos Tejedor, Daireaux, Normal Villegas, Guaminí, Pellegrini, Rivadavia y Salliqueló.


REGLAMENTO Oficial
Artículo 192: Hasta tanto el Poder Ejecutante preste aprobación al Reglamento Legal y sea publicado en el Boletín Oficial, regirá en todo lo que sea compatible con esta ley, el permitido en la Asamblea del 2 de setiembre de 1966 y publicado en el Boletín Oficial núúnico 15.745 del día 20 del mismo mes y año.


DISTRITOS NOTARIALES
Artículo 193:
I.- Por primera vez el Poder Ejecutante cumplirá lo previsto en el artículo 4, interiormente del año de la publicación de esta ley.
II.- Hasta que se dicte la resolución pertinente y sea publicada en el Boletín Oficial los distritos notariales estarán constituidos por cada uno de los partidos de la Provincia.


ELECCIÓN DE AUTORIDADES
Artículo 194:
I.- La elección de los miembros del Consejo Directivo y de las Juntas Ejecutivas de las delegaciones en la forma prevista en esta ley, tendrá puesto en el interior del plazo de noventa (90) días después de su entrada en vigencia.
II.- Los miembros del Consejo Directivo del Colegio que estuvieren en deporte a la vencimiento de sanción de esta ley, seguirán en funciones cualquiera sea el término de su mandato, hasta el trigésimo día posterior al acto electoral a que se refiere el parágrafo I, momento en el que cesarán en su totalidad por esta única vez, asumiendo los que hubieren resultado electos conforme a esta ley.
III.- Con respecto a las Juntas Ejecutivas de las delegaciones, se aplicarán las normas contenidas en los parágrafos anteriores, con la diferencia de que los miembros que resulten electos responsabilizarseán adentro de los dos (2) meses de constituido el nuevo Consejo Directivo, en las fechas que éste establezca.


INHABILIDADES POR Época Vanguardia
Artículo 195: La disposición contenida en el inciso 1) del artículo 32, comenzará a regir tres (3) años después de la publicación de esta ley.


DENOMINACIÓN DE Certificador
Artículo 196: La denominación de "protonotario" utilizada en esta ley equivale a la de "escribano público" o "escribano", usadas en las anteriores leyes orgánicas del notariado y en la legislación universal.


ADSCRIPTOS EXCEDENTES
Artículo 197: Los actuales adscriptos, aún cuando excedieren el núexclusivo establecido en el artículo 16, continuarán en el entrenamiento de sus funciones.


CANCELACIÓN DE REGISTROS
LEY Doméstico Nº 21.212
Artículo 198: Acordarán automáticamente cancelados los registros notariales a cuyos titulares se les otorgue la titularidad de registros en Renta Federal, en virtud de lo dispuesto en la Ley Nº 21.212, tuvieren o no adscriptos.


VIGENCIA
Artículo 199: La presente ley entrará en vigencia a los treinta (30) días de su publicación, con excepción de lo dispuesto en los apartados II y III del artículo 194, cuya entrada en vigencia se producirá el día próximo al de la publicación.


Artículo 200: Deróganse las Leyes 6191 y 7979; el Decreto-Ley 10.356/62, y toda otra disposición que se oponga a la presente.


Artículo 201: Cúmplase, comuníquese, publíquese, dése al Registro y "Boletín Oficial" y archívese.

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Prestamos personales por telefono

10 ejemplos de prestamo lexico

Para optar a la fianza el agraciado debe cumplir con todas las condiciones especificadas a continuación:


(i) El usufructuario ha tenido que realizar una consulta con iAhorro a través del Servicio de Atención al Beneficiario.
(ii) El sucesor debe favor contratado un producto mejor, conforme a la descripción de “producto mejor” que se detalla en las presentes condiciones, y debe remitir copia del anuencia.
(iii) La consulta a iAhorro se debe sobrevenir realizado en los 30 días anteriores a la momento del arreglo.
(iv) La exigencia de la aval se debe realizar en los 30 días posteriores a la data del resolución.
(v) El crédito debe favor sido solicitado y concedido en España a través de una entidad de crédito española de acuerdo relación de entidades de crédito publicado por la Comisión Franquista del Mercado de Títulos


Qué es un crédito mejor



  1. El crédito que el beneficiario ha enemigo sin ayuda de iAhorro

  2. El(los) crédito(s) presentado(s) por iAhorro


Consideramos que un crédito(en delante A) es mejor que otro (en delante B) si se cumplen todas las siguientes condiciones:



  1. El tipo de interés TAE (incluyendo comisiones) de A es más bajo que el de B.

  2. A no requiere contratar más productos adicionales (como fondos de inversión, planes de pensiones, PIAS, seguro de vida o seguro de amortización de pagos, tarjetas de crédito) de los requeridos por B.


La presente seguro es una promoción monopolio para usuarios de iAhorro que cumplan con las condiciones mencionados anteriormente. iAhorro se reserva el derecho de modificar las condiciones que rigen la presente promoción y/o suspender la promoción en cualquier momento.


Procedimiento para protestar la aval


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¿Qué diferencias hay entre un préstamo y un crédito?


Es habitual encontrar las palabras crédito y préstamo usadas indistintamente, pero se alcahuetería de dos conceptos totalmente distintos. Un crédito es una cantidad de capital que una entidad otorga a un cliente, con un término fijado. En los créditos no se entrega la cantidad total en un solo plazo, sino que podrá disponer del patrimonio según las deyección y el usufructuario paga intereses según el capital dispuesto.


Por su parte, los préstamos son una operación en la que una empresa o una persona entregan a otra una cantidad fija de monises con la condición de entregarse esa cantidad más los intereses en un plazo determinado.


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¿Cuáles son los principales tipos de préstamo?


Los préstamos personales son la opción más popular a la hora de solicitar una cantidad de efectivo. Sin bloqueo, podemos encontrarnos con otros tipos de préstamos como la financiación para empresas. los préstamos P2P y la financiación para emprendedores.


¿En qué debo fijarme para contratar un préstamo?


Encontrar préstamos personales adecuados para cada uno pasa por realizar un investigación previo en el que se estudie desde la cuantía de pasta que se va a solicitar hasta la capacidad de devolución y los plazos. Los intereses y las comisiones que la entidad fija a la hora de conceder el plata o los requisitos que establece pueden hacer que un beneficiario se decante por uno u otro crédito.


¿Puedo designar las cuotas de mis préstamos?


Al igual que ocurre con el resto de préstamos hipotecarios, las entidades pueden establecer diferentes comisiones por su contratación. Un ejemplo es la comisión de transigencia y que se puede negociar con el porción o entidad.


Igualmente existe la comisión por dejación y cuyo porcentaje variará en función del tiempo con el que se produzca.


¿Cómo puede ayudarme iAhorro a contratar el mejor préstamo?


iAhorro analiza cada caso de forma personalizada y gratuita para ofrecer el producto que mejor se adapta a las características de cada agraciado. Cuenta con expertos independientes que resuelven cualquier duda sobre productos y materia financiera a través de la Comunidad de iAhorradores. de uso vacante y de balde.


¿Cómo encontrar los mejores préstamos personales?


Encontrar los mejores préstamos personales del mercado pasa por realizar un estudio previo, analizando detalladamente las características de cada legatario, así como las condiciones y requisitos que establecen las entidades y bancos emisores del producto. Existen comparadores y analistas independientes que ofrecen un servicio regalado en materia bancaria y que ayudan a los usuarios a inclinarse el mejor producto, siendo un ejemplo iAhorro.com.


El precio de un préstamo varía en función de la entidad y del usufructuario, encima del tipo de crédito personal que se solicite. Se pueden encontrar desde minicréditos con importes nunca superiores a los 1000€ hasta financiación para empresas y proyectos. La gran proposición de préstamos permite que los usuarios puedan conseguir plata de una forma más sencilla.


La tecnología asimismo permite que los usuarios obtengan préstamos personales rápidos. en menos de 10 minutos contarán con pasta en su cuenta corriente. Conseguir boleto urgente es mucho más sencillo gracias a los préstamos rápidos sin papeles que adjunto a la tramitación online agilizan el proceso.


La comodidad que aporta realizar préstamos online permite que cada vez sean más los usuarios que solicitan boleto a través de esta vía. Otras ventajas que tienen este tipo de préstamos en tangente son la variedad de ofrecimiento, la prontitud y la flexibilidad en los plazos de devolución. Estas ventajas variarán en función de cuál sea la empresa prestamista.


Conseguir préstamos con ASNEF es una de las principales dudas que tienen los usuarios ya que es un condicionante para que las entidades denieguen un crédito personal. Sin secuestro, en la presente existen diferentes empresas que permiten conseguir un crédito con ASNEF, siendo los requisitos asaz estrictos para que se apruebe su concesión.


La responsabilidad a la hora de solicitar un crédito recae en el usufructuario. Se debe tener muy claro que los plazos deben cumplirse si no se quiere caer en un sobreendeudamiento provocado por los altos intereses. En ocasiones, el mejor préstamo es el que no se pide.

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LA MICRO Y PEQUEСA EMPRESA MEXICANA

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LA MICRO Y PEQUEСA EMPRESA MEXICANA


Para citar este artнculo puede utilizar el sucesivo formato:
Alan F. Carrasco Dбvila:La micro y pequeсa empresa mexicana. Observatorio de la Economнa Latinoamericana. Nъmero 45, julio 2005. en http://www.eumed.net/cursecon/ecolat/index.htm


En los albores de la humanidad el hombre tenнa que ser suficiente para satisfacer sus deyección, en presencia de esta difнcil situaciуn, cada individuo se fue dedicando a una actividad diferente segъn sus habilidades. Es aquн donde se inicia la divisiуn del trabajo, el comercio, el monises y seguidamente surgen las primeras empresas en su forma rudimentaria.


En la contemporaneidad la empresa mexicana esta compuesta en su mayorнa por micros y pequeсas empresas que conforman mбs del 95% del total de la industria, esto demuestra la importancia que reviste este tipo de empresas, que conforman una parte fundamental en los procesos de recuperaciуn y de reordenaciуn de la economнa franquista y en el cambio estructural del máquina productivo que el paнs requiere.


Empresa, Caracterнsticas, Estructura, Organizaciуn, Factores externos, Explicación, Entorno, Fuerzas, Debilidades.


In the beginnings of the humanity the man had to be automóvil sufficient to satisfy his needs, before this difficult situation, every individual was devoting himself to a different activity according to his skills. It is here where the division of the work begins, the trade, the money and later the first companies arise in his rudimentary form


At present the Mexican company this composed one in the main for mikes and small enterprises that shape more than 95 % of the whole of the industry, this demonstrates the importance that you re-saw this type of companies, that shape a fundamental part in the processes of recovery and of reordering of the national economy and in the structural change of the productive device that the country needs.


“ Empresa .- Género social en el que, a travйs de la administraciуn del haber y del trabajo, se producen intereses y/o servicios tendientes a la satisfacciуn de las micción de la comunidad.” Mьnch Galindo (1992)


El avance social, cultural, tecnolуgico y econуmico ha originado la existencia de una gran disparidad de empresas.


Algunos criterios de clasificaciуn de empresa son:


Actividad o Letra


Origen del Hacienda


Magnitud de la Empresa


Categorнas de Liles


Actividad o Vuelta.


De acuerdo con la actividad que desarrollen las empresas se catalogan en:


1.- Industriales. La actividad primordial es la producciуn de beneficios materiales de transformaciуn y/o la extracciуn de materias primas.


2.- Comerciales. Son intermediarias entre productor y consumidor; su funciуn primordial es la compraventa de productos terminados.


3.- Servicio. Como su nombre lo indica, son aquellas que brindan un servicio a la comunidad y pueden tener o no fines lucrativos. Entre las empresas de servicios estб la de transporte, turismo, instituciones financieras, educaciуn, hospitales, entre otras.


Origen del Renta.


Depende del origen de la aportaciуn del renta y del carбcter a quienes dirijan sus actividades. Las empresas pueden clasificarse en:


1.- Pъblicas. En este tipo de empresas el hacienda pertenece al estado y, generalmente, su finalidad es satisfacer micción de carбcter social.


2.- Privadas. Cuando el caudal es propiedad de inversionistas privados y su finalidad puede ser lucrativa o altruista.


Magnitud de la Empresa.


El tamaсo de la empresa depende de numerosos factores como:


1.- Financiero. En saco en el monto de su haber.


2.- Personal. El nъmero de empleados que laboran en una empresa es comъnmente el parбmetro que se utiliza para detallar, la micro, pequeсa, mediana y gran empresa.


Se ha enemigo (Plaza & Janйs, 1990), que «Se considera pequeсa empresa la que emplea menos de 50 personas, y mediana la que cuenta entre 50 y 250 empleados «.


3.- Producciуn. El fracción de maquinaciуn del proceso de producciуn define el tamaсo de la empresa. En una pequeсa empresa por lo universal la producciуn es artesanal y sн en ocasiones estб mecanizada requiere aъn de mucha mano de obra. La empresa mediana cuenta con mбs maquinaria y menos mano de obra. La gran empresa estб en extremo mecanizada y/o sistematizada.


4.- Ventas. Define el tamaсo de la empresa con relaciуn a la cobertura de mercado y monto de ventas.


Las empresas pueden ser de acuerdo a un criterio econуmico:


- Nuevas. Se dedican a la manufactura o fabricaciуn de mercancнas que no se producen en el paнs, siempre que no se trate de sustitutos de otros que ya se produzcan en йste, y que contribuyen en forma importante al avance econуmico del mismo.


- Necesarias. Tienen por objeto la manufactura o fabricaciуn de mercancнas que se producen en el paнs en cantidades insuficientes para satisfacer las micción del consumo franquista, siempre y cuando el mencionado dйficit sea considerable y no tenga su origen en causas transitorias.


- Bбsicas. Aquellas industrias consideradas primordiales para una o mбs actividades de importancia para el exposición agrнcola o industrial del paнs.


- Semi-bбsicas. Producen mercancнas destinadas a satisfacer directamente las deyección vitales de la poblaciуn.


- Secundarias. Fabrican artнculos no comprendidos en los grupos anteriores.


La clasificaciуn que la Ley Mercantil Mexicana hace de las sociedades mercantiles, segъn Puente y Pelado (1970) es:


1. – Sociedad en nombre colectivo


2. – Sociedad en comandita simple


3. – Sociedad de responsabilidad limitada


4. – Sociedad anуnima


5. – Sociedad en comandita por acciones


6. – Sociedad cooperativa


7. – Sociedad de responsabilidad limitada de interйs pъblico


La Ley Caudillo de Sociedades Mercantiles, en sus artнculos 1o. fracciуn VI, ъltimo apartado, y 213 al 221, reconoce una categorнa particular internamente de la clasificaciуn de las sociedades: la sociedad de caudal variable.


Categorнas de Liles.


Patrick Liles clasifica en tres categorнas a las empresas. En primer espacio las empresas que fuego Marginales, no poseen ningъn peculiaridad diferencial o creatividad, mínimo quй les confiera una preeminencia competitiva apreciable, por ejemplo, una agrupaciуn de taxistas. En segundo ocupación estбn las empresas que tienen poco diferencial, una cierta personalidad que les da una delantera competitiva; se alcahuetería generalmente de empresas fundamentadas en las habilidades de una persona o un colección, ejemplo de estas son: una empresa de consulta, una escuela de danza, etc. el crecimiento de estas empresas exige otro estilo y especializaciуn. Una tercera categorнa, son las pequeсas con efectivo potencial; su caracterнstica comъn es favor descubierto poco (producto o servicio) realizando una aportaciуn importante a la calidad de vida, un ejemplo es la creaciуn de Apple Computer, Steven Jobs comenzу en un pequeсo taller casero y en muy pocos aсos, se convirtiу en una empresa mundial.


CAPITULO II


ADMINISTRACIУN EN LA MICRO Y PEQUEСA EMPRESA.


2.1 CARACTERISTICAS GENERALES DE LAS EMPRESAS.


La importancia de la micro y pequeсa empresa radica en la cantidad de establecimientos de йste tipo que existen en Mйxico, pero estas empresas no solo adquieren importancia en el бmbito franquista, sino tambiйn en el Internacional. Existen institutos aproximadamente del mundo que enseсan, financian y promueven a micro y pequeсas empresas. Este tipo de entidades han proporcionado una de las mejores alternativas para la independencia econуmica, estas empresas representan una gran oportunidad, a travйs de la cual los grupos en desventaja econуmica han podido iniciar y consolidarse por mйritos propios.


Caracterнsticas de la micro y pequeсa empresa:


Errata de formalidad.


Errata de solvencia.


Problemas de solvencia.


En Mйxico las micros y pequeсas empresas comparten los siguientes rasgos: Operan con escalas bajas de producciуn, utilizan tecnologнas adaptadas, son de propiedad íntimo y su financiamiento procede de fuentes propias.


Integraciуn de sus actividades


Diferentes tipos de empresas


Las microempresas familiares.


Las microempresas competitivas.


Las microempresas ligadas a consorcios.


En cuanto a su nъmero de trabajadores y convexidad de ventas:


2.2 LA MICROEMPRESA.


Las empresas desempeсan diversas funciones en nuestra sociedad como:


a) Objetar a las demandas concretas de los consumidores.


b) Crear los productos y servicios.


c) Producir empleos.


d) Contribuir al crecimiento econуmico.


e) Reposar la productividad.


La microempresa es una organizaciуn:


a) Con propietarios y administraciуn independientes.


b) Que no domina el sector de la actividad en que opera.


c) Con una estructura organizacional muy sencilla.


d) Que no ocupa mбs de 15 empleados.


e) Que sus ventas anuales no sobrepasan los 20 millones de euros.


Anбlisis de la causa de origen de la microempresa.


Las microempresas son autйnticos eslabones de la producciуn ya que exportan y generan la decano cantidad de empleos. En los paнses en proceso de crecimiento la microempresa es la organizaciуn mбs popular. En Mйxico se cuentan con 90% de microempresas, 5.8% son pequeсas y medianas empresas y el 2% son grandes.


La proliferaciуn de microempresas fue considerada como una preeminencia durante y los aсos posteriores a la crisis financiera de diciembre de 1994, oportuno a que este tipo de entidades repercutiу de modo positiva en evitar elevadas tasas de desempleo, evitando con ello problemas sociales.


Problemas de la microempresa.


Las microempresa se enfrentan a una problemбtica formada por diversos utensilios.


Las microempresas, para que sean eficientes deberбn ser dirigidas profesionalmente.


Los programas de financiamiento no son la ъnica soluciуn para la microempresa.


La simplificaciуn administrativa en las dependencias pъblicas que sirven de apoyo a la microempresa, es indispensable para las subsistencias de la misma.


Fomentar la formaciуn del microempresario.


La empresa íntimo, es aquella en que los dueсos y los que la operan toman decisiones estratйgicas y operativas, son miembros de una o varias familias.


Se entienden aquellas en las que un nъcleo allegado controla la mayorнa del caudal.


La gran mayorнa de las empresas familiares son micro, pequeсas y medianas empresas, muchas de las que denominan tiendas.


2.3 ORGANIZACIУN EMPRESARIAL.


En 1916 y adecuado a Henry Fayol (1841-1925) quien es considerado el real padre de la administraciуn, y a otros autores; surgнa en Francia, la llamamiento Teorнa Clбsica de la Administraciуn; caracterizada por su йnfasis en la estructura, es proponer, la Organizaciуn Formal.


Tipos de organizaciуn


Organizaciуn informal: caracterizada por una actividad colectiva que no esta orientada especнficamente en torno a objetivos definidos de la empresa.


Organizaciуn formal: es la que determina los estбndares de interrelaciones entre los уrganos, definidos por medio de las normas, directrices y reglamentos de la organizaciуn; medio del que se sirve una organizaciуn cualquiera para conseguir con eficiencia sus objetivos.


Organizaciуn derecho: constituye la forma estructural mбs simple y mбs antigua. En esta existe una jerarquizaciуn de la autoridad, en la cual los superiores son obedecidos por sus respectivos subalternos.


Organizaciуn práctico: es el tipo de estructura que aplica el principio de la especializaciуn de las funciones para cada tarea.


Organizaciуn lineal-staff: resulta de la combinaciуn de los tipos de organizaciуn directo y pragmático, para tratar de incrementar las ventajas de ellas y compendiar sus desventajas. En el interior de esta organizaciуn existen уrganos de lнnea, esto es, уrganos de ejecuciуn; y de asesorнa, es asegurar, de apoyo y consultorнa, que mantienen relaciones entre sн.


Influencia del punto humano


Entre las deyección fundamentales de una organizaciуn, sobresale la del punto humano, expediente que es indispensable e inestimable.


Ya que por medio del medio humano se llegan a alcanzar los objetivos de la empresa tales como: productividad, rentabilidad, reducciуn de costos, ampliaciуn del mercado, satisfacciуn de las deyección de la clientela, etc. En pocas palabras sino fuera por ellos la empresa no podrнa subsistir y mientras la organizaciуn procure la satisfacciуn de su empleado en el trabajo, esta percibirб un mejor y total rendimiento a valía de la empresa.


Segъn la funciуn que desempeсan y el nivel jerбrquico en que se encuentren, puede ser:


Obreros: calificados y no calificados.


Oficinistas: Calificados y no calificados.


Supervisores: vigilan el cumplimiento de las actividades.


Tйcnicos: efectъan nuevos diseсos de productos, sistema funcionario.


Ejecutivos: ponen en ejecuciуn las disposiciones de los directivos o dueсos.


Directores o Dueсos: fijan los objetivos, estrategias y polнticas, etc.


Es importante que el dueсo o administrador de la empresa enfatice los siguientes objetivos:


Obtener la mбxima capacidad de todo el personal.


Obtener la plena cooperaciуn al servicio de la empresa.


Coordinar intereses de la empresa y los trabajadores.


Aunada a la demanda de bienes humanos, existe la privación de fortuna monetarios que permitan la adquisiciуn o establecimiento de los fondos materiales, los cuales coadyuvan al logro de los objetivos de la empresa.


La funciуn bбsica de la organizaciуn financiera, es la de ordenar el manejo del haber necesario en la empresa al superar y apoyar el renta necesario para crear un producto o servicio, y distribuirlo si se pretende que la empresa subsista.


El primer propуsito de toda organizaciуn es obtener utilidades. Al perseguir este objetivo, los administradores deben implantar controles que ayuden a los dueсos o administradores a amparar los costos adentro de los lнmites. En el interior de los controles financieros, estбn los presupuestos que son instrumentos importantes para controlar los costos.


2.4 FACTORES EXTERNOS QUE INFLUYEN EN EL Explicación DE LA MICRO Y PEQUEСA EMPRESA.


Actualmente las micro y pequeсas empresas se enfrentan a graves problemas con relaciуn a los insumos ya que correcto a su escalera de operación los costos de las materias primas son muy altos, los proveedores son mбs exigentes en cuanto a sus condiciones de cuota y es escaso el poder de negociaciуn con ellos en cuanto a los plazos de entrega ya que generalmente les dan preferencia a sus clientes mбs grandes. Por otra parte los inventarios que manejan los micros y pequeсos empresarios son proporcionalmente mayores correcto a su yerro de proyecciуn de lo que van a traicionar.


Las micro y pequeсas empresas necesitan que la materia prima o los insumos sean de calidad, que lleguen a tiempo, en forma бgil y valioso lo cual representa un importante ejecutor para concluir exitosamente con la distribuciуn de los productos a los consumidores nacionales y extranjeros.


Sin duda alguna otro ejecutor importante corresponde a calidad, la tolerancia comercial y la revoluciуn de las comunicaciones han permitido que se comparen fбcilmente las calidades disponibles en todos los mercados del mundo, con esquemas de normas internacionales cada vez mбs estrictas, asн como sistemas de certificaciуn de calidad que permitan otorgar una garantнa de calidad a los consumidores de productos mexicanos, por lo que se ha vuelto indispensable crear una civilización de calidad en las micro y pequeсas empresas y apoyar en el financiamiento desde la accesoria tйcnica, la capacitaciуn y la implementaciуn de controles estadнsticos a fin de ganar la calidad total en la empresa.


Otro aspecto fundamental es el diseсo, ya que para poder presentar y traicionar mejor un producto se debe considerar sus caracterнsticas distintivas ya sea en su empaque o en la promociуn de un servicio poniendo exclusivo йnfasis en todos aquellos productos en los que hay capacidad para exportar, asн como los que enfrentan la competencia interna.


Por otra parte los micro productores y las pequeсas empresas necesitan tener una imagen, una identidad porque son ellos los mбs necesitados de diferenciarse para atender un determinado hornacina de mercado ya que compiten contra las grandes corporaciones; Si las pequeсas, medianas y microempresas no logran esta diferenciaciуn, sus posibilidades de sobre experiencia en el mercado son muy limitadas.


Hay muchas posibilidades y medios para que un pequeсo productor pueda posicionar sus artнculos. No necesariamente la imagen se materializa en un logotipo, en una marbete; el concepto se transmite por un sistema de posicionamiento ligero que es la remisión de boca a boca.


En la imagen de las micro y pequeсas empresas el gran componente es el diseсo, el talento y la identificaciуn del por quй soy diferente próximo con lo que producen las grandes corporaciones. El talento del patrón consiste en identificar cuбl o cuбles son los factores que pueden constituirse en las ventajas comparativas ya que йsas son las que le interesan al cliente. En muchos productos el multiplicador precio no es lo que provoca la decisiуn de operación, muchas veces es la presentaciуn o la funcionalidad.


La cuestiуn de cuбnto se requiere de medios econуmicos para posicionar la imagen, es mбs una decisiуn o una respuesta de inteligencia, de talento, que de patrimonio. Hay muchos productos que se han posicionado pero no por la gran publicidad que hacen; esto tiene que ver con la segmentaciуn de mercados esa es la forma inteligente de volver en posicionamiento.


Existen casos de micro productores y pequeсos empresarios que estбn conscientes que esta es una inversiуn que no les va a descapitalizar en primer circunscripción, y segundo, que les va a dar muy buenos resultados en tйrmino de ventas y, por lo tanto, de ganancias. Alterar en diseсo es muy rentable; lo importante no es pensar en si es caro el tener un nuevo envase o una imagen, sino, en si dicha inversiуn va a ser redituable. Se puede tratar de establecer una imagen de productos que no tienen muchos componentes para ser exitosos por el producto mismo pero, tarde o temprano el consumidor reflexionarб y el producto saldrб del mercado.


Las micro y pequeсas empresas son partнcipes de una competencia por obtener el decano nъmero de clientes o usuarios, y el conocer las preferencias de su segmento de mercado les permite precisar, quiйnes son sus clientes, en dуnde estа1n, cуmo los contactan y quй esperan


de ellas o de su producto.


Sin superficie a duda la segmentaciуn de mercado es una útil invaluable para que puedan quedarse con el pedazo mбs ínclito, o por lo menos sobrevivir. La investigaciуn de mercados se ha convertido en un mal necesario, que hace cada vez m_e1s urgente comenzar a


elaborar mнnimo un estudio al aсo, en donde puedan ver cуmo estбn posicionados en el mercado, cуmo percibe el consumidor sus marcas y quй tan aceptablemente o mal evalъan el servicio.


Una micro y pequeсa empresa tendrнa que evaluar el costo-beneficio para considerar el costo que implica realizar una investigaciуn, sin incautación podrб acudir a una sondeo concreta, que es de bajo costo y le proporciona despuйs de su interpretaciуn, informaciуn clara y ъtil siendo la mejor forma de asomar con la civilización de la investigaciуn con un diagnostico para encontrar las fortalezas y debilidades en precios, estudiar cуmo los ve el mercado.


Para una empresa mediana es una mнnima de datos de acciуn, para las micro y pequeсas empresas es mucho mбs fбcil efectuar de forma rбpida una vez detectados los errores, y frente a la competencia de un mercado globalizado esa preeminencia puede ser decisiva para establecer de guisa efectiva la ecuaciуn precio y calidad que son indispensables para el йxito de la compaснa.


Los micros y pequeсos empresarios deben tomar en cuenta que el mejor servicio que le pueden ofrecer a sus clientes es aquel que involucra un valía asociado para йl, y que el producto o servicio no acaba con la traspaso, sino que continua en cada proceso interno de la empresa, los micros y pequeсos empresarios deben de promover una interacciуn activa con sus clientes, mantenerlos informados acerca de las novedades en sus productos y servicios y cualquier otro tema de su interйs y considerar que es mucho mбs rentable entregar mбs a un cliente existente que entender nuevos, ampliando de este modo la permanencia de sus clientes en el negocio.


Actualmente Mйxico se enfrenta a grandes retos en materia de competitividad y productividad por lo que es necesario realizar acciones que tengan que ver con los insumos, el mercado, los clientes, la competencia, el diseсo, la imagen, la tecnologнa, el financiamiento, y otros aspectos que representan los retos a futuro que debe carear este paнs.


Sin extensión a dudas la escalera competitiva se ha convertido en una excelente oportunidad para las micros y pequeсas empresas ya que tienen la posibilidad de participar en nuevos mercados a los que cada productor en lo particular no podrнa lograr, y ahora con una marca en comъn y un buen canal de comercializaciуn, serб factible calar.


De esta forma ni la globalidad, ni el paнs lo permite “trabajar cada cual por su flanco”, hoy se requiere asociarse para trabajar en conjunto, es necesario comprar, diseсar, aceptar crйdito y otorgar garantнa en comъn.


El asociarse puede apoyar la permanencia y fortalecimiento de las micros y pequeсas empresas ya que de esta modo se incrementa su poder de negociaciуn frente al gobierno para que se tomen en cuenta sus intereses comunes en cuestiones fiscales, de salarios, legislaciуn sindical, precios y tarifas, importaciуn de maquinaria y otras, ademбs al agruparse pueden obtener algunos servicios que estбn fuera de su magnitud actuando aisladamente o que les resulten muy caros, asн como realizar algunas actividades en comъn y de esta forma potenciar sus ventajas competitivas y aminorar sus debilidades.


Otro de los factores que influyen para que empresas de otros paнses se vuelvan competitivas son las alianzas estratйgicas ya que constituyen un mecanismo eficaz para conquistar la penetraciуn en un mercado especнfico de algъn producto o servicio permitiйndole competir con una tecnologнa vanguardia, contar con el soporte financiero necesario vнa caudal y crйditos, los apoyos tecnolуgicos y / o comerciales que se requieren para alcanzar un posicionamiento adecuado del producto en ese mercado.


Se requiere tambiйn tecnologнa competitiva, por lo que es necesario crear una plataforma tecnolуgica en la planta productiva para dominar y perfeccionar el “cуmo hacer las cosas”, a travйs de la bъsqueda de tecnologнa adecuada, su importación y asimilaciуn documentada, la capacitaciуn del personal que la operarб, el explicación y la innovaciуn de la misma, que deberб actualizarse constantemente para conservar la eficiencia en los procesos productivos, calidad de los productos de tal forma que la inversiуn se considere un negociador estratйgico internamente de la micro y pequeсa empresa.


Es necesario hoy dнa disponer de capital financieros, de sistemas de financiamiento y de cooperación tйcnica para conseguir, aprovechar y desarrollar tecnologнa que incremente el nivel competitivo de productos, procesos y servicios.


Durante la “йpoca de oro” de la red, mediados de 1999 y fines del 2001, se oyу mucho respecto a la relevancia que tendrнa Internet en el crecimiento de las micros y pequeсas empresas. Se consideraba que era una situaciуn de ganar-ganar entre entreambos, en el sentido que Internet era el medio ideal para que las micros y pequeсas empresas, que generalmente cuentan con capital limitados, pudieran ceder a un universo de consumidores, ahora es una opciуn efectivo para traicionar mбs.


El promocionarse en la red o tener un portal tiene muchas ventajas: permite que los negocios tengan un trato directo con los clientes, no sуlo de Mйxico sino de cualquier parte del mundo, ademбs puede acelerar el explicación de productos, consumir con planes ineficientes internamente de la prisión productiva y capitalizar los procesos de investigaciуn y exposición.


La red logra establecer conexiones rбpidas y personalizadas, es asegurar el portal puede contener toda la informaciуn de la compaснa, servicios, productos, contacto y tener títulos agregados como consejos especializados bajo solicitud, recomendaciones, informativo o ligas a otros sitios de interйs, la empresa puede incluso realizar ventas a travйs de su sitio en Internet lo que repercute directamente en la disminuciуn de costos, es asegurar se pueden eliminar gastos de escaparates, renta de un espacio fнsico, cuota de luz, agua, etc.


“En Mйxico sуlo una tercera parte de la poblaciуn econуmicamente activa tiene capacidad para contratar un crйdito en el Sistema Financiero Franquista y esta restricciуn es veterano para el financiamiento de la inversiуn empresarial. Es significativo que al finalizar el 2000, tan pronto como 30% de las empresas mexicanas lograron contratar un prйstamo bancario.


Entre los factores que mбs dificulta obtener el crйdito bancario destacan las elevadas tasas de interйs, en particular las garantнas de crйdito son barreras infranqueables oportuno a que los micros y los pequeсos empresarios no disponen de inmuebles o propiedades para otorgar como garantнa positivo.


En estas condiciones es comprensible el surgimiento de las instituciones de micro financiamiento en Mйxico dedicadas a financiar proyectos productivos de las micro y pequeсas empresas con bajos niveles de capitalizaciуn y un comunicación muy prohibido a los mercados financieros cuyas caracterнsticas han estimulado la apariciуn de mecanismos novedosos de financiamiento y mercados informales de crйdito, en estos espacios participa una amplia escala de intermediarios como las cajas populares, las sociedades de economía y prйstamo, las uniones de crйdito, los bancos populares y otras instituciones micro financieras”.


Las instituciones micro financieras se han propuesto redefinir el papel de crйdito en tйrminos de una útil pedagуgica que capacite a los acreditados en el uso adecuado de los fortuna. El apoyo financiero a las unidades pequeсas de producciуn requiere de otros apoyos en materia de informaciуn, capacitaciуn, asesorнa tйcnica, promociуn, comercializaciуn y soporte tecnolуgico.


“La carencia de crйditos genera un circulo vicioso que es necesario exceder de raнz mediante la eliminaciуn de las principales barreras que impiden a las micro y pequeсas empresas alcanzar el financiamiento. La relevancia social de esta problemбtica fue reconocida por el Presidente de la Repъblica Vicente Fox y el Patriarca de Gobierno del Distrito Federal Andrйs Manuel Lуpez Taller. El gobierno federal anunciу acciones dirigidas a la reestructuraciуn de la banca de mejora y la reactivaciуn del crйdito bancario, asн como a instaurar un software de micro financiamiento con los organismos de la banca popular cuyos alcances quedaron por debajo de las expectativas creadas por el mismo Presidente”.


ENTORNO Flagrante DE LA EMPRESA EN MЙXICO.


Antaño de la Revoluciуn Industrial, todos los negocios eran pequeсos, sin bloqueo, desde la invenciуn de la mбquina de vapor, los grandes negocios han llegado a dominar muchas бreas de la industria y el comercio. En Mйxico la pequeсa y mediana empresa constituye, hoy en dнa, el centro del sistema econуmico del paнs, correcto a que mбs del 95% de las empresas son pequeсas y medianas.


La pequeсa y mediana empresa proporcionan mбs de la parte de todos los empleos de la naciуn, incluyendo actividades que no son comerciales, ofrecen el campo práctico en donde se generan con frecuencia nuevos productos, nuevas ideas, nuevas tйcnicas y nuevas formas de hacer las cosas.


Mйxico firmу el diecisiete de diciembre de 1992 un Tratado de Rescatado Comercio (TLC) con Canadб y Estados Unidos de Ideal Amйrica que entrу en vigor el primero de enero de 1994.


El Tratado de Rescatado Comercio significa un provocación para la empresa mexicana y mбs para la micro, pequeсa y mediana, con el TLC las empresas se ven presionadas en producir artнculos de calidad y por lo mismo buscan ser competitivas y emplear mejor sus posibles tйcnicos, humanos y financieros. Hace unos aсos el mediano conocimiento del mercado permitнa a cualquier empresa franquista sobrevivir, actualmente las condiciones han cambiado y los pequeсos errores pueden ocasionar fatales resultados, esto obliga a utilizar nuevas tйcnicas y elevar el nivel de gestiуn empresarial.


Aplicar nuevas tйcnicas con la mira de dirigir el cambio en la organizaciуn implica capacitarse y nominar a multitud competente y motivada para formar parte del liga; para algunas empresas serб mбs difнcil adaptarse al cambio ya sea por su estructura o por sus miembros, pero lo mбs importante es que el dueсo o lнder este convencido y antiguamente de iniciar cualquier cambio deben planear estratйgicamente su rumbo; para no arriesgarse a un cambio impredecible.


Antiguamente de iniciar cualquier cambio la pequeсa y mediana empresa debe conocerse asн misma, analizar su situaciуn y evaluar sus puntos fuertes y dйbiles.


Doméstico Financiera S.N.C. describe las principales caracterнsticas que definen la posiciуn relativa de la Micro y Pequeсa Empresa delante empresas de maduro tamaсo y similares de otros paнses agrupбndolos en fuerzas y debilidades. Segъn Martнnez (1994 ).


Micro y Pequeсa empresa.


Plazo: 08 del 12 de 2015 – 01:35


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Por: Phil Howardson


Época: 23 del 09 de 2015 – 03:50

LA MICRO Y PEQUEСA EMPRESA MEXICANA

LA MICRO Y PEQUEСA EMPRESA MEXICANA


Para citar este artнculo puede utilizar el sucesivo formato:
Alan F. Carrasco Dбvila:La micro y pequeсa empresa mexicana. Observatorio de la Economнa Latinoamericana. Nъmero 45, julio 2005. en http://www.eumed.net/cursecon/ecolat/index.htm


En los albores de la humanidad el hombre tenнa que ser engreído para satisfacer sus deposición, frente a esta difнcil situaciуn, cada individuo se fue dedicando a una actividad diferente segъn sus habilidades. Es aquн donde se inicia la divisiуn del trabajo, el comercio, el boleto y luego surgen las primeras empresas en su forma rudimentaria.


En la contemporaneidad la empresa mexicana esta compuesta en su mayorнa por micros y pequeсas empresas que conforman mбs del 95% del total de la industria, esto demuestra la importancia que reviste este tipo de empresas, que conforman una parte fundamental en los procesos de recuperaciуn y de reordenaciуn de la economнa franquista y en el cambio estructural del mecanismo productivo que el paнs requiere.


Empresa, Caracterнsticas, Estructura, Organizaciуn, Factores externos, Exposición, Entorno, Fuerzas, Debilidades.


In the beginnings of the humanity the man had to be utilitario sufficient to satisfy his needs, before this difficult situation, every individual was devoting himself to a different activity according to his skills. It is here where the division of the work begins, the trade, the money and later the first companies arise in his rudimentary form


At present the Mexican company this composed one in the main for mikes and small enterprises that shape more than 95 % of the whole of the industry, this demonstrates the importance that you re-saw this type of companies, that shape a fundamental part in the processes of recovery and of reordering of the national economy and in the structural change of the productive device that the country needs.


“ Empresa .- Rama social en el que, a travйs de la administraciуn del haber y del trabajo, se producen intereses y/o servicios tendientes a la satisfacciуn de las deposición de la comunidad.” Mьnch Galindo (1992)


El avance social, cultural, tecnolуgico y econуmico ha originado la existencia de una gran variedad de empresas.


Algunos criterios de clasificaciуn de empresa son:


Actividad o Libranza


Origen del Hacienda


Magnitud de la Empresa


Categorнas de Liles


Actividad o Modismo.


De acuerdo con la actividad que desarrollen las empresas se catalogan en:


1.- Industriales. La actividad primordial es la producciуn de acervo materiales de transformaciуn y/o la extracciуn de materias primas.


2.- Comerciales. Son intermediarias entre productor y consumidor; su funciуn primordial es la compraventa de productos terminados.


3.- Servicio. Como su nombre lo indica, son aquellas que brindan un servicio a la comunidad y pueden tener o no fines lucrativos. Entre las empresas de servicios estб la de transporte, turismo, instituciones financieras, educaciуn, hospitales, entre otras.


Origen del Hacienda.


Depende del origen de la aportaciуn del haber y del carбcter a quienes dirijan sus actividades. Las empresas pueden clasificarse en:


1.- Pъblicas. En este tipo de empresas el caudal pertenece al estado y, generalmente, su finalidad es satisfacer micción de carбcter social.


2.- Privadas. Cuando el haber es propiedad de inversionistas privados y su finalidad puede ser lucrativa o altruista.


Magnitud de la Empresa.


El tamaсo de la empresa depende de numerosos factores como:


1.- Financiero. En saco en el monto de su renta.


2.- Personal. El nъmero de empleados que laboran en una empresa es comъnmente el parбmetro que se utiliza para precisar, la micro, pequeсa, mediana y gran empresa.


Se ha antagónico (Plaza & Janйs, 1990), que «Se considera pequeсa empresa la que emplea menos de 50 personas, y mediana la que cuenta entre 50 y 250 empleados «.


3.- Producciуn. El límite de maquinaciуn del proceso de producciуn define el tamaсo de la empresa. En una pequeсa empresa por lo común la producciуn es artesanal y sн en ocasiones estб mecanizada requiere aъn de mucha mano de obra. La empresa mediana cuenta con mбs maquinaria y menos mano de obra. La gran empresa estб en gran medida mecanizada y/o sistematizada.


4.- Ventas. Define el tamaсo de la empresa con relaciуn a la cobertura de mercado y monto de ventas.


Las empresas pueden ser de acuerdo a un criterio econуmico:


- Nuevas. Se dedican a la manufactura o fabricaciуn de mercancнas que no se producen en el paнs, siempre que no se trate de sustitutos de otros que ya se produzcan en йste, y que contribuyen en forma importante al crecimiento econуmico del mismo.


- Necesarias. Tienen por objeto la manufactura o fabricaciуn de mercancнas que se producen en el paнs en cantidades insuficientes para satisfacer las micción del consumo franquista, siempre y cuando el mencionado dйficit sea considerable y no tenga su origen en causas transitorias.


- Bбsicas. Aquellas industrias consideradas primordiales para una o mбs actividades de importancia para el progreso agrнcola o industrial del paнs.


- Semi-bбsicas. Producen mercancнas destinadas a satisfacer directamente las micción vitales de la poblaciуn.


- Secundarias. Fabrican artнculos no comprendidos en los grupos anteriores.


La clasificaciуn que la Ley Mercantil Mexicana hace de las sociedades mercantiles, segъn Puente y Pelado (1970) es:


1. – Sociedad en nombre colectivo


2. – Sociedad en comandita simple


3. – Sociedad de responsabilidad limitada


4. – Sociedad anуnima


5. – Sociedad en comandita por acciones


6. – Sociedad cooperativa


7. – Sociedad de responsabilidad limitada de interйs pъblico


La Ley Militar de Sociedades Mercantiles, en sus artнculos 1o. fracciуn VI, ъltimo apartado, y 213 al 221, reconoce una categorнa singular en el interior de la clasificaciуn de las sociedades: la sociedad de renta variable.


Categorнas de Liles.


Patrick Liles clasifica en tres categorнas a las empresas. En primer lado las empresas que lumbre Marginales, no poseen ningъn atributo diferencial o creatividad, mínimo quй les confiera una delantera competitiva apreciable, por ejemplo, una agrupaciуn de taxistas. En segundo superficie estбn las empresas que tienen poco diferencial, una cierta personalidad que les da una preeminencia competitiva; se comercio generalmente de empresas fundamentadas en las habilidades de una persona o un comunidad, ejemplo de estas son: una empresa de consulta, una escuela de danza, etc. el crecimiento de estas empresas exige otro estilo y especializaciуn. Una tercera categorнa, son las pequeсas con real potencial; su caracterнstica comъn es acontecer descubierto poco (producto o servicio) realizando una aportaciуn importante a la calidad de vida, un ejemplo es la creaciуn de Apple Computer, Steven Jobs comenzу en un pequeсo taller casero y en muy pocos aсos, se convirtiу en una empresa mundial.


CAPITULO II


ADMINISTRACIУN EN LA MICRO Y PEQUEСA EMPRESA.


2.1 CARACTERISTICAS GENERALES DE LAS EMPRESAS.


La importancia de la micro y pequeсa empresa radica en la cantidad de establecimientos de йste tipo que existen en Mйxico, pero estas empresas no solo adquieren importancia en el бmbito franquista, sino tambiйn en el Internacional. Existen institutos cerca de del mundo que enseсan, financian y promueven a micro y pequeсas empresas. Este tipo de entidades han proporcionado una de las mejores alternativas para la independencia econуmica, estas empresas representan una gran oportunidad, a travйs de la cual los grupos en desventaja econуmica han podido iniciar y consolidarse por mйritos propios.


Caracterнsticas de la micro y pequeсa empresa:


Equivocación de formalidad.


Desatiendo de solvencia.


Problemas de solvencia.


En Mйxico las micros y pequeсas empresas comparten los siguientes rasgos: Operan con escalas bajas de producciуn, utilizan tecnologнas adaptadas, son de propiedad general y su financiamiento procede de fuentes propias.


Integraciуn de sus actividades


Diferentes tipos de empresas


Las microempresas familiares.


Las microempresas competitivas.


Las microempresas ligadas a consorcios.


En cuanto a su nъmero de trabajadores y convexidad de ventas:


2.2 LA MICROEMPRESA.


Las empresas desempeсan diversas funciones en nuestra sociedad como:


a) Contestar a las demandas concretas de los consumidores.


b) Crear los productos y servicios.


c) Suscitar empleos.


d) Contribuir al crecimiento econуmico.


e) Reposar la productividad.


La microempresa es una organizaciуn:


a) Con propietarios y administraciуn independientes.


b) Que no domina el sector de la actividad en que opera.


c) Con una estructura organizacional muy sencilla.


d) Que no ocupa mбs de 15 empleados.


e) Que sus ventas anuales no sobrepasan los 20 millones de euros.


Anбlisis de la causa de origen de la microempresa.


Las microempresas son autйnticos eslabones de la producciуn ya que exportan y generan la anciano cantidad de empleos. En los paнses en proceso de progreso la microempresa es la organizaciуn mбs popular. En Mйxico se cuentan con 90% de microempresas, 5.8% son pequeсas y medianas empresas y el 2% son grandes.


La proliferaciуn de microempresas fue considerada como una superioridad durante y los aсos posteriores a la crisis financiera de diciembre de 1994, oportuno a que este tipo de entidades repercutiу de forma positiva en evitar elevadas tasas de desempleo, evitando con ello problemas sociales.


Problemas de la microempresa.


Las microempresa se enfrentan a una problemбtica formada por diversos rudimentos.


Las microempresas, para que sean eficientes deberбn ser dirigidas profesionalmente.


Los programas de financiamiento no son la ъnica soluciуn para la microempresa.


La simplificaciуn administrativa en las dependencias pъblicas que sirven de apoyo a la microempresa, es indispensable para las subsistencias de la misma.


Fomentar la formaciуn del microempresario.


La empresa natural, es aquella en que los dueсos y los que la operan toman decisiones estratйgicas y operativas, son miembros de una o varias familias.


Se entienden aquellas en las que un nъcleo acostumbrado controla la mayorнa del caudal.


La gran mayorнa de las empresas familiares son micro, pequeсas y medianas empresas, muchas de las que denominan tiendas.


2.3 ORGANIZACIУN EMPRESARIAL.


En 1916 y correcto a Henry Fayol (1841-1925) quien es considerado el seguro padre de la administraciуn, y a otros autores; surgнa en Francia, la llamamiento Teorнa Clбsica de la Administraciуn; caracterizada por su йnfasis en la estructura, es asegurar, la Organizaciуn Formal.


Tipos de organizaciуn


Organizaciуn informal: caracterizada por una actividad colectiva que no esta orientada especнficamente alrededor de objetivos definidos de la empresa.


Organizaciуn formal: es la que determina los estбndares de interrelaciones entre los уrganos, definidos por medio de las normas, directrices y reglamentos de la organizaciуn; medio del que se sirve una organizaciуn cualquiera para conseguir con eficiencia sus objetivos.


Organizaciуn directo: constituye la forma estructural mбs simple y mбs antigua. En esta existe una jerarquizaciуn de la autoridad, en la cual los superiores son obedecidos por sus respectivos subalternos.


Organizaciуn utilitario: es el tipo de estructura que aplica el principio de la especializaciуn de las funciones para cada tarea.


Organizaciуn lineal-staff: resulta de la combinaciуn de los tipos de organizaciуn seguido y utilitario, para tratar de incrementar las ventajas de ellas y compendiar sus desventajas. Adentro de esta organizaciуn existen уrganos de lнnea, esto es, уrganos de ejecuciуn; y de asesorнa, es afirmar, de apoyo y consultorнa, que mantienen relaciones entre sн.


Influencia del ambiente humano


Entre las evacuación fundamentales de una organizaciуn, sobresale la del pájaro humano, apelación que es indispensable e inestimable.


Ya que por medio del petición humano se llegan a alcanzar los objetivos de la empresa tales como: productividad, rentabilidad, reducciуn de costos, ampliaciуn del mercado, satisfacciуn de las deyección de la clientela, etc. En pocas palabras sino fuera por ellos la empresa no podrнa subsistir y mientras la organizaciуn procure la satisfacciуn de su empleado en el trabajo, esta percibirб un mejor y total rendimiento a valía de la empresa.


Segъn la funciуn que desempeсan y el nivel jerбrquico en que se encuentren, puede ser:


Obreros: calificados y no calificados.


Oficinistas: Calificados y no calificados.


Supervisores: vigilan el cumplimiento de las actividades.


Tйcnicos: efectъan nuevos diseсos de productos, sistema oficial.


Ejecutivos: ponen en ejecuciуn las disposiciones de los directivos o dueсos.


Directores o Dueсos: fijan los objetivos, estrategias y polнticas, etc.


Es importante que el dueсo o administrador de la empresa enfatice los siguientes objetivos:


Obtener la mбxima capacidad de todo el personal.


Obtener la plena cooperaciуn al servicio de la empresa.


Coordinar intereses de la empresa y los trabajadores.


Aunada a la demanda de fortuna humanos, existe la indigencia de fortuna monetarios que permitan la adquisiciуn o establecimiento de los beneficios materiales, los cuales coadyuvan al logro de los objetivos de la empresa.


La funciуn bбsica de la organizaciуn financiera, es la de orquestar el manejo del hacienda necesario en la empresa al obtener y apoyar el hacienda necesario para crear un producto o servicio, y distribuirlo si se pretende que la empresa subsista.


El primer propуsito de toda organizaciуn es obtener utilidades. Al perseguir este objetivo, los administradores deben implantar controles que ayuden a los dueсos o administradores a abastecer los costos adentro de los lнmites. Interiormente de los controles financieros, estбn los presupuestos que son instrumentos importantes para controlar los costos.


2.4 FACTORES EXTERNOS QUE INFLUYEN EN EL Avance DE LA MICRO Y PEQUEСA EMPRESA.


Actualmente las micro y pequeсas empresas se enfrentan a graves problemas con relaciуn a los insumos ya que adecuado a su escalera de importación los costos de las materias primas son muy altos, los proveedores son mбs exigentes en cuanto a sus condiciones de cuota y es escaso el poder de negociaciуn con ellos en cuanto a los plazos de entrega ya que generalmente les dan preferencia a sus clientes mбs grandes. Por otra parte los inventarios que manejan los micros y pequeсos empresarios son proporcionalmente mayores oportuno a su errata de proyecciуn de lo que van a entregar.


Las micro y pequeсas empresas necesitan que la materia prima o los insumos sean de calidad, que lleguen a tiempo, en forma бgil y valioso lo cual representa un importante factótum para concluir exitosamente con la distribuciуn de los productos a los consumidores nacionales y extranjeros.


Sin duda alguna otro hacedor importante corresponde a calidad, la transigencia comercial y la revoluciуn de las comunicaciones han permitido que se comparen fбcilmente las calidades disponibles en todos los mercados del mundo, con esquemas de normas internacionales cada vez mбs estrictas, asн como sistemas de certificaciуn de calidad que permitan otorgar una garantнa de calidad a los consumidores de productos mexicanos, por lo que se ha vuelto indispensable crear una civilización de calidad en las micro y pequeсas empresas y apoyar en el financiamiento desde la accesoria tйcnica, la capacitaciуn y la implementaciуn de controles estadнsticos a fin de conquistar la calidad total en la empresa.


Otro aspecto fundamental es el diseсo, ya que para poder presentar y entregar mejor un producto se debe considerar sus caracterнsticas distintivas ya sea en su empaque o en la promociуn de un servicio poniendo singular йnfasis en todos aquellos productos en los que hay capacidad para exportar, asн como los que enfrentan la competencia interna.


Por otra parte los micro productores y las pequeсas empresas necesitan tener una imagen, una identidad porque son ellos los mбs necesitados de diferenciarse para atender un determinado hornacina de mercado ya que compiten contra las grandes corporaciones; Si las pequeсas, medianas y microempresas no logran esta diferenciaciуn, sus posibilidades de sobre experiencia en el mercado son muy limitadas.


Hay muchas posibilidades y capital para que un pequeсo productor pueda posicionar sus artнculos. No necesariamente la imagen se materializa en un logotipo, en una inscripción; el concepto se transmite por un sistema de posicionamiento obvio que es la remisión de boca a boca.


En la imagen de las micro y pequeсas empresas el gran componente es el diseсo, el talento y la identificaciуn del por quй soy diferente unido con lo que producen las grandes corporaciones. El talento del patrón consiste en identificar cuбl o cuбles son los factores que pueden constituirse en las ventajas comparativas ya que йsas son las que le interesan al cliente. En muchos productos el factótum precio no es lo que provoca la decisiуn de transacción, muchas veces es la presentaciуn o la funcionalidad.


La cuestiуn de cuбnto se requiere de fortuna econуmicos para posicionar la imagen, es mбs una decisiуn o una respuesta de inteligencia, de talento, que de pasta. Hay muchos productos que se han posicionado pero no por la gran publicidad que hacen; esto tiene que ver con la segmentaciуn de mercados esa es la forma inteligente de alterar en posicionamiento.


Existen casos de micro productores y pequeсos empresarios que estбn conscientes que esta es una inversiуn que no les va a descapitalizar en primer ocasión, y segundo, que les va a dar muy buenos resultados en tйrmino de ventas y, por lo tanto, de ganancias. Alterar en diseсo es muy rentable; lo importante no es pensar en si es caro el tener un nuevo envase o una imagen, sino, en si dicha inversiуn va a ser redituable. Se puede tratar de establecer una imagen de productos que no tienen muchos componentes para ser exitosos por el producto mismo pero, tarde o temprano el consumidor reflexionarб y el producto saldrб del mercado.


Las micro y pequeсas empresas son partнcipes de una competencia por obtener el veterano nъmero de clientes o usuarios, y el conocer las preferencias de su segmento de mercado les permite aclarar, quiйnes son sus clientes, en dуnde estа1n, cуmo los contactan y quй esperan


de ellas o de su producto.


Sin extensión a duda la segmentaciуn de mercado es una útil invaluable para que puedan quedarse con el pedazo mбs ancho, o por lo menos sobrevivir. La investigaciуn de mercados se ha convertido en un mal necesario, que hace cada vez m_e1s urgente comenzar a


elaborar mнnimo un estudio al aсo, en donde puedan ver cуmo estбn posicionados en el mercado, cуmo percibe el consumidor sus marcas y quй tan adecuadamente o mal evalъan el servicio.


Una micro y pequeсa empresa tendrнa que evaluar el costo-beneficio para considerar el costo que implica realizar una investigaciуn, sin requisa podrб acudir a una pesquisa concreta, que es de bajo costo y le proporciona despuйs de su interpretaciуn, informaciуn clara y ъtil siendo la mejor guisa de originarse con la civilización de la investigaciуn con un diagnostico para encontrar las fortalezas y debilidades en precios, estudiar cуmo los ve el mercado.


Para una empresa mediana es una mнnima de datos de acciуn, para las micro y pequeсas empresas es mucho mбs fбcil efectuar de forma rбpida una vez detectados los errores, y en presencia de la competencia de un mercado globalizado esa superioridad puede ser decisiva para establecer de guisa efectiva la ecuaciуn precio y calidad que son indispensables para el йxito de la compaснa.


Los micros y pequeсos empresarios deben tomar en cuenta que el mejor servicio que le pueden ofrecer a sus clientes es aquel que involucra un valencia colaborador para йl, y que el producto o servicio no acaba con la cesión, sino que continua en cada proceso interno de la empresa, los micros y pequeсos empresarios deben de promover una interacciуn activa con sus clientes, mantenerlos informados acerca de las novedades en sus productos y servicios y cualquier otro tema de su interйs y considerar que es mucho mбs rentable traicionar mбs a un cliente existente que discernir nuevos, ampliando de este modo la permanencia de sus clientes en el negocio.


Actualmente Mйxico se enfrenta a grandes retos en materia de competitividad y productividad por lo que es necesario realizar acciones que tengan que ver con los insumos, el mercado, los clientes, la competencia, el diseсo, la imagen, la tecnologнa, el financiamiento, y otros aspectos que representan los retos a futuro que debe carear este paнs.


Sin circunscripción a dudas la escalera competitiva se ha convertido en una excelente oportunidad para las micros y pequeсas empresas ya que tienen la posibilidad de participar en nuevos mercados a los que cada productor en lo particular no podrнa ingresar, y ahora con una marca en comъn y un buen canal de comercializaciуn, serб factible calar.


De esta forma ni la globalidad, ni el paнs lo permite “trabajar cada cual por su costado”, hoy se requiere asociarse para trabajar en conjunto, es necesario comprar, diseсar, cobrar crйdito y otorgar garantнa en comъn.


El asociarse puede socorrer la permanencia y fortalecimiento de las micros y pequeсas empresas ya que de esta modo se incrementa su poder de negociaciуn frente al gobierno para que se tomen en cuenta sus intereses comunes en cuestiones fiscales, de salarios, legislaciуn gremial, precios y tarifas, importaciуn de maquinaria y otras, ademбs al agruparse pueden obtener algunos servicios que estбn fuera de su radio actuando aisladamente o que les resulten muy caros, asн como realizar algunas actividades en comъn y de esta forma potenciar sus ventajas competitivas y aminorar sus debilidades.


Otro de los factores que influyen para que empresas de otros paнses se vuelvan competitivas son las alianzas estratйgicas ya que constituyen un mecanismo eficaz para conseguir la penetraciуn en un mercado especнfico de algъn producto o servicio permitiйndole competir con una tecnologнa vanguardia, contar con el soporte financiero necesario vнa caudal y crйditos, los apoyos tecnolуgicos y / o comerciales que se requieren para conseguir un posicionamiento adecuado del producto en ese mercado.


Se requiere tambiйn tecnologнa competitiva, por lo que es necesario crear una plataforma tecnolуgica en la planta productiva para dominar y perfeccionar el “cуmo hacer las cosas”, a travйs de la bъsqueda de tecnologнa adecuada, su transacción y asimilaciуn documentada, la capacitaciуn del personal que la operarб, el explicación y la innovaciуn de la misma, que deberб actualizarse constantemente para conservar la eficiencia en los procesos productivos, calidad de los productos de tal forma que la inversiуn se considere un ejecutor estratйgico internamente de la micro y pequeсa empresa.


Es necesario hoy dнa disponer de bienes financieros, de sistemas de financiamiento y de audiencia tйcnica para apropiarse, absorber y desarrollar tecnologнa que incremente el nivel competitivo de productos, procesos y servicios.


Durante la “йpoca de oro” de la red, mediados de 1999 y fines del 2001, se oyу mucho respecto a la relevancia que tendrнa Internet en el crecimiento de las micros y pequeсas empresas. Se consideraba que era una situaciуn de ganar-ganar entre los dos, en el sentido que Internet era el medio ideal para que las micros y pequeсas empresas, que generalmente cuentan con posibles limitados, pudieran penetrar a un universo de consumidores, ahora es una opciуn existente para traicionar mбs.


El promocionarse en la red o tener un portal tiene muchas ventajas: permite que los negocios tengan un trato directo con los clientes, no sуlo de Mйxico sino de cualquier parte del mundo, ademбs puede acelerar el expansión de productos, matar con planes ineficientes internamente de la esclavitud productiva y capitalizar los procesos de investigaciуn y expansión.


La red logra establecer conexiones rбpidas y personalizadas, es proponer el portal puede contener toda la informaciуn de la compaснa, servicios, productos, contacto y tener títulos agregados como consejos especializados bajo solicitud, recomendaciones, noticiero o ligas a otros sitios de interйs, la empresa puede incluso realizar ventas a travйs de su sitio en Internet lo que repercute directamente en la disminuciуn de costos, es opinar se pueden eliminar gastos de escaparates, renta de un espacio fнsico, suscripción de luz, agua, etc.


“En Mйxico sуlo una tercera parte de la poblaciуn econуmicamente activa tiene capacidad para contratar un crйdito en el Sistema Financiero Franquista y esta restricciуn es viejo para el financiamiento de la inversiуn empresarial. Es significativo que al finalizar el 2000, escasamente 30% de las empresas mexicanas lograron contratar un prйstamo bancario.


Entre los factores que mбs dificulta obtener el crйdito bancario destacan las elevadas tasas de interйs, en particular las garantнas de crйdito son barreras infranqueables correcto a que los micros y los pequeсos empresarios no disponen de inmuebles o propiedades para otorgar como garantнa existente.


En estas condiciones es comprensible el surgimiento de las instituciones de micro financiamiento en Mйxico dedicadas a financiar proyectos productivos de las micro y pequeсas empresas con bajos niveles de capitalizaciуn y un golpe muy prohibido a los mercados financieros cuyas caracterнsticas han estimulado la apariciуn de mecanismos novedosos de financiamiento y mercados informales de crйdito, en estos espacios participa una amplia grado de intermediarios como las cajas populares, las sociedades de parquedad y prйstamo, las uniones de crйdito, los bancos populares y otras instituciones micro financieras”.


Las instituciones micro financieras se han propuesto redefinir el papel de crйdito en tйrminos de una utensilio pedagуgica que capacite a los acreditados en el uso adecuado de los posibles. El apoyo financiero a las unidades pequeсas de producciуn requiere de otros apoyos en materia de informaciуn, capacitaciуn, asesorнa tйcnica, promociуn, comercializaciуn y soporte tecnolуgico.


“La carencia de crйditos genera un circulo vicioso que es necesario exceder de raнz mediante la eliminaciуn de las principales barreras que impiden a las micro y pequeсas empresas alcanzar el financiamiento. La relevancia social de esta problemбtica fue reconocida por el Presidente de la Repъblica Vicente Fox y el Dirigente de Gobierno del Distrito Federal Andrйs Manuel Lуpez Taller. El gobierno federal anunciу acciones dirigidas a la reestructuraciуn de la banca de avance y la reactivaciуn del crйdito bancario, asн como a instaurar un software de micro financiamiento con los organismos de la banca popular cuyos alcances quedaron por debajo de las expectativas creadas por el mismo Presidente”.


ENTORNO Flagrante DE LA EMPRESA EN MЙXICO.


Antiguamente de la Revoluciуn Industrial, todos los negocios eran pequeсos, sin retención, desde la invenciуn de la mбquina de vapor, los grandes negocios han llegado a dominar muchas бreas de la industria y el comercio. En Mйxico la pequeсa y mediana empresa constituye, hoy en dнa, el centro del sistema econуmico del paнs, conveniente a que mбs del 95% de las empresas son pequeсas y medianas.


La pequeсa y mediana empresa proporcionan mбs de la porción de todos los empleos de la naciуn, incluyendo actividades que no son comerciales, ofrecen el campo real en donde se generan con frecuencia nuevos productos, nuevas ideas, nuevas tйcnicas y nuevas formas de hacer las cosas.


Mйxico firmу el diecisiete de diciembre de 1992 un Tratado de Vacante Comercio (TLC) con Canadб y Estados Unidos de Finalidad Amйrica que entrу en vigor el primero de enero de 1994.


El Tratado de Suelto Comercio significa un lucha para la empresa mexicana y mбs para la micro, pequeсa y mediana, con el TLC las empresas se ven presionadas en producir artнculos de calidad y por lo mismo buscan ser competitivas y exprimir mejor sus capital tйcnicos, humanos y financieros. Hace unos aсos el mediano conocimiento del mercado permitнa a cualquier empresa doméstico sobrevivir, actualmente las condiciones han cambiado y los pequeсos errores pueden ocasionar fatales resultados, esto obliga a utilizar nuevas tйcnicas y elevar el nivel de gestiуn empresarial.


Aplicar nuevas tйcnicas con la mira de dirigir el cambio en la organizaciуn implica capacitarse y designar a parentela competente y motivada para formar parte del montón; para algunas empresas serб mбs difнcil adaptarse al cambio ya sea por su estructura o por sus miembros, pero lo mбs importante es que el dueсo o lнder este convencido y antaño de iniciar cualquier cambio deben planear estratйgicamente su rumbo; para no arriesgarse a un cambio impredecible.


Antaño de iniciar cualquier cambio la pequeсa y mediana empresa debe conocerse asн misma, analizar su situaciуn y evaluar sus puntos fuertes y dйbiles.


Franquista Financiera S.N.C. describe las principales caracterнsticas que definen la posiciуn relativa de la Micro y Pequeсa Empresa delante empresas de decano tamaсo y similares de otros paнses agrupбndolos en fuerzas y debilidades. Segъn Martнnez (1994 ).


Micro y Pequeсa empresa.


Término: 08 del 12 de 2015 – 01:35


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Por: Phil Howardson


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Aniversario: 23 del 09 de 2015 – 03:50

LA MICRO Y PEQUEСA EMPRESA MEXICANA

LA MICRO Y PEQUEСA EMPRESA MEXICANA


Para citar este artнculo puede utilizar el ulterior formato:
Alan F. Carrasco Dбvila:La micro y pequeсa empresa mexicana. Observatorio de la Economнa Latinoamericana. Nъmero 45, julio 2005. en http://www.eumed.net/cursecon/ecolat/index.htm


En los albores de la humanidad el hombre tenнa que ser suficiente para satisfacer sus deyección, en presencia de esta difнcil situaciуn, cada individuo se fue dedicando a una actividad diferente segъn sus habilidades. Es aquн donde se inicia la divisiуn del trabajo, el comercio, el caudal y después surgen las primeras empresas en su forma rudimentaria.


En la hogaño la empresa mexicana esta compuesta en su mayorнa por micros y pequeсas empresas que conforman mбs del 95% del total de la industria, esto demuestra la importancia que reviste este tipo de empresas, que conforman una parte fundamental en los procesos de recuperaciуn y de reordenaciуn de la economнa franquista y en el cambio estructural del artefacto productivo que el paнs requiere.


Empresa, Caracterнsticas, Estructura, Organizaciуn, Factores externos, Avance, Entorno, Fuerzas, Debilidades.


In the beginnings of the humanity the man had to be automóvil sufficient to satisfy his needs, before this difficult situation, every individual was devoting himself to a different activity according to his skills. It is here where the division of the work begins, the trade, the money and later the first companies arise in his rudimentary form


At present the Mexican company this composed one in the main for mikes and small enterprises that shape more than 95 % of the whole of the industry, this demonstrates the importance that you re-saw this type of companies, that shape a fundamental part in the processes of recovery and of reordering of the national economy and in the structural change of the productive device that the country needs.


“ Empresa .- Colección social en el que, a travйs de la administraciуn del haber y del trabajo, se producen intereses y/o servicios tendientes a la satisfacciуn de las deyección de la comunidad.” Mьnch Galindo (1992)


El avance social, cultural, tecnolуgico y econуmico ha originado la existencia de una gran variedad de empresas.


Algunos criterios de clasificaciуn de empresa son:


Actividad o Construcción


Origen del Renta


Magnitud de la Empresa


Categorнas de Liles


Actividad o Modismo.


De acuerdo con la actividad que desarrollen las empresas se catalogan en:


1.- Industriales. La actividad primordial es la producciуn de fondos materiales de transformaciуn y/o la extracciуn de materias primas.


2.- Comerciales. Son intermediarias entre productor y consumidor; su funciуn primordial es la compraventa de productos terminados.


3.- Servicio. Como su nombre lo indica, son aquellas que brindan un servicio a la comunidad y pueden tener o no fines lucrativos. Entre las empresas de servicios estб la de transporte, turismo, instituciones financieras, educaciуn, hospitales, entre otras.


Origen del Caudal.


Depende del origen de la aportaciуn del haber y del carбcter a quienes dirijan sus actividades. Las empresas pueden clasificarse en:


1.- Pъblicas. En este tipo de empresas el renta pertenece al estado y, generalmente, su finalidad es satisfacer evacuación de carбcter social.


2.- Privadas. Cuando el haber es propiedad de inversionistas privados y su finalidad puede ser lucrativa o altruista.


Magnitud de la Empresa.


El tamaсo de la empresa depende de numerosos factores como:


1.- Financiero. En almohadilla en el monto de su caudal.


2.- Personal. El nъmero de empleados que laboran en una empresa es comъnmente el parбmetro que se utiliza para explicar, la micro, pequeсa, mediana y gran empresa.


Se ha incompatible (Plaza & Janйs, 1990), que «Se considera pequeсa empresa la que emplea menos de 50 personas, y mediana la que cuenta entre 50 y 250 empleados «.


3.- Producciуn. El graduación de maquinaciуn del proceso de producciуn define el tamaсo de la empresa. En una pequeсa empresa por lo universal la producciуn es artesanal y sн en ocasiones estб mecanizada requiere aъn de mucha mano de obra. La empresa mediana cuenta con mбs maquinaria y menos mano de obra. La gran empresa estб enormemente mecanizada y/o sistematizada.


4.- Ventas. Define el tamaсo de la empresa con relaciуn a la cobertura de mercado y monto de ventas.


Las empresas pueden ser de acuerdo a un criterio econуmico:


- Nuevas. Se dedican a la manufactura o fabricaciуn de mercancнas que no se producen en el paнs, siempre que no se trate de sustitutos de otros que ya se produzcan en йste, y que contribuyen en forma importante al mejora econуmico del mismo.


- Necesarias. Tienen por objeto la manufactura o fabricaciуn de mercancнas que se producen en el paнs en cantidades insuficientes para satisfacer las micción del consumo doméstico, siempre y cuando el mencionado dйficit sea considerable y no tenga su origen en causas transitorias.


- Bбsicas. Aquellas industrias consideradas primordiales para una o mбs actividades de importancia para el progreso agrнcola o industrial del paнs.


- Semi-bбsicas. Producen mercancнas destinadas a satisfacer directamente las micción vitales de la poblaciуn.


- Secundarias. Fabrican artнculos no comprendidos en los grupos anteriores.


La clasificaciуn que la Ley Mercantil Mexicana hace de las sociedades mercantiles, segъn Puente y Pelado (1970) es:


1. – Sociedad en nombre colectivo


2. – Sociedad en comandita simple


3. – Sociedad de responsabilidad limitada


4. – Sociedad anуnima


5. – Sociedad en comandita por acciones


6. – Sociedad cooperativa


7. – Sociedad de responsabilidad limitada de interйs pъblico


La Ley Militar de Sociedades Mercantiles, en sus artнculos 1o. fracciуn VI, ъltimo apartado, y 213 al 221, reconoce una categorнa peculiar interiormente de la clasificaciуn de las sociedades: la sociedad de caudal variable.


Categorнas de Liles.


Patrick Liles clasifica en tres categorнas a las empresas. En primer sitio las empresas que apasionamiento Marginales, no poseen ningъn atributo diferencial o creatividad, ausencia quй les confiera una preeminencia competitiva apreciable, por ejemplo, una agrupaciуn de taxistas. En segundo oficio estбn las empresas que tienen poco diferencial, una cierta personalidad que les da una delantera competitiva; se proxenetismo generalmente de empresas fundamentadas en las habilidades de una persona o un rama, ejemplo de estas son: una empresa de consulta, una escuela de danza, etc. el crecimiento de estas empresas exige otro estilo y especializaciуn. Una tercera categorнa, son las pequeсas con serio potencial; su caracterнstica comъn es activo descubierto poco (producto o servicio) realizando una aportaciуn importante a la calidad de vida, un ejemplo es la creaciуn de Apple Computer, Steven Jobs comenzу en un pequeсo taller casero y en muy pocos aсos, se convirtiу en una empresa mundial.


CAPITULO II


ADMINISTRACIУN EN LA MICRO Y PEQUEСA EMPRESA.


2.1 CARACTERISTICAS GENERALES DE LAS EMPRESAS.


La importancia de la micro y pequeсa empresa radica en la cantidad de establecimientos de йste tipo que existen en Mйxico, pero estas empresas no solo adquieren importancia en el бmbito doméstico, sino tambiйn en el Internacional. Existen institutos aproximadamente del mundo que enseсan, financian y promueven a micro y pequeсas empresas. Este tipo de entidades han proporcionado una de las mejores alternativas para la independencia econуmica, estas empresas representan una gran oportunidad, a travйs de la cual los grupos en desventaja econуmica han podido iniciar y consolidarse por mйritos propios.


Caracterнsticas de la micro y pequeсa empresa:


Yerro de formalidad.


Equivocación de solvencia.


Problemas de solvencia.


En Mйxico las micros y pequeсas empresas comparten los siguientes rasgos: Operan con escalas bajas de producciуn, utilizan tecnologнas adaptadas, son de propiedad sencillo y su financiamiento procede de fuentes propias.


Integraciуn de sus actividades


Diferentes tipos de empresas


Las microempresas familiares.


Las microempresas competitivas.


Las microempresas ligadas a consorcios.


En cuanto a su nъmero de trabajadores y bulto de ventas:


2.2 LA MICROEMPRESA.


Las empresas desempeсan diversas funciones en nuestra sociedad como:


a) Reponer a las demandas concretas de los consumidores.


b) Crear los productos y servicios.


c) Producir empleos.


d) Contribuir al crecimiento econуmico.


e) Reposar la productividad.


La microempresa es una organizaciуn:


a) Con propietarios y administraciуn independientes.


b) Que no domina el sector de la actividad en que opera.


c) Con una estructura organizacional muy sencilla.


d) Que no ocupa mбs de 15 empleados.


e) Que sus ventas anuales no sobrepasan los 20 millones de euros.


Anбlisis de la causa de origen de la microempresa.


Las microempresas son autйnticos eslabones de la producciуn ya que exportan y generan la veterano cantidad de empleos. En los paнses en proceso de expansión la microempresa es la organizaciуn mбs popular. En Mйxico se cuentan con 90% de microempresas, 5.8% son pequeсas y medianas empresas y el 2% son grandes.


La proliferaciуn de microempresas fue considerada como una delantera durante y los aсos posteriores a la crisis financiera de diciembre de 1994, oportuno a que este tipo de entidades repercutiу de modo positiva en evitar elevadas tasas de desempleo, evitando con ello problemas sociales.


Problemas de la microempresa.


Las microempresa se enfrentan a una problemбtica formada por diversos principios.


Las microempresas, para que sean eficientes deberбn ser dirigidas profesionalmente.


Los programas de financiamiento no son la ъnica soluciуn para la microempresa.


La simplificaciуn administrativa en las dependencias pъblicas que sirven de apoyo a la microempresa, es indispensable para las subsistencias de la misma.


Fomentar la formaciуn del microempresario.


La empresa ascendiente, es aquella en que los dueсos y los que la operan toman decisiones estratйgicas y operativas, son miembros de una o varias familias.


Se entienden aquellas en las que un nъcleo emparentado controla la mayorнa del hacienda.


La gran mayorнa de las empresas familiares son micro, pequeсas y medianas empresas, muchas de las que denominan tiendas.


2.3 ORGANIZACIУN EMPRESARIAL.


En 1916 y oportuno a Henry Fayol (1841-1925) quien es considerado el seguro padre de la administraciуn, y a otros autores; surgнa en Francia, la llamamiento Teorнa Clбsica de la Administraciуn; caracterizada por su йnfasis en la estructura, es proponer, la Organizaciуn Formal.


Tipos de organizaciуn


Organizaciуn informal: caracterizada por una actividad colectiva que no esta orientada especнficamente en torno a objetivos definidos de la empresa.


Organizaciуn formal: es la que determina los estбndares de interrelaciones entre los уrganos, definidos por medio de las normas, directrices y reglamentos de la organizaciуn; medio del que se sirve una organizaciуn cualquiera para conseguir con eficiencia sus objetivos.


Organizaciуn recto: constituye la forma estructural mбs simple y mбs antigua. En esta existe una jerarquizaciуn de la autoridad, en la cual los superiores son obedecidos por sus respectivos subalternos.


Organizaciуn pragmático: es el tipo de estructura que aplica el principio de la especializaciуn de las funciones para cada tarea.


Organizaciуn lineal-staff: resulta de la combinaciуn de los tipos de organizaciуn listado y cómodo, para tratar de incrementar las ventajas de ellas y compendiar sus desventajas. En el interior de esta organizaciуn existen уrganos de lнnea, esto es, уrganos de ejecuciуn; y de asesorнa, es sostener, de apoyo y consultorнa, que mantienen relaciones entre sн.


Influencia del ambiente humano


Entre las evacuación fundamentales de una organizaciуn, sobresale la del ambiente humano, memorial que es indispensable e inestimable.


Ya que por medio del medio humano se llegan a alcanzar los objetivos de la empresa tales como: productividad, rentabilidad, reducciуn de costos, ampliaciуn del mercado, satisfacciуn de las micción de la clientela, etc. En pocas palabras sino fuera por ellos la empresa no podrнa subsistir y mientras la organizaciуn procure la satisfacciуn de su empleado en el trabajo, esta percibirб un mejor y total rendimiento a auxilio de la empresa.


Segъn la funciуn que desempeсan y el nivel jerбrquico en que se encuentren, puede ser:


Obreros: calificados y no calificados.


Oficinistas: Calificados y no calificados.


Supervisores: vigilan el cumplimiento de las actividades.


Tйcnicos: efectъan nuevos diseсos de productos, sistema chupatintas.


Ejecutivos: ponen en ejecuciуn las disposiciones de los directivos o dueсos.


Directores o Dueсos: fijan los objetivos, estrategias y polнticas, etc.


Es importante que el dueсo o administrador de la empresa enfatice los siguientes objetivos:


Obtener la mбxima capacidad de todo el personal.


Obtener la plena cooperaciуn al servicio de la empresa.


Coordinar intereses de la empresa y los trabajadores.


Aunada a la demanda de fortuna humanos, existe la menester de bienes monetarios que permitan la adquisiciуn o establecimiento de los acervo materiales, los cuales coadyuvan al logro de los objetivos de la empresa.


La funciуn bбsica de la organizaciуn financiera, es la de orquestar el manejo del hacienda necesario en la empresa al obtener y suministrar el haber necesario para crear un producto o servicio, y distribuirlo si se pretende que la empresa subsista.


El primer propуsito de toda organizaciуn es obtener utilidades. Al perseguir este objetivo, los administradores deben implantar controles que ayuden a los dueсos o administradores a perdurar los costos en el interior de los lнmites. En el interior de los controles financieros, estбn los presupuestos que son instrumentos importantes para controlar los costos.


2.4 FACTORES EXTERNOS QUE INFLUYEN EN EL Mejora DE LA MICRO Y PEQUEСA EMPRESA.


Actualmente las micro y pequeсas empresas se enfrentan a graves problemas con relaciуn a los insumos ya que conveniente a su escalera de transacción los costos de las materias primas son muy altos, los proveedores son mбs exigentes en cuanto a sus condiciones de cuota y es escaso el poder de negociaciуn con ellos en cuanto a los plazos de entrega ya que generalmente les dan preferencia a sus clientes mбs grandes. Por otra parte los inventarios que manejan los micros y pequeсos empresarios son proporcionalmente mayores conveniente a su descuido de proyecciуn de lo que van a traicionar.


Las micro y pequeсas empresas necesitan que la materia prima o los insumos sean de calidad, que lleguen a tiempo, en forma бgil y valioso lo cual representa un importante multiplicador para concluir exitosamente con la distribuciуn de los productos a los consumidores nacionales y extranjeros.


Sin duda alguna otro negociador importante corresponde a calidad, la comprensión comercial y la revoluciуn de las comunicaciones han permitido que se comparen fбcilmente las calidades disponibles en todos los mercados del mundo, con esquemas de normas internacionales cada vez mбs estrictas, asн como sistemas de certificaciуn de calidad que permitan otorgar una garantнa de calidad a los consumidores de productos mexicanos, por lo que se ha vuelto indispensable crear una civilización de calidad en las micro y pequeсas empresas y apoyar en el financiamiento desde la accesoria tйcnica, la capacitaciуn y la implementaciуn de controles estadнsticos a fin de alcanzar la calidad total en la empresa.


Otro aspecto fundamental es el diseсo, ya que para poder presentar y traicionar mejor un producto se debe considerar sus caracterнsticas distintivas ya sea en su empaque o en la promociуn de un servicio poniendo específico йnfasis en todos aquellos productos en los que hay capacidad para exportar, asн como los que enfrentan la competencia interna.


Por otra parte los micro productores y las pequeсas empresas necesitan tener una imagen, una identidad porque son ellos los mбs necesitados de diferenciarse para atender un determinado hornacina de mercado ya que compiten contra las grandes corporaciones; Si las pequeсas, medianas y microempresas no logran esta diferenciaciуn, sus posibilidades de sobre experiencia en el mercado son muy limitadas.


Hay muchas posibilidades y capital para que un pequeсo productor pueda posicionar sus artнculos. No necesariamente la imagen se materializa en un logotipo, en una inscripción; el concepto se transmite por un sistema de posicionamiento obvio que es la remisión de boca a boca.


En la imagen de las micro y pequeсas empresas el gran componente es el diseсo, el talento y la identificaciуn del por quй soy diferente pegado con lo que producen las grandes corporaciones. El talento del patrón consiste en identificar cuбl o cuбles son los factores que pueden constituirse en las ventajas comparativas ya que йsas son las que le interesan al cliente. En muchos productos el factótum precio no es lo que provoca la decisiуn de adquisición, muchas veces es la presentaciуn o la funcionalidad.


La cuestiуn de cuбnto se requiere de fortuna econуmicos para posicionar la imagen, es mбs una decisiуn o una respuesta de inteligencia, de talento, que de monises. Hay muchos productos que se han posicionado pero no por la gran publicidad que hacen; esto tiene que ver con la segmentaciуn de mercados esa es la forma inteligente de trastornar en posicionamiento.


Existen casos de micro productores y pequeсos empresarios que estбn conscientes que esta es una inversiуn que no les va a descapitalizar en primer espacio, y segundo, que les va a dar muy buenos resultados en tйrmino de ventas y, por lo tanto, de ganancias. Trastornar en diseсo es muy rentable; lo importante no es pensar en si es caro el tener un nuevo envase o una imagen, sino, en si dicha inversiуn va a ser redituable. Se puede tratar de establecer una imagen de productos que no tienen muchos componentes para ser exitosos por el producto mismo pero, tarde o temprano el consumidor reflexionarб y el producto saldrб del mercado.


Las micro y pequeсas empresas son partнcipes de una competencia por obtener el longevo nъmero de clientes o usuarios, y el conocer las preferencias de su segmento de mercado les permite puntualizar, quiйnes son sus clientes, en dуnde estа1n, cуmo los contactan y quй esperan


de ellas o de su producto.


Sin circunscripción a duda la segmentaciуn de mercado es una aparejo invaluable para que puedan quedarse con el pedazo mбs egregio, o por lo menos sobrevivir. La investigaciуn de mercados se ha convertido en un mal necesario, que hace cada vez m_e1s urgente comenzar a


elaborar mнnimo un estudio al aсo, en donde puedan ver cуmo estбn posicionados en el mercado, cуmo percibe el consumidor sus marcas y quй tan acertadamente o mal evalъan el servicio.


Una micro y pequeсa empresa tendrнa que evaluar el costo-beneficio para considerar el costo que implica realizar una investigaciуn, sin confiscación podrб apelar a una indagación concreta, que es de bajo costo y le proporciona despuйs de su interpretaciуn, informaciуn clara y ъtil siendo la mejor forma de entablar con la civilización de la investigaciуn con un diagnostico para encontrar las fortalezas y debilidades en precios, estudiar cуmo los ve el mercado.


Para una empresa mediana es una mнnima de datos de acciуn, para las micro y pequeсas empresas es mucho mбs fбcil llevar a cabo de forma rбpida una vez detectados los errores, y en presencia de la competencia de un mercado globalizado esa delantera puede ser decisiva para establecer de guisa efectiva la ecuaciуn precio y calidad que son indispensables para el йxito de la compaснa.


Los micros y pequeсos empresarios deben tomar en cuenta que el mejor servicio que le pueden ofrecer a sus clientes es aquel que involucra un valencia asociado para йl, y que el producto o servicio no acaba con la liquidación, sino que continua en cada proceso interno de la empresa, los micros y pequeсos empresarios deben de promover una interacciуn activa con sus clientes, mantenerlos informados acerca de las novedades en sus productos y servicios y cualquier otro tema de su interйs y considerar que es mucho mбs rentable entregar mбs a un cliente existente que discernir nuevos, ampliando de este modo la permanencia de sus clientes en el negocio.


Actualmente Mйxico se enfrenta a grandes retos en materia de competitividad y productividad por lo que es necesario realizar acciones que tengan que ver con los insumos, el mercado, los clientes, la competencia, el diseсo, la imagen, la tecnologнa, el financiamiento, y otros aspectos que representan los retos a futuro que debe contraponer este paнs.


Sin área a dudas la escalera competitiva se ha convertido en una excelente oportunidad para las micros y pequeсas empresas ya que tienen la posibilidad de participar en nuevos mercados a los que cada productor en lo particular no podrнa consentir, y ahora con una marca en comъn y un buen canal de comercializaciуn, serб factible arribar.


De esta forma ni la globalidad, ni el paнs lo permite “trabajar cada cual por su costado”, hoy se requiere asociarse para trabajar en conjunto, es necesario comprar, diseсar, cobrar crйdito y otorgar garantнa en comъn.


El asociarse puede ayudar la permanencia y fortalecimiento de las micros y pequeсas empresas ya que de esta guisa se incrementa su poder de negociaciуn frente al gobierno para que se tomen en cuenta sus intereses comunes en cuestiones fiscales, de salarios, legislaciуn gremial, precios y tarifas, importaciуn de maquinaria y otras, ademбs al agruparse pueden obtener algunos servicios que estбn fuera de su resonancia actuando aisladamente o que les resulten muy caros, asн como realizar algunas actividades en comъn y de esta forma potenciar sus ventajas competitivas y aminorar sus debilidades.


Otro de los factores que influyen para que empresas de otros paнses se vuelvan competitivas son las alianzas estratйgicas ya que constituyen un mecanismo eficaz para conseguir la penetraciуn en un mercado especнfico de algъn producto o servicio permitiйndole competir con una tecnologнa vanguardia, contar con el soporte financiero necesario vнa renta y crйditos, los apoyos tecnolуgicos y / o comerciales que se requieren para conquistar un posicionamiento adecuado del producto en ese mercado.


Se requiere tambiйn tecnologнa competitiva, por lo que es necesario crear una plataforma tecnolуgica en la planta productiva para dominar y perfeccionar el “cуmo hacer las cosas”, a travйs de la bъsqueda de tecnologнa adecuada, su transacción y asimilaciуn documentada, la capacitaciуn del personal que la operarб, el explicación y la innovaciуn de la misma, que deberб actualizarse constantemente para conservar la eficiencia en los procesos productivos, calidad de los productos de tal forma que la inversiуn se considere un factótum estratйgico interiormente de la micro y pequeсa empresa.


Es necesario hoy dнa disponer de fortuna financieros, de sistemas de financiamiento y de socorro tйcnica para agenciarse, absorber y desarrollar tecnologнa que incremente el nivel competitivo de productos, procesos y servicios.


Durante la “йpoca de oro” de la red, mediados de 1999 y fines del 2001, se oyу mucho respecto a la relevancia que tendrнa Internet en el avance de las micros y pequeсas empresas. Se consideraba que era una situaciуn de ganar-ganar entre entreambos, en el sentido que Internet era el medio ideal para que las micros y pequeсas empresas, que generalmente cuentan con bienes limitados, pudieran conseguir a un universo de consumidores, ahora es una opciуn vivo para traicionar mбs.


El promocionarse en la red o tener un portal tiene muchas ventajas: permite que los negocios tengan un trato directo con los clientes, no sуlo de Mйxico sino de cualquier parte del mundo, ademбs puede acelerar el avance de productos, matar con planes ineficientes internamente de la dependencia productiva y capitalizar los procesos de investigaciуn y exposición.


La red logra establecer conexiones rбpidas y personalizadas, es afirmar el portal puede contener toda la informaciуn de la compaснa, servicios, productos, contacto y tener títulos agregados como consejos especializados bajo solicitud, recomendaciones, telediario o ligas a otros sitios de interйs, la empresa puede incluso realizar ventas a travйs de su sitio en Internet lo que repercute directamente en la disminuciуn de costos, es afirmar se pueden eliminar gastos de escaparates, renta de un espacio fнsico, plazo de luz, agua, etc.


“En Mйxico sуlo una tercera parte de la poblaciуn econуmicamente activa tiene capacidad para contratar un crйdito en el Sistema Financiero Franquista y esta restricciуn es decano para el financiamiento de la inversiуn empresarial. Es significativo que al finalizar el 2000, escasamente 30% de las empresas mexicanas lograron contratar un prйstamo bancario.


Entre los factores que mбs dificulta obtener el crйdito bancario destacan las elevadas tasas de interйs, en particular las garantнas de crйdito son barreras infranqueables correcto a que los micros y los pequeсos empresarios no disponen de inmuebles o propiedades para otorgar como garantнa vivo.


En estas condiciones es comprensible el surgimiento de las instituciones de micro financiamiento en Mйxico dedicadas a financiar proyectos productivos de las micro y pequeсas empresas con bajos niveles de capitalizaciуn y un camino muy escaso a los mercados financieros cuyas caracterнsticas han estimulado la apariciуn de mecanismos novedosos de financiamiento y mercados informales de crйdito, en estos espacios participa una amplia escala de intermediarios como las cajas populares, las sociedades de economía y prйstamo, las uniones de crйdito, los bancos populares y otras instituciones micro financieras”.


Las instituciones micro financieras se han propuesto redefinir el papel de crйdito en tйrminos de una útil pedagуgica que capacite a los acreditados en el uso adecuado de los fortuna. El apoyo financiero a las unidades pequeсas de producciуn requiere de otros apoyos en materia de informaciуn, capacitaciуn, asesorнa tйcnica, promociуn, comercializaciуn y soporte tecnolуgico.


“La carencia de crйditos genera un circulo vicioso que es necesario exceder de raнz mediante la eliminaciуn de las principales barreras que impiden a las micro y pequeсas empresas alcanzar el financiamiento. La relevancia social de esta problemбtica fue reconocida por el Presidente de la Repъblica Vicente Fox y el Patriarca de Gobierno del Distrito Federal Andrйs Manuel Lуpez Taller. El gobierno federal anunciу acciones dirigidas a la reestructuraciуn de la banca de avance y la reactivaciуn del crйdito bancario, asн como a instaurar un software de micro financiamiento con los organismos de la banca popular cuyos alcances quedaron por debajo de las expectativas creadas por el mismo Presidente”.


ENTORNO Contemporáneo DE LA EMPRESA EN MЙXICO.


Antaño de la Revoluciуn Industrial, todos los negocios eran pequeсos, sin incautación, desde la invenciуn de la mбquina de vapor, los grandes negocios han llegado a dominar muchas бreas de la industria y el comercio. En Mйxico la pequeсa y mediana empresa constituye, hoy en dнa, el centro del sistema econуmico del paнs, adecuado a que mбs del 95% de las empresas son pequeсas y medianas.


La pequeсa y mediana empresa proporcionan mбs de la medio de todos los empleos de la naciуn, incluyendo actividades que no son comerciales, ofrecen el campo positivo en donde se generan con frecuencia nuevos productos, nuevas ideas, nuevas tйcnicas y nuevas formas de hacer las cosas.


Mйxico firmу el diecisiete de diciembre de 1992 un Tratado de Dispensado Comercio (TLC) con Canadб y Estados Unidos de Septentrión Amйrica que entrу en vigor el primero de enero de 1994.


El Tratado de Vacancia Comercio significa un liza para la empresa mexicana y mбs para la micro, pequeсa y mediana, con el TLC las empresas se ven presionadas en producir artнculos de calidad y por lo mismo buscan ser competitivas y emplear mejor sus medios tйcnicos, humanos y financieros. Hace unos aсos el mediano conocimiento del mercado permitнa a cualquier empresa doméstico sobrevivir, actualmente las condiciones han cambiado y los pequeсos errores pueden ocasionar fatales resultados, esto obliga a utilizar nuevas tйcnicas y elevar el nivel de gestiуn empresarial.


Aplicar nuevas tйcnicas con la mira de dirigir el cambio en la organizaciуn implica capacitarse y nominar a clan competente y motivada para formar parte del orden; para algunas empresas serб mбs difнcil adaptarse al cambio ya sea por su estructura o por sus miembros, pero lo mбs importante es que el dueсo o lнder este convencido y ayer de iniciar cualquier cambio deben planear estratйgicamente su rumbo; para no arriesgarse a un cambio impredecible.


Antaño de iniciar cualquier cambio la pequeсa y mediana empresa debe conocerse asн misma, analizar su situaciуn y evaluar sus puntos fuertes y dйbiles.


Franquista Financiera S.N.C. describe las principales caracterнsticas que definen la posiciуn relativa de la Micro y Pequeсa Empresa delante empresas de maduro tamaсo y similares de otros paнses agrupбndolos en fuerzas y debilidades. Segъn Martнnez (1994 ).


Micro y Pequeсa empresa.


Momento: 08 del 12 de 2015 – 01:35


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Hola necesito un préstamo de 1500 euros. Me han surgido unos problemas para hacer pagos. Tengo nomina. Pero estoy en asnef y ningún banda me aceptan mi solicitud. estoy muy agobiado. Espero respuesta. Gracias


Hola Alejandro, gracias por dejar tu consulta. Así otras personas que se encuentren en una situación similar, podrán leerte y comparar con su caso. Adicionalmente, precisamente las consultas sobre créditos rápidos con ASNEF o RAI, son de las más enviadas a nuestro compartimiento.


Estar en ASNEF es un cierto problema para encontrar financiación, no sólo en forma de microcréditos, como seguro sabes.


Por esta razón, las financieras que ofrecen monises con ASNEF, son escasas, pero sí que hay dos entidades de microcréditos muy recomendables, que admiten ASNEF:


Por una parte a los préstamos de Cashper (pincha para ir a la ficha).Aunque no llega a los 1.500 € que necesitas, el mayor son 500 €.


Y por otra parte, los créditos rápidos con ASNEF de Zaimo (pincha para ir a la ficha) que sí que llegan a la cantidad que buscas, de 1.500 €. Aunque es muy relevante el cuantía de la deuda por la que estés anotado en ASNEF, obviamente, no es lo mismo que estemos anotados por 120 €, que por 4000 €.


Mucha suerte, Alejandro, y gracias por creer en Créditos Rápidos y Fáciles.


Buenas tardes mi pregunta es la próximo.
Para este tipo de microcréditos no hace yerro aval solo con la nomina?


Efectivamente, así es. La practica totalidad de los microcréditos puedes conseguirlos sin ningún aval, sólo con la paga, incluso con una prestación o renta.


Esto, lógicamente, depende además del acuerdo que contrates y, por supuesto, la cantidad que vayas a solicitar.


Los préstamos por cantidades que se escapan de los denominados “minicréditos”, osea que superan ampliamente los 1.000 €, 3.000 €, 10.000 euros… (que poco tienen ya de “mini”) sí es más que posible que te pidan un aval. Pero en cantidades inferiores a los 600€, incluso 1.000 €, no es necesario aval en la mayoría de las entidades de créditos rápidos que operan en España. Nos referimos a entidades serias, de marca reconocida, obviamente.


Gracias Pedro por dejar tu interesante pregunta


TENGO PROBLEMAS DE Solvencia POR ESE MOTIVO ESTOY EN ASNEF. TENGO CASA EN PROPIEDAD PERO NO LA VOY A PONER COMO GARANTIA, ME PUEDEN AYUDAR. GRACIAS,


Hola Begoña, gracias por tu comentario.


Con la mayoría de los minicréditos que puedes encontrar en nuestra web, no hace descuido aval. En el caso de estar en ASNEF, sigue este enlace https://creditosrapidosyfaciles.com/creditos-rapidos-con-asnef-en-espana/ y puedes encontrar varias financieras que trabajan minipréstamos sin aval y estando en ASNEF


Me gustaría memorizar si pueden responderme a esta pregunta:


Yo estoy en ASNEF por una deuda de la que no estoy para ausencia de acuerdo. Mi abogado me dice que mientras no se arregle, ya sea judicialmente o entre partes, no voy a poder pedir un crédito, ya que seguire figurando en ASNEF. En estos momentos necesito monises, no mucho, pero, como dice el artículo estoy en ASNEF ¿dónde lo puedo solicitar?


Desde luego que estar en ASNEF trae muchos problemas para conseguir caudal, tu abogado tiene toda la razón. En cualquier caso, tal como contamos en el artículo correspondiente a los créditos con ASNEF (pincha para ir) existen financieras que se saltan esta norma (desmentir financiación a personas en ficheros, como el que nos ocupa o RAI, por ejemplo) y conceden préstamos a sus clientes, aún cuando se encuentren en esta molesta situación.
Esperamos haberte ayudado y muchas gracias por esperar en Créditos Rápidos y Fáciles


Hola, necesito un préstamo de 4500euros y tengo nomina de 800euros desde hace dos meses, y no aproximación a nadie que me de préstamo de esa cantidad, no estoy en ASNEF ni cero no tengo deudas ni gastos, me urge el parné y no entiendo por que me dicen que mi operación no es viable solo por aguantar poco tiempo trabajando aunque tenga acuerdo indefinido. Deber si cualquiera me puede ayudar.


Gracias Juan, por comentarnos tu caso.


Pensamos que quizás, por lo que nos dices, sea muy poco tiempo el que llevas cobrando una paga. Desde luego es una tarea, porque tú ves que estás trabajando, que puedes respaldar perfectamente el crédito y que, aunque necesitas hacienda rápido, no ves forma de que te lo presten.


Sería bueno que le echaras un vistazo el artículo Préstamos de 3000 euros donde te presentamos las opciones en préstamo, que superan los tres mil euros. En el momento que escribimos esta respuesta, Cofidis es tu mejor opción.
Esperamos de corazón que muy pronto se arregle tu problema, y que si vuelves a precisar cuartos rápido, te acuerdes que aquí estamos a tu disposición, para ayudarte en lo que en nuestra mano esté.


Gracias por comentar


Créditos Rápidos y Fáciles


Hola mira acabo de comenzar a trabajar y precisamente en estas fechas me urge cuartos no es mucho lo que necesito pero me hace error y como acabo de iniciar a trabajar no tengo aun las nóminas como puedo pedir un crédito.


Qué tal Cinthya,


Te agradecemos tu consulta, que seguro además ayudará a otras personas que están en tu mismo caso. Es por otra parte, una pregunta excelente.


Veamos, ¿qué pasa si ya trabajamos (así que ni cobramos prestaciones ni carencia) pero todavía no tenemos nuestra primera sueldo?


el nino in rai versuri

La respuesta es que, si ya tienes un arreglo formalizado (que sería lo racional, ya que si no hay pacto de trabajo, en principio, se entiende que eres indefinida) lo que te aconsejamos es que se lo comentes al equipo de atención al cliente de la financiera que elijas.
Si, por ejemplo, te diriges a Cashper. o a cualquier otra financiera que admita ASNEF, como Kredito24. les envíes una copia del entendimiento (si no lo tienes, puedes solicitarlo a la empresa, o directamente en el Servicio Publico de Empleo, con tu DNI o NIE) para mostrar a la financiera que dispones de ingresos.


Todo esto, por supuesto, en el caso de que hayas rechazado la idea de pedir un adelanto en tu nuevo trabajo, ya que, obviamente, te ahorrarás los intereses que tiene un crédito rápido.


Gracias por comentar y aquí nos tienes para lo que consideres oportuno.


Créditos Rápidos y Fáciles


Necesito 6000€ y estoy en las listas por yerro del sotabanco y ahora que me hace errata el billete me lo niegan porque estoy en las listas, necesito el cuartos para comprar un coche para poder seguir trabajando, si no voy a tener problemas para poder desplazarme al trabajo porque el que tengo está mal, tiene 24 primaveras


Muchas gracias por tu comentario.


Lamentablemente, si necesitas 6000 euros, es una cantidad que supera con creces el micropréstamo con ASNEF de maduro cuantía, a día de hoy.


El Crédito Directo Cofidis. llega a esa cantidad (encima son exactamente 6000 euros el mayor) pero no acepta ASNEF .


En el interior de los mini préstamos, el que más se acerca (en estos momentos) es Kredito24, que concede hasta 700 € con ASNEF


Ya ves que se queda muy remotamente de los seis mil euros que tú necesitas.


Esperamos que puedas reunir muy pronto el mosca que buscas para el coche, una aparejo gremial imprescindible en muchos trabajos, por supuesto, tienes toda la razón.


Sentimos no poder ayudarte más.


Buena suerte y muchas gracias por tu cita y por comentar tu caso.


Créditos Rápidos y Fáciles


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Ver este video: Como salir del Asnef